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Cotidiano

Baiana está entre as vítimas do atentado em basílica francesa, diz Consulado

Simone Barreto Silva, de 44 anos, nascida em Salvador (BA), morava na França há 30 anos e deixou três filhos.

Marcos Philipe Passos

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Uma das vítimas do atentado terrorista em basílica francesa, nesta quinta-feira (29), era a nordestina Simone Barreto Silva, de 44 anos, nascida em Salvador (BA). A informação foi divulgada pelo Consulado Geral do Brasil em Paris. O ataque ocorreu na basílica Notre-Dame, no centro da cidade de Nice.

Uma prima da vítima contou à rádio pública francesa RFI que Simone foi ferida a faca e morreu num restaurante quase em frente à catedral, onde tentou se abrigar. Ela estava na França há 30 anos e deixou três filhos.

Um dos proprietários do restaurante onde Simone chegou completamente ensanguentada, Brahim Jelloule, falou à TV France Info, ainda em estado de choque, que esteve em contato com Simone nas sua última hora de vida. Segundo Jelloule, Simone morreu uma hora e meia depois de ter sido ferida. O atentado ocorreu às 9h da França (6h da manhã em Brasília).

“Ela atravessou a rua, toda ensanguentada, e meu irmão e um dos nossos funcionários a resgataram, a colocaram no interior do restaurante, sem entender nada, e ela dizia que havia um homem armado dentro da igreja”, disse.

Segundo a reportagem da TV France, o irmão de Jelloule e o funcionário chegaram a entrar na igreja, mas viram o homem armado com uma faca, foram ameaçados pelo terrorista e saíram correndo para não morrerem também. Foram eles que chamaram a polícia.

O atentado

De acordo com o jornal francês “Le Parisien”, pelo menos uma das vítimas foi degolada pelo agressor, que tentou se esconder em um banheiro dentro da igreja após o ataque. O homem foi baleado e preso pela polícia.

Ainda de acordo com a publicação francesa, o prefeito de Nice, Christian Estrosi, teria afirmado que o homem, enquanto era socorrido, repetia a frase “Allahu Akbar” (“Alá é grande”, em português). Em uma publicação no Twitter, Estrosi comparou o ataque em Nice ao do professor Samuel Paty, morto há 13 dias por um adolescente muçulmano após mostrar caricaturas do profeta Maomé durante uma aula.

“Treze dias depois de Samuel Paty, nosso país não pode mais estar satisfeito com leis de paz para destruir o islamo-fascismo”, escreveu o prefeito de Nice. Em outra publicação, Estrosi afirma que duas pessoas foram mortas dentro da igreja e que Nice “pagou um preço muito alto, como nosso país nos últimos anos”.

Mulher e idosa mortas

De acordo com o jornal “Le Figaro”, as duas vítimas mortas dentro da igreja são uma mulher idosa, que teria sido quase decapitada próximo a uma pia de água benta, e um sacristão da igreja. A terceira vítima teria conseguido fugir e se refugiar em um café, mas foi morta com múltiplas facadas pelo agressor. A publicação também afirma que o agressor seria um jovem de aproximadamente 20 anos, identificado apenas como “Brahim”. Ele teria dito que agiu sozinho.

O ministro do Interior, Gerald Darmanin, convocou uma reunião de crise para acompanhar o caso. Em uma mensagem publicada em sua conta no Twitter, Darmanin disse que uma operação policial estava em curso e que havia conversado com o prefeito da cidade.

O presidente francês, Emmanuel Macron, também participou da reunião de crise, segundo a imprensa francesa. É esperado que Macron vá até Nice ainda na manhã desta quinta-feira para acompanhar a situação pessoalmente.

Histórico de ataques

Desde 2015, a França sofre com sucessivos atentados. Além do ataque à revista Charlie Hebdo, em novembro do mesmo ano, a casa de shows Bataclan, em Paris, foi alvo de um atentado terrorista com cerca de 90 mortos. A ação aconteceu simultaneamente a outros atentados na capital da França, dentre eles explosões nas proximidades de um estádio onde ocorria um jogo entre as seleções francesa e alemã. O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) reivindicou a autoria dos massacres, que totalizaram 130 vítimas.

A cidade de Nice também já foi alvo de um atentado, em 2016. Dezenas de pessoas morreram atropeladas por um caminhão enquanto celebravam o Dia da Bastilha.

Em 2018, três pessoas foram vítimas de um ataque terrorista a um supermercado no sul da França, mais uma vez reivindicado pelo EI.

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Brasil

Menina de 13 anos mata namorado da mãe com facada no pescoço

Mãe diz que filha tem temperamento difícil, comportamento agressivo e que é usuária de drogas; entenda o caso

Redação PortalPE10

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Roupas da vítima com manchas de sangue. – (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Uma menina de 13 anos foi detida após matar o namorado da própria mãe, um homem de 59 anos, com uma facada no pescoço no último domingo, 09, em Rio Verde do Mato Grosso, no norte do Mato Grosso do Sul . Uma mulher de 19 anos foi presa suspeita de participar do crime, que ocorreu na casa da menina. A mãe depôs na polícia na segunda-feira, 10, e afirmou que a filha tinha temperamento difícil, um comportamento agressivo e que era usuária de drogas. As informações são do portal G1.

Na ocorrência policial, a menina disse que havia tomado bebidas alcóolicas e usados drogas e também que o homem ameaçava a sua mãe. A mulher de 19 anos nega ter participado do crime, mesmo com a mãe da menina afirmando que ela é quem teria “enfiado a faca”.

A polícia foi acionada pelo hospital municipal para onde o homem foi socorrido, após ser encontrado na Vila do Catu. Ao chegar ao local, apurou que a menina teria sido incentivada pela jovem de 19 anos. O homem foi atingido com um golpe de faca no pescoço e morreu quase imediatamente.

Durante a apuração dos fatos pela Polícia Civil, um adolescente de 17 anos foi autuado pelo crime de autoacusação falsa, por dizer ser o responsável pelo crime na tentativa de assumir a responsabilidade da menina de 13 anos. Outras pessoas ainda escondido a faca usada e alterado a cena do crime, sob investigação.

Em depoimento à polícia na última segunda-feira, 10, a mãe da menina de 13 anos disse que o namoro dela tinha apenas um mês e negou a versão da filha, dizendo que o homem não fazia ameaças e que também não acreditava que ele poderia ter agredido a menina. A polícia suspeita que o casal possa ter se desentendido no dia do homicídio.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações do caso, Gabriel Cardoso Gonçalves Barroso, as duas tiveram prisão preventiva decretada. Uma medida de internação foi solicitada para a menina.

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Cotidiano

Após 18 anos no ar, programa de Ellen De Generes chega ao fim

Apresentadora anunciou que não se sente mais desafiada e que seu talk show não será mais exibido a partir de 2022.

Redação PortalPE10

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(Foto: Andrew Harnik, Archivo/AP)

Acabou. Um dos talk shows mais famosos do mundo, o ‘The Ellen DeGeneres Show’, comandado por Ellen DeGeneres, chegou ao fim. No ar há 18 anos, a apresentadora, de 63 anos, afirmou que não se sente mais desafiada profissionalmente e resolveu deixar a atração.

“Quando você é uma pessoa criativa, você precisa ser constantemente desafiado. Por mais legal e divertido que o programa seja, não é mais um desafio”, afirmou Ellen ao The Hollywood Reporter. O programa teve 19 temporadas e mais de 3 mil episódios. As informações são do R7.

Ela já havia dado sinais de que deixaria o programa em 2018, mas continuou. Nos últimos dois anos, Ellen e o programa foram investigados internamente pela emissora após uma série de acusações de assédio moral envolvendo a apresentadora e profissionais da equipe.

Em setembro de 2020, ela falou abertamente sobre os rumores de ambiente tóxico do programa.

“Como você deve ter ouvido, recentemente houve alegações de um ambiente de trabalho tóxico em nosso show. E então houve uma investigação. Aprendi que aqui aconteceram coisas que nunca deveriam ter acontecido … Levo isso muito a sério. Sinto muito pelas pessoas que foram afetadas”, afirmou Ellen na época.

Agora, ela quer voltar a fazer filmes e se dedicar a projetos relacionados ao meio ambiente.

The Ellen DeGeneres Show, será encerrado em 2022, na 19ª temporada.

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Cotidiano

Paulo Câmara volta atrás e decide adiar convocação de 1.085 aprovados em concursos polícias

Redação PortalPE10

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O governador Paulo Câmara decidiu adiar a convocação de aprovados em concursos das polícias Civil, Militar e Científica e do Corpo de Bombeiros de Pernambuco. A decisão veio horas após o governo anunciar que faria a convocação de 1.085 aprovados em uma cerimônia nesta quarta-feira (12).

A cerimônia estava marcada para às 11h. No horário, a assessoria de imprensa do palácio do Campo das Princesas – sede do executivo estadual – informou que o evento estava cancelado, frustrando candidatos que aguardavam serem convocados.

“Não haverá anúncio da convocação dos aprovados nos concursos para segurança pública de Pernambuco. As tratativas sobre o cronograma da convocação ainda estão em andamento e serão divulgadas em breve”, disse o comunicado.

Em janeiro deste ano, durante reunião do Pacto pela Vida, o governador chegou a dizer que os cursos de formação começariam em abril. Com o prazo vencido, o governo culpou a pandemia do novo coronavírus e assumiu o atraso.

Entenda a situação

A previsão inicial era de que 750 aprovados no concurso da Polícia Militar começariam o curso de formação de soldados no último mês de abril. O curso deve durar seis meses. Naquele mês, 60 seriam convocados para curso de oficial. Para janeiro de 2022, há a previsão de convocação de mais 700 pessoas para a segunda turma de soldados.

Para o Corpo de Bombeiros, 100 aprovados começariam o curso em abril. O tempo é de sete meses. Vinte também seriam chamados para curso de oficial, com duração de 12 meses. A ideia é que, em janeiro de 2022, outros 100 serão convocados para curso de formação.

PCPE

No caso da Polícia Civil, 50 aprovados deveriam ter sido convocados para formação de delegado a partir de abril. Duração do curso é de 4 meses. Em abril de 2022, mais 50 convocações são aguardadas.

Na Polícia Científica, seriam 50 aprovados que fariam o curso para médico legista, com duração de quatro meses, contados a partir de abril. 45 pessoas fariam curso para auxiliar de perito.

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