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Cotidiano

Astrônomos descobrem o planeta mais parecido com a Terra já encontrado

Kepler-186f orbita uma estrela-anã vermelha a 500 anos-luz da Terra e tem boa chance de ter água líquida.

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Astrônomos descobriram o que dizem ser o planeta mais parecido com a Terra já detectado — um mundo distante e rochoso que é similar em tamanho ao nosso planeja e existe na zona Goldilocks, onde não é muito quente ou muito frio para a vida.

A descoberta, anunciada nesta quinta-feira, entusiasmou os caçadores de planeta que varreram a galácia da Via Láctea durante anos para encontrar potenciais pontos habitáveis fora do sistema solar.

“Esse é o melhor caso para um planeta habitável já encontrado. Os resultados são simplesmente sólidos”, disse em um email o astrônomo da Universidade da Califórnia (Berkeley) Geoff Marcy, que não teve nenhum papel na descoberta.

O planeta foi detectado pelo Kepler, telescópio em órbita da Nasa (a agência espacial americana), que examina os céus por mudanças súbitas em iluminação que indicam que um planeta está cruzando em frente de uma estrela. A partir dessas mudanças, os cientistas podem calcular o tamanho de um planeta e fazer certas inferências sobre como ele é.

O objeto recém-descoberto, apelidado de Kepler-186f, circula uma estrela-anã vermelha a 500 anos-luz da Terra na constelação de Cygnus. Um ano-luz é quase 10 trilhões de quilômetros.

O planeta é cerca de 10% maior do que a Terra e tem boa chance de ter água líquida — um ingrediente essencial para a vida — em sua superfície, dizem os cientistas. Isso porque ele reside na borda externa de uma zona de temperatura habitável ao redor de sua estrela — o doce local onde lagos, rios ou oceanos podem existir sem congelar ou evaporar totalmente.

O planeta provavelmente se aquece com o brilho laranja-vermelho de sua estrela e provavelmente é mais frio do que a Terra, com uma temperatura média ligeiramente acima do ponto de congelamento, disse Marcy. A descoberta foi detalhada na edição da revista científica Science, que será lançada na sexta-feira (18). (Com informações BBC)

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Cotidiano

Rede Globo cogita Ivete Sangalo para substituir Fausto Silva

Apresentador vai deixar a emissora até o final deste ano.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

Após o anúncio da saída de Fausto Silva da Rede Globo, de pois de 32 anos no ar, muitos nomes começaram a ser cotados para substituir o apresentador. De todos os nomes cogitados, o favorito seria o da cantora Ivete Sangalo. As informações são do colunista Fefito, do UOL.

A baiana já possui experiência no comando de atrações televisivas, como o programa Estação Globo. Ivete também foi jurada do The Voice Brasil.

Os outros nomes cogitados pela direção global são Xuxa Meneghel, Eliana e Marcos Mion. Nenhuma decisão foi tomada por enquanto porque a grade de programas da emissora para 2022 ainda não foi fechada.

Uma outra hipótese é que atrações jornalísticas e esportivas ganhem mais espaço aos domingos, tendo outros nomes para assumir a programação dominical.

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Brasil

Brasil está entre os 20 países que mais vacinaram contra a Covid

País já vacinou mais de 700 mil pessoas.

Redação PortalPE10

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(Foto: Aluísio Moreira/SEI)

Apesar da pandemia de Covid-19 forte, o Brasil segue avançando no combate à doença. E até esta terça-feira (26), o país já vacinou mais de 800 mil pessoas contra a doença, o que coloca o Brasil entre os 20 países do mundo que mais imunizaram sua população.

De acordo com dados divulgados pela Universidade de Oxford, o Brasil se encontra em 16º lugar na lista.

Até o momento, o Brasil já vacinou cerca de 0,33% da população. A vacinação no país começou no dia 18.

*Com informações Pleno.News

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Brasil

São Paulo confirma três casos de variante da Covid vinda do Amazonas

Nova cepa do vírus surgiu em Manaus em dezembro e vem se disseminando rapidamente pela capital amazonense.

Redação PortalPE10

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Com 48 horas de infecção, células começam a apresentar prolongamento que pode contribuir com o avanço da Covid; em azul, as partículas virais — Foto: LMMV/IOC/Fiocruz, LVRS/IOC/Fiocruz e Nulam/Inmetro

A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo confirmou, na terça-feira (26), três casos importados de Covid-19 no Estado causados pela nova variante brasileira do coronavírus, identificada pela primeira vez no Amazonas e que vem sendo apontada como uma das razões para a explosão de casos da doença em Manaus.

Esses são os primeiros registros da nova variante fora do Amazonas. De acordo com a secretaria, a confirmação foi feita por meio de sequenciamento genético feito no Laboratório Estratégico do Instituto Adolfo Lutz, que é referência nacional e vinculado à pasta estadual.

– O vírus foi sequenciado a partir de amostras com resultados positivos de exames processados pelo Centro de Virologia de três pessoas que tiveram Covid-19 e passaram por atendimento em serviços da rede pública de saúde em São Paulo, com histórico de viagem ou residência em Manaus – disse a pasta, em nota.

Segundo estudos feitos por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e Fiocruz Amazonas, a cepa teria surgido em Manaus em dezembro e vem se disseminando com rapidez na capital amazonense. A variante, chamada de P.1, tem mutações importantes na proteína spike, responsável por permitir a entrada do patógeno nas células humanas.

A P.1 é derivada de uma das variantes predominantes no país, a B 1.1.28. É provável que ela tenha maior poder de transmissão por causa da mutação N501Y, presente também nas variantes identificadas no Reino Unido e na África do Sul.

– Essas mutações poderiam estar associadas a um maior potencial de transmissão, apesar de ainda não haver comprovação científica de que esta variante seja mais virulenta ou transmissível em comparação a outras previamente identificadas – informou a secretaria.

Outra mutação que causa preocupação é a E484K, já associada em estudos a um potencial de escapar de anticorpos, o que pode favorecer reinfecções e até afetar a eficácia de vacinas. Novas pesquisas estão sendo feitas para determinar se a variante brasileira e as demais são mais contagiosas, letais ou se afetariam o desempenho dos imunizantes.

Os sequenciamentos realizados pelo Lutz foram depositados no banco de dados online e mundial Gisaid (Iniciativa Global de Compartilhamento de Todos os Dados sobre Influenza). De acordo com a secretaria, eles têm alta qualidade e confiabilidade, correspondendo a 99,9% do genoma do vírus.

*Com informações Estadão.

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