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Cotidiano

Brasil bate recorde e registra 42 novas mortes por coronavírus; total vai a 201

São 1.138 casos a mais do que no boletim de segunda-feira (30), a maior elevação diária em 24 horas desde o início da crise.

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O Ministério da Saúde atualizou nesta terça-feira (31) o panorama da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Segundo a pasta, o país tem 201 mortes e um total de 5.717 casos confirmados de COVID-19.

São 1.138 casos a mais do que no boletim de segunda-feira (30), a maior elevação diária em 24 horas desde o início da crise. Com 2.339 casos, São Paulo segue disparado como o estado com o maior número de registros da doença.

Na sequência, o ministério informa 708 casos no Rio de Janeiro, 390 no Ceará, 332 no Distrito Federal, 275 em Minas Gerais e 274 no Rio Grande do Sul. Ao todo, 60% (3.406) casos estão no Sudeste, 875 (15%) no Nordeste, 672 (12%) no Sul, 470 (8%) no Centro-Oeste e 294 (5%) na região Norte do país.

São Paulo é o estado também que registrou o maior número de óbitos — 136 no total. Há 23 mortes no Rio de Janeiro, sete no Ceará e seis em Pernambuco. Apesar de ter apenas 18 casos confirmados, o estado do Piauí confirmou quatro mortes, uma a mais do que no Distrito Federal, onde há 332 casos da COVID-19.

Há mortes registradas em 20 das 27 unidades federativas brasileiras. As informações foram disponibilizadas pelo Ministério da Saúde em plataforma online destinada ao monitoramento da pandemia do novo coronavírus no Brasil.

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Cotidiano

Austrália registra primeira morte por Covid-19 de 2021

A vítima é um idoso, que havia voltado de viagem das Filipinas.

Redação PortalPE10

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Homem caminha em rua vazia de Brisbane, na Austrália, após lockdown (AAP Image/Darren England via Reuters)

A Austrália registrou nesta terça-feira (13) a primeira morte provocada pela Covid-19 de 2021. O óbito de um homem de 80 anos foi registrado no estado australiano de Queensland. A última vítima fatal da doença havia sido registrada no dia 28 de dezembro no país. As informações são do NE10.

De acordo com a chefe do Escritório Médico de Queensland, Jeanette Young, o idoso havia voltado recentemente de uma viagem às Filipinas e recebeu o diagnóstico da doença no dia 25 de março. Ele cumpriu quarentena obrigatória, que é determinada para todas as pessoas, australianas ou não, que chegam de viagem de outros países.

O homem chegou a ser atendido em um hospital, mas não resistiu e morreu. Recentemente, a maior cidade de Queensland, Brisbane, e parte do estado entraram em lockdown depois que o governo identificou um grupo de casos em pessoas que já estava cumprindo a quarentena.

Não há registro de transmissão comunitária do vírus na região e as medidas de combate ao coronavírus em Queensland serão totalmente retiradas na próxima quinta-feira (15). Medidas de prevenção, como máscaras de proteção, por exemplo, não serão mais obrigatórias em locais públicos.

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Brasil

Babá volta atrás e confirma à polícia agressões de Dr. Jairinho ao menino Henry

Laudo da reprodução da morte do menino Henry aponta que o menino já estava morto havia ao menos uma hora quando foi retirado pela mãe e o padrasto do apartamento onde morava.

Redação PortalPE10

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Câmeras de segurança mostram momentos antes da morte do menino Henry – Foto: (Reprodução/TV Globo)

Em novo depoimento à polícia, a babá Thayná Ferreira, 25, voltou atrás e afirmou que o menino Henry Borel, 4, era agredido dentro de casa pelo namorado da mãe, o vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (afastado do Solidariedade). As informações são da Folhapress.

No primeiro depoimento, Thayná disse que nunca notou nada de anormal na relação entre o casal e o menino. A polícia descobriu, no entanto, que um mês antes da morte da criança ela trocou mensagens com a mãe de Henry, a professora Monique Medeiros, sobre agressões que aconteciam no apartamento em que a família morava, na Barra da Tijuca.

No segundo depoimento, que começou no meio da tarde desta segunda-feira (12) e avançou até a madrugada desta terça-feira (13), a babá teria relatado, segundo o Jornal da Globo, dois episódios de agressões do padrasto contra Henry.

Ela também contou aos policiais que a versão do seu primeiro depoimento foi combinada com os ex-patrões. Ela aceitou por medo de retaliações. Além disso, teria sido orientada por Monique a apagar a troca de mensagens por celular.

Thainá chegou e saiu da 16ª DP, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, com o rosto coberto por um casaco.

A babá e a faxineira Leila Rosângela Mattos, 57, tiveram um encontro com o advogado de Dr. Jairinho dias antes de prestarem depoimento à polícia. Elas mesmas contaram que a irmã do vereador pediu que fossem ao escritório de André França Barreto no dia 18 de março.

A defesa afirma que a babá foi orientada a dizer a verdade e relatar o que havia presenciado, de forma ética e legal, e que não há provas de que os depoimentos tenham sido influenciados.

A Justiça do Rio de Janeiro negou nesta segunda pedido de habeas corpus da defesa do vereador e de professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, 4 anos.

Os dois foram presos temporariamente na quinta-feira (8), sob suspeita do homicídio qualificado de Henry, após decisão judicial favorável a representação movida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. O órgão pediu a prisão por 30 dias, já que o crime é considerado hediondo.

Laudo da reprodução da morte do menino Henry aponta que o menino já estava morto havia ao menos uma hora quando foi retirado pela mãe e o padrasto do apartamento onde morava. A conclusão dos peritos veio a partir das imagens do elevador, que marcam 4h09min do dia 8 de março.

A Folha teve acesso a uma foto do vídeo, que mostra a criança de pijamas, envolvida em uma manta no colo da mãe, com os olhos revirados e pálida. Ao lado da professora Monique está Dr. Jairinho, com uma bolsa nas mãos.

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Brasil

Psicóloga é presa por tentativa de homicídio após atingir idosa com maracujá congelado

A polícia informou que após o ocorrido a psicóloga foi encaminhada à Central de Flagrantes, no Centro.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)

Uma psicóloga, de 52 anos, foi presa e autuada por tentativa de homicídio após a Marcha da Família Cristã pela Liberdade, em Curitiba, realizada no último domingo (11). A mulher teria atirado frutas congeladas e um saco de gelo contra os participantes da movimentação. Uma das pessoas atingidas foi uma idosa, de 73 anos, que precisou ser hospitalizada e levou pontos na cabeça por causa de um maracujá congelado. As informações são do NE10 Interior.

De acordo com a polícia, a mulher, que não teve sua identidade divulgada pelas autoridades, foi detida por tentativa de homicídio. Em vídeos publicados nas redes sociais é possível ver o atendimento à senhora ferida e a entrada da Polícia Militar no prédio de onde foram arremessadas as frutas congeladas.

A polícia informou que após o ocorrido a psicóloga foi encaminhada à Central de Flagrantes, no Centro.

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