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Bebê sobrevive a queda de avião após mãe usar próprio corpo para protegê-lo

No acidente, a mulher morreu tragicamente, assim como a babá da criança e o pai, que pilotava a aeronave

Lucas Passos

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REPRODUÇÃO

Um bebê, com menos de 1 ano de vida, sobreviveu a um grave acidente de avião na Colômbia. A heroína que salvou a vida da criança foi a própria mãe, após envolvê-lo nos braços e usar seu corpo para protegê-lo. Porém a mulher, a babá e o pai, que pilotava a aeronave, não resistiram.

De acordo com informações locais, as vítimas foram identificadas como Mayerly Diaz Rojas, mãe do neném, o pai era Fabio Grandas, um importante médico na capital Bogotá, e a babá se chamava Nuris Maza. O acidente ocorreu na última terça-feira (13/10).

Os bombeiros divulgaram o caso nas redes sociais. Veja:

O bebê

Martin, o bebê que sobreviveu à queda do avião, se encontra estável. Agora, ele passa por tratamento no Hospital Universitário da Fundação Santa Fé, de Bogotá.

Autoridades de Aviação Civil da Colômbia informaram que quando Martin foi encontrado, ele ainda estava sendo embalado pela mãe.

As autoridades também afirmaram que a causa do acidente está sendo investigada. Por enquanto, informações iniciais dizem que “o avião estava com toda a documentação técnica em dia”.

Fonte: Metrópoles

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Vídeo: mulher sem máscara é jogada para fora do ônibus ao cuspir no rosto de homem

Hampton disse ainda que, se a mulher for identificada, ela pode ser acusada por agressão.

Marcelo Passos

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Uma mulher foi empurrada para fora do ônibus, em Vancouver, no Canadá, depois de dar uma cusparada no rosto de outro passageiro, segundo informou a rede de TV local CTV News. A polícia investiga o caso.

Nas imagens, divulgadas em redes sociais, uma mulher —que não teve a identidade revelada— aparece em pé e sem máscara de proteção facial. Em seguida, ela se vira e dá uma cusparada no rosto de outro passageiro que estava próximo. Ele, então, se levanta e a empurra com força para fora do veículo.

Segundo a imprensa local, o desentendimento entre os dois teria ocorrido devido ao não uso da máscara, que é obrigatório no transporte público de Vancouver.

A polícia canadense disse que só ficou sabendo do incidente depois que o vídeo foi publicado na rede social TikTok. “Nós estamos tentando entrar em contato com a pessoa que postou o vídeo num esforço para reunir informações adicionais”, afirmou o sargento Clint. Hampton em entrevista à rede de TV CTV News.

Hampton disse ainda que, se a mulher for identificada, ela pode ser acusada por agressão.

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Filhos acham que pais estão dormindo e ficam 3 dias com eles mortos em casa

Filhos acham que pais estão dormindo e ficam 3 dias com eles mortos em casa

Redação PortalPE10

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Uma menina, de 5 anos, e seu irmão, de apenas 1 ano, passaram três dias com os pais mortos dentro de casa acreditando que o casal estava dormindo em São Petersburgo, na Rússia. A descoberta de que Alexander e Viktoria Yakunin estavam mortos ocorreu após eles perderem uma reunião da família.

De acordo com a tia das criança, Natalia Bakulina, de 36 anos, ela ligou para a casa deles e a menina atendeu o telefone. A filha do casal disse que o pai, de 30, e a mãe, de 25, estavam “dormindo” por um longo tempo e acrescentou que Alexander tinha “ficado todo preto”.

Conforme o jornal Mirror, imediatamente, a tia foi até o apartamento e encontrou o casal morto na cama. Ela acionou a polícia e o serviço de emergência. Em seguida, vestiu as criança e as tirou do apartamento. A suspeita é de que os pais tenham morrido por intoxicação alimentar.

Segundo a polícia, um frasco de picles dado pela avô de Alexander estava aberto na cozinha. A toxina botulínica dos picles pode ter sido a causa da morte. As crianças estão agora aos cuidados do pai de Alexander.

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Pesquisa comprova eficiência de telas de vidro ou acrílico contra Covid em salas de aula

O ideal é que a proteção seja aproximadamente 30 cm mais alta do que o aluno sentado

PortalPE10 com informações UOL

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Um estudo da Universidade do Novo México comprovou a eficácia de instalar barreiras de vidro, acrílico ou acetato em salas de aula para evitar a disseminação da Covid-19. A pesquisa também recomenda espaçar mais as carteiras e manter as janelas abertas.

As conclusões tomam como base simulação computadorizada que investiga a circulação de gotículas e aerossóis (partículas muito pequenas em suspensão no ar) no ambiente. As descobertas foram publicadas na revista Physics of Fluids, do Instituto Americano de Física (API, na sigla em inglês).

As barreiras transparentes utilizadas no estudo tinham 70 cm de altura. O ideal é que a proteção seja aproximadamente 30 cm mais alta do que o aluno sentado. A sala analisada era equipada com ar-condicionado, e as barreiras de vidro ou de acetato se mostraram eficazes nessa condição.

“Elas não param as partículas de 1 mícron [milésima parte do milímetro] diretamente, mas influenciam o campo de fluxo de ar local perto da fonte e reduzem a transmissão de forma consistente”, afirma Khaled Talaat, um dos autores da pesquisa.

Talaat recomenda a instalação desse tipo de barreira em frente às carteiras em qualquer sala de aula, com ou sem ar-condicionado. “Essas telas podem proteger parcialmente contra gotículas liberadas durante tosse e espirros. Não são uma alternativa às máscaras, apenas uma camada extra de proteção”, diz.

“Quando há uma barreira, você muda a dinâmica do fluxo de ar naquele espaço confinado. Se um jato de ar sai da boca de uma pessoa, a barreira pode mudar a trajetória de modo que as partículas não fiquem na altura da respiração da criança da carteira seguinte”, reforça Milena Ponczek, pós-doutoranda em ciências atmosféricas no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP).

Ponczek explica que, quando uma pessoa fala, tosse ou espirra, joga para fora ar repleto de partículas de diferentes tamanhos. “Se alguém estiver infectado com coronavírus, essas gotículas estarão com o vírus. Uma gotícula expelida pode conter centenas deles”, diz. Um complicador é que, com o passar do tempo, essas partículas perdem água, ficam mais leves e, consequentemente, passam mais tempo flutuando. “Quanto maior o período num espaço fechado, maior o risco”, alerta.

 

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