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Bolsonaro rebate fala de Biden sobre Amazônia: “Nossa soberania é inegociável”

A proposta foi apresentada pelo democrata durante o 1º de debate para a eleição norte-americana realizado na noite dessa 3ª feira (29.set.2020)

Lucas Passos

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© Sérgio Lima/Poder360   Jair Bolsonaro disse

O presidente Jair Bolsonaro rebateu nesta 4ª feira (30.set.2020), por meio do Twitter, a proposta do candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, o ex-vice-presidente Joe Biden, de formar uma coalizão internacional para transferir US$ 20 bilhões (cerca de R$ 115 bilhões) ao Brasil para a preservação da Amazônia.

A proposta foi apresentada pelo democrata durante o 1º de debate para a eleição norte-americana realizado na noite dessa 3ª feira (29.set.2020). Biden disse ainda que, caso eleito, pode impor sanções ao Brasil caso o problema não seja sanado.

Segundo Bolsonaro, as declarações do democrata mostram que “a cobiça de alguns países sobre a Amazônia é uma realidade” e também sinalizam que Biden quer “abrir mão de uma convivência cordial e profícua”.

“O que alguns ainda não entenderam é que o Brasil mudou. Hoje, seu Presidente, diferentemente da esquerda, não mais aceita subornos, criminosas demarcações ou infundadas ameaças. NOSSA SOBERANIA É INEGOCIÁVEL”, disse.

“Custo entender, como chefe de Estado que reabriu plenamente a sua diplomacia com os Estados Unidos, depois de décadas de governos hostis, tão desastrosa e gratuita declaração. Lamentável, sr. Joe Biden, sob todos os aspectos, lamentável”, afirmou.

Fonte: Poder360

© Fornecido por Poder360

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Carlos Bolsonaro posta vídeo de homem batendo panela com pênis de plástico

PortalPE10 com informações UOL

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O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), compartilhou um vídeo, nesta sexta (15), em que um homem aparece batendo panela com um pênis de plástico enquanto grita “Fora, Bolsonaro”.

O post já teve mais de 4 mil curtidas e 3 mil compartilhamentos.

Uma convocação de panelaço contra o presidente marcada para ocorrer nesta sexta-feira (15), às 20h30, tem sido divulgada em redes sociais. O apresentador Luciano Huck chegou a compartilhar imagem convocando para o ato.

 

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Ala inteira de pacientes morre por falta de oxigênio em hospital de Manaus

Redação PortalPE10

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Durante o colapso em Manaus, a situação mais grave foi registrada no Hospital Universitário, onde pacientes de uma ala inteira morreram asfixiados nesta quinta-feira (14). Igor Spindola, integrante da equipe do Ministério Público Federal (MPF) que atua no combate à pandemia na região, afirmou que, ontem, faltava oxigênio em 200 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“A nossa preocupação, no momento, é buscar oxigênio. A morte de pacientes de toda uma ala ocorreu no Hospital Universitário. Até ontem à noite, foi confirmado o óbito de seis pacientes desta ala. Mas, no meio do dia, e até o final do dia, é possível que tenham ocorrido outras. Eu ainda não consegui falar com o doutor Júlio, responsável pela unidade de saúde, que estava transtornado, pois ainda falta oxigênio e a vida dos pacientes está em risco”, disse.

Até o momento, o Amazonas registra 5,9 mil mortes e 223 mil infectados pelo coronavírus, causador da covid-19. Na quinta, auge da crise, foram registradas 3.816 novos infectados, o maior número em 24 horas desde o começo da pandemia. Também foram contabilizadas 51 novas mortes.

Cerca de 20 mil metros cúbicos/dia de oxigênio estão sendo enviados de balsa de Belém. No entanto, a embarcação demora três dias para chegar a Manaus. A previsão é de que domingo chegue a primeira carga. Nesta sexta-feira (15), devem ser transferidos 130 pacientes para outras unidades da Federação e até 700 no fim do processo.

Igor Spindola disse que, depois de serem apresentadas ações na Justiça contra a omissão do Estado, o governo federal começou a se movimentar para amenizar a situação. “Eu acabei de ser informado de que seis aviões da FAB vão fazer esse transporte todos os dias, para trazer 30 mil metros cúbicos. Ontem à noite chegaram alguns aviões, e hoje devem chegar mais. Se isso acontecer, conseguimos normalizar o suprimento até que a White Martins consiga expandir a produção do oxigênio aqui”, diz.

*Com informações do Correio Braziliense

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Sem oxigênio, Amazonas pede para transferir 60 bebês prematuros a outros estados

Redação PortalPE10

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O Amazonas avisou aos outros estados que precisa transferir pelo menos 60 bebês prematuros. Eles estão internados em Manaus e também correm o risco de ficar sem oxigênio. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), prometeu acolher os bebês e fez duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O pedido para que governadores chequem se há leitos de internação neonatal disponíveis foi feito na manhã desta sexta-feira (15).
O presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e secretário de saúde do Maranhão, Carlos Lula confirmou a informação à CNN.

Segundo ele, o Maranhão vai conseguir receber de cinco a dez bebês. A logística para viabilizar a transferência ainda não foi definida. Outros estados ainda verificam quantos prematuros conseguiriam receber.

Manaus sem oxigênio
Desde ontem, a cidade de Manaus está sem oxigênio hospitalar em virtude do aumento da demanda provocado pela explosão de casos de Covid-19. O consumo do gás pelo menos triplicou nos últimos dias e nas últimas 24 horas, a cidade usou o estoque disponível para dez dias.

Diante do caos, o estado começou a transferir pacientes de casos moderados de Covid para outros estados, entre eles o Maranhão, o Piauí e o Distrito Federal. Os primeiros tanques de oxigênio transportados pela FAB começaram a chegar à capital amazonense nesta manhã.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (15) em suas redes sociais que “todos os meios foram disponibilizados” para atender a população do Amazonas. Já o vice-presidente Hamilton Mourão disse que não era possível prever a crise por causa da nova variante do coronavírus descoberta em Manaus.

No fim do ano, o governador do Amazonas, Wilson Lima, tentou decretar lockdown na cidade, mas voltou atrás depois de protestos. Alguns parlamentares bolsonaristas comemoraram a desistência em redes sociais.

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