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Gloria Maria diz que o politicamente correto é um porre: ‘Hoje tudo é preconceito e assédio’

Jornalista falou sobre assédio e preconceito em uma live com Joyce Pascowitch

Marcelo Passos

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Apresentadora Gloria Maria participou de live do portal Glamurama
Lenara Petenuzzo / Divulgação

Em sua estreia no mundo das lives, a apresentadora Gloria Maria bateu um papo com Joyce Pascowitch, do portal Glamurama. Na entrevista, a jornalista refletiu sobre o chamado “novo normal”, o período de confinamento – ela está há mais de 10 meses em casa – e temas como assédio e preconceito.

Na transmissão, Joyce questionou como Gloria encara as discussões sobre assédio moral e sexual, que estão cada vez mais no centro do debate:

— Eu acho tudo isso um saco. Hoje tudo é racismo, preconceito, assédio. Até hoje, tenho meus câmeras, meus técnicos, que estão comigo há 40 anos, e todos me chamam de “neguinha”. Nunca me ofendi, nunca me senti discriminada. Eles me chamam de uma maneira amorosa e carinhosa. É claro que se falassem “ô, nega”, é outra coisa — respondeu.

A seguir, a jornalista continuou sua reflexão sobre como encara as diferenças entre uma paquera e um assédio:

— Está chato. Estou mais de 40 anos na televisão, já fui paquerada muitas vezes, mas nunca me senti assediada moralmente. O assédio moral é algo claro, que não tem dubiedade. Não tem como você interpretar. O assédio te fere, é grosseiro, incomoda, desmoraliza. Agora, a paquera, pelo amor de Deus. Estou cansada desse negócio. Os homens estão com medo de paquerar. Eu quero ser paquerada ainda, estou viva! — ponderou. — Existe uma cultura hoje que nada pode. Nós, mulheres, sabemos bem a diferença entre uma paquera e um assédio, um abuso sexual. Tem que ter uma diferenciação, não dá para generalizar tudo. O politicamente correto é um porre. Eu não sou politicamente correta e não vou ser, não adianta. Acredito que o politicamente correto é o caráter, a honestidade, é a sua capacidade de olhar para o outro. Esse mundo que a gente está vem muito da amargura das pessoas, não aceito. Nessa, eu não entro não.

A jornalista ainda falou sobre o conceito de “novo normal”:

— Viajei 40 anos sem parar e de repente estava em casa quietinha, observando. Vi coisas inacreditáveis, desamor, um mar de lama… Ou é novo, ou é normal, vamos ter que partir de novos olhares. Nada mudou, mas algumas pessoas se viram melhor, começaram a se observar. Será que é preciso uma pandemia para olhar para o outro? Isso é uma coisa da sua alma, não acredito nessa ajuda só porque é hora de ajudar. Ou você olha sempre para o outro, ou você não olha nunca — disse.

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MC Kallebe, criador do bordão ‘Bigodin finin, cabelin na régua’, é encontrado morto após se afogar em rio

Kallebe e amigo foram vistos pela última vez no rio Ururaí, em Campos dos Goytacazes. Garoto ganhou fama em 2018 e gravou clipe com MC Bin Laden.

PortalPE10 com informações G1

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O menino Kallebe Souza, de 12 anos, criador do bordão “bidogin finin, cabelin na régua”, e que participou de um clipe com o funkeiro MC Bin Laden em 2018, foi encontrado morto nesta sexta-feira (23).

Kallebe e um amigo desapareceram depois de mergulhar no rio Uraraí, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, na tarde desta quinta-feira (22). O amigo, cuja identidade não foi divulgada, também foi encontrado morto.

A causa das mortes ainda não foi confirmada, mas bombeiros falam em afogamento.

Os corpos foram achados por volta das 11h desta sexta-feira próximo ao local onde os meninos foram vistos pela última vez. Familiares fizeram o reconhecimento.

Quatro militares participaram das buscas que começaram nesta quinta e foram concluídas na manhã desta sexta.

Clipe com Mc Bin Laden

Mc Kallebe ficou conhecido em 2018 depois de viralizar nas redes sociais com o bordão “bidogin finin, cabelin na régua” e com meme “gostosin no azeite”.

O jovem fez tanto sucesso que chegou a participar de um clipe do funkeiro MC Bin Laden. O vídeo da música “Cabelin Na Régua” tinha mais de 9 milhões de visualizações no YouTube até a publicação deste texto.

Nas redes sociais, MC Bin Laden compartilhou fotos em que aparece com Kallebe. Antes da confirmação da morte, Mc Bin Laden postou um pedido de orações pelo criador do meme que, segundo ele, hoje é usado em muitas músicas e por vários artistas.

Após a confirmação, o funkeiro lamentou a morte. “Descanse em paz”, escreveu MC Bin Laden na legenda de uma imagem em que aparece tomando sorvete com Kallebe.

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Antes da fama, Sikêra Jr. pensou em suicídio: “Me achava o derrotado”

Apresentador foi convidado de Daniela Albuquerque no Sensacional desta quinta-feira

PortalPE10 com informações UOL

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Sikêra Jr.

Nesta quinta-feira (22/10), Sikêra Jr. é o entrevistado de Daniela Albuquerque no programa Sensacional, da Rede TV!, e relembra o início da carreira, fala da emoção ao ouvir pela primeira vez seu nome na vinheta da rádio onde trabalhava e revela uma curiosidade sobre esse momento.

“Ninguém queria que eu usasse ‘Sikêra’. É igual a ‘Chiclete com Banana’, no início todo mundo achou feio, depois ficou bonito”, compartilha o jornalista, que começou aos 14 anos no rádio, em Palmares , onde morava.

Antes do sucesso, Sikêra passou por momentos difíceis como a perda a mãe e do cunhado em um acidente de carro na véspera de Natal e o falecimento do pai, pouco tempo depois. Ainda jovem perdeu a casa em que morava em uma enchente.

Na época desempregado, pediu auxílio para rádios locais. “Trocava a minha voz para dormir em um lugar seguro”, relembra. O apresentador chegou a pensar em tirar a própria vida se jogando na frente de um caminhão.

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Taís Araújo será Marielle Franco em especial sobre consciência negra

A Globo prepara um grande especial para o dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro

Lucas Passos

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Foto: Globo/Reprodução

A Globo prepara um grande especial para o dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro. O programa intitulado Falas negras está em fase de gravação e terá um compilado de textos de personagens importantes da luta negra, dos anos 1600 até a atualidade. A intenção é colocar em evidência discursos de pessoas que lutaram contra a escravidão, a segregação racial, o racismo e a intolerância.

Entre as personalidades celebradas no programa está a vereadora assassinada Marielle Franco, que será interpretada por Taís Araújo no conteúdo. Participam também Guilherme Silva, no papel de Martin Luther King; Fabrício Boliveira, como Olaudah Equiano; Babu Santana, que será Mohammed Ali; Ivy Souza, na pele de Nina Simone; e Naruna Costa, interpreta Angela Davis.

A direção é assinada por Lázaro Ramos. Já Manuela Dias, de Amor de mãe, foi a responsável pela concepção da ideia.

Fonte: Correio Braziliense

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