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Cotidiano

Agricultores de Catende aprendem a filetar peixe com aproveitamento do couro

A iniciativa visou à promoção do desenvolvimento da piscicultura, por meio da agregação de valor e da diversificação.

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O escritório do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) de Catende, em parceria com a Prefeitura e o Núcleo de Agricultura Familiar-NAF, realizou um curso de Filetagem de Peixe e Aproveitamento da Carcaça para capacitar agricultores familiares da região. A iniciativa visou à promoção do desenvolvimento da piscicultura, por meio da agregação de valor e da diversificação de produtos do pescado. As aulas, divididas entre teóricas e práticas, tiveram como instrutor o engenheiro de pesca, Gilvan Lira, e como facilitadores, Joana D’arc e Manoel Silva.

Durante o curso, foram ministrados conteúdos relacionados à situação atual da pesca e aquicultura, boas práticas de manejo do pescado, características organolépticas do pescado, viabilidade econômica dos cultivos e rendimento produtivo e econômico da carne da tilápia.

O aproveitamento do couro, que é um dos resíduos do processamento, também foi abordado no que se refere à fabricação de carteiras, bolsas, cintos e demais acessórios ou na culinário, como torresmo de peixe. Os produtos resultantes do beneficiamento da tilápia, filé e carne catada, foram degustados no final do curso, em forma de pratos e petiscos, tais como delícia de peixe e bolinho de peixe.

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Brasil

Governo assumiu que sabia desde o dia 8 da crise do oxigênio em Manaus

Ainda na resposta ao STF, o AGU afirmou que o governo federal “jamais deixou de oferecer canais de interação aptos a promover a cooperação federativa com os demais entes do estado brasileiro, nem se negou a promover ações em auxílio a unidades em situação de vulnerabilidade”.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

A Advocacia Geral da União (AGU) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o governo federal sabia da crise de falta de oxigênio em Manaus desde o dia 8 de janeiro, sexta-feira, seis dias antes de o sistema entrar em verdadeiro colapso, com paciente na capital do Amazonas morrendo por asfixia.

As informações detalhadas foram enviadas pela AGU ao Supremo no âmbito de uma ação movida pelo PT e PCdoB na qual o ministro Ricardo Lewandowski determinou na última sexta-feira (15) que o governo federal realizasse todas as ações ao seu alcance para colocar fim à crise sanitária em Manaus.

Conforme resposta do advogado-geral da União, José Levi Mello, o Ministério da Saúde foi informado sobre a “crítica situação do esvaziamento de estoque de oxigênio em Manaus” no dia 8, “por meio de e-mail enviado pela empresa”.

“A partir do conhecimento dessa informação, houve alteração da programação da visita do secretariado do Ministério da Saúde a Manaus, que passou a envolver a inspeção das localidades de armazenamento e manejo de oxigênio hospitalar”, afirmou.

A empresa em questão é a White Martins, uma das maiores fornecedoras de oxigênio no estado. Em comunicado na semana passada, a empresa havia dito que informou o governo do estado e o governo federal sobre o “crescimento imprevisível e exponencial da demanda” no início do mês.

Pazuello ficou em Manaus com equipe do ministério até quarta-feira (13), um dia antes de o sistema entrar em colapso. A visita se deu diante do aumento de casos e mortes por covid-19, e a pasta foi ao local para anunciar medidas de enfrentamento à pandemia. Na segunda-feira (11), em pronunciamento, o ministro afirmou que atenderia 100% da demanda na região e citou a falta de oxigênio.

“Estamos vivendo crise de oxigênio? Sim. De abertura de UTIs? Sim. De pessoal? Sim. A nossa saúde de Manaus já começa com 75% de ocupação. Qual é a novidade? Então, é muito importante medidas que diminuam a entrada (hospitalar). Precisa tomar medidas para reduzir a entrada nos hospitais de outras doenças”, disse.

Ainda na resposta ao STF, o AGU afirmou que o governo federal “jamais deixou de oferecer canais de interação aptos a promover a cooperação federativa com os demais entes do estado brasileiro, nem se negou a promover ações em auxílio a unidades em situação de vulnerabilidade”.

“O colapso do estoque de oxigênio hospitalar na cidade de Manaus foi informado de maneira tardia aos órgãos federais, que empregaram toda a diligência possível para contornar a situação, sobretudo mediante a mobilização da Força Nacional de Saúde do SUS”, afirmou.

Conforme informações prestadas por José Levi, o “iminente colapso” já era de conhecimento do Ministério da Saúde desde os dias 3 e 4, quando foram realizadas reuniões de uma comitiva do Ministério em Manaus com gestores estaduais e municipais. A decisão por enviar uma comitiva se deu ainda no fim do ano de 2020, diante do aumento de hospitalizações.

Durante essas reuniões, segundo o AGU, foi concluído que havia “possibilidade iminente de colapso do sistema de saúde, em 10 dias, devido à falta de recursos humanos para o funcionamento dos novos leitos”.

Nos encontros, também foi concluído sobre as dificuldades de aquisição de materiais de consumo hospitalar, medicamentos e equipamentos, dentre outros pontos, como a estimativa de “um substancial aumento de casos, o que pode provocar aumento da pressão sobre o sistema, entre o período de 11 a 15 de janeiro”.

Plano Manaus

Na resposta ao STF, o advogado-geral cita ainda que “após esse diagnóstico”, o ministério “concebeu o Plano Manaus, com diversas diretrizes voltadas ao apoio das administrações locais com o objetivo de normalizar o atendimento à saúde, tendo ainda sido programada viagem do ministro da Saúde a Manaus”.

Foi aberta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no último domingo (17) uma apuração preliminar para avaliar a conduta de Pazuello no Amazonas, analisando eventual omissão. O ministro tem 15 dias para responder.

*Com informações Correio Braziliense

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Brasil

Isso aí tudo é politicagem, diz Mourão sobre disputa por início de vacinação

O vice-presidente também elogiou a Anvisa que aprovou no domigno, por unanimidade, a autorização para o uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford/AstraZeneca.

Redação PortalPE10

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(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Diante do silêncio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), foi o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) o primeiro inquilino do Palácio do Planalto a se manifestar, nesta segunda-feira (18), sobre o início da vacinação contra a Covid-19, no domingo (17).

Mourão evitou polarizar com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que garantiu para si os holofotes ao sair na frente e vacinar a primeira brasileira em território nacional, impondo uma derrota ao governo federal na queda de braço pelo início da imunização contra o novo coronavírus.

Repórteres questionaram Mourão sobre a declaração do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, de que Doria agiu em desacordo com a lei ao vacinar a primeira pessoa no domingo.

“Ah, isso aí eu não vou entrar nesse detalhe. Isso aí tudo é politicagem. Eu não entro na politicagem. O meu caso aqui, você sabe que eu lido com as coisas de forma objetiva. Isso aí eu deixo de lado”, disse Mourão.

O vice-presidente também elogiou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que, no domingo, aprovou, por unanimidade, a autorização para o uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford/AstraZeneca.

Após cinco horas de reunião, os cinco diretores deram parecer favorável à liberação dos imunizantes, acompanhando a relatora Meiruze Sousa Freitas, primeira a votar.

Em seus votos, os diretores da agência defenderam critérios técnicos e científicos para as decisões referentes à Covid-19, que todos sejam vacinados e também o distanciamento social.

Indiretamente, trata-se de uma crítica ao discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que desde o início da pandemia se posicionou contra políticas de isolamento e vem defendendo que a vacina não deve ser obrigatória, além de propagandear medicamentos sem comprovação científica, como a hidroxicloroquina.

“A Anvisa fez excelente o trabalho dela. Tem aí duas vacinas aprovadas, tem vacina contratada para até o final do ano vacinar 70% da população brasileira, e, consequentemente, a gente chegaria numa situação, ao fim deste ano, com liberdade de manobra em relação a essa pandemia”, afirmou Mourão.

No domingo, o diretor-presidente da agência, Antonio Barra Torres, aliado muito próximo de Bolsonaro, foi o último diretor a votar e reforçou que a aprovação da vacina não deve significar o relaxamento de outras medidas de proteção.

Nesta segunda, Mourão foi na mesma linha.

“Faço minhas as palavras do almirante Barra Torres, ontem, quando ele disse que não é porque a pessoa tomou uma vacina hoje que amanhã pode estar na rua sem as medidas de proteção”, disse Mourão.

Também divergindo da linha de atuação de Bolsonaro, o vice-presidente disse que é preciso resolver primeiro a questão sanitária e, depois, a econômica.

“Agora é seguir dentro das regras que foram estabelecidas, dos diferentes grupos, ninguém furar fila, não haver, assim, uma falta de solidariedade e, consequentemente, nós vamos resolver esse problema e o principal, que vem depois, é resolver a situação econômica do país de modo que a gente consiga retornar a uma situação melhor de emprego para nosso povo e o país entre em um ciclo de crescimento. É isso que a gente está esperando”, afirmou Hamilton Mourão.

*Com informações FolhaPress

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Cotidiano

Corpo é encontrado em terreno baldio em São Bento do Una

O corpo apresentava deformações e estava irreconhecível, diz Polícia Militar.

PortalPE10 com informações G1

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(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

Na manhã do domingo (17), um corpo foi encontrado em um terreno baldio, em São Bento do Una, no Agreste pernambucano.

Segundo a Polícia Militar, o corpo estava irreconhecível. O Instituto de Criminalística (IC) foi ao local para realizar a perícia. A suspeita é de a pessoa tenha sido vítima de homicídio, mas ainda não foi confirmada a causa da morte.

O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) e o caso foi repassado para a Polícia Civil, que irá continuar com as investigações.

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