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Cotidiano

‘Canibais de Garanhuns’ voltam a ser julgados por mais duas mortes nesta quinta-feira

O crime aconteceu em 2008, em Olinda, e os envolvidos alegaram participar de uma seita denominada.

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Os Canibais de Garanhuns voltam a sentar no banco dos réus nesta quinta-feira. Após mais de vinte horas de julgamento em novembro passado, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 51, Isabel Cristina Pires da Silveira, 51, e Bruna Cristina de Oliveira da Silva, 22, foram condenados pela morte, esquartejamento, ocultação de cadáver e prática de canibalismo contra a adolescente Jéssica Camila, de 17 anos. O crime aconteceu em 2008, em Olinda, e os envolvidos alegaram participar de uma seita denominada “Cartel”. Para eles, a morte brutal da vítima era uma forma de purificação. Desta vez, eles voltam a ser interrogados, mas pelas mortes que aconteceram no Agreste.



Barbárie em Garanhuns

A primeira audiência de instrução e julgamento sobre os homicídios qualificados contra Alexandra Falcão da Silva, de 20 anos, e Giselly Helena da Silva, 31, será no Salão do Júri do Fórum de Garanhuns, às 9h. A juíza da 1ª Vara Criminal de Garanhuns, Pollyianna Maria Barbosa, vai presidir a sessão. Serão ouvidas 26 testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público de Pernambuco. Em seguida, os acusados serão interrogados.

Ao final da instrução, o Ministério Público e a defesa poderão requerer diligências. Caso não haja pedido, apresentarão as alegações finais e o processo seguirá concluso para que a juíza decida sobre a pronúncia, ou seja, se os acusados serão ou não submetidos a julgamento popular através do Tribunal do Júri. O promotor que acompanhará a audiência será o Jorge Gonçalves Dantas Júnior.A audiência será aberta ao público, de acordo com o TJPE, e haverá reforço policial para garantir a segurança no local. 

Condenados no último ano, Jorge Beltrão cumpre pena no Presídio Desembargador Augusto Duque, em Pesqueira, e as mulheres estão na Colônia Penal Feminina de Buíque.

Relembre o caso
Em covas rasas cavadas no terreiro de uma típica construção de porta e janela comum no interior, policiais da delegacia de Garanhuns, a 220 quilômetros do Recife, fizeram uma descoberta que, ao mesmo tempo, punha fim à angústia de duas famílias da cidade e dava início a uma história chocante até para quem lida diariamente com crimes e mortes. Na tarde do dia 11 de abril de 2012, após investigações que revelaram o envolvimento de Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 51, Isabel Cristina Pires da Silveira, 51, e Bruna Cristina de Oliveira da Silva, 22, no desaparecimento de duas jovens moradoras da cidade, os corpos de Giselly Helena e Alexandra Falcão foram localizados.

A forma como os restos mortais foram encontrados já dava aos peritos as primeiras pistas da complexidade dos crimes. Os corpos das mulheres foram esquartejados e partes dos músculos retirados. Mal sabiam os policiais, mas a prisão dos três moradores da casa, que formavam um triângulo amoroso, era o primeiro passo para a revelação de detalhes de uma série de crimes que podem ter feito pelo menos oito vítimas em território pernambucano e paraibano – todas mulheres jovens

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Cotidiano

BBB: Irmã de Gil tatua rosto do brother e rebate críticas

Redação PortalPE10

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Janielly Nogueira, irmã de Gil, fez uma tatuagem com o rosto do brother. (Foto: Reprodução/Twitter)

A irmã do pernambucano Gil, do BBB21, Janielly Nogueira, fez uma tatuagem com o rosto do participante do reality para homenageá-lo. “É só uma das milhões de expressões de amor e admiração que tenho por você, meu querido e amado irmão. Eu te amo demais, Vigor”, escreveu Janielly que foi criticada pelos seguidores. As informações são do Diário de Pernambuco.

Após as críticas, Janielly deixou sua conta na rede social privada e se pronunciou através dos Stories do Instagram. “Gente, só para deixar claro que não pe uma foto do Gilberto, é uma caricatura. Trata-se de uma caricatura, não é realismo. Aprendam a diferenciar, que saco ter que explicar tudo”, comentou na rede. “É muito mimimi… Não tem perfeição não, eu gostei e está tudo certo para mim. Quem não gostou, não posso fazer nada… A tatuagem foi em mim, eu não pedi opinião antes de fazer”, acrescentou.

A pernambucana ainda pediu desculpas aos seguidores pelo tom de voz e comentou que não queria passar a impressão de grossa.

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Cotidiano

Austrália registra primeira morte por Covid-19 de 2021

A vítima é um idoso, que havia voltado de viagem das Filipinas.

Redação PortalPE10

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Homem caminha em rua vazia de Brisbane, na Austrália, após lockdown (AAP Image/Darren England via Reuters)

A Austrália registrou nesta terça-feira (13) a primeira morte provocada pela Covid-19 de 2021. O óbito de um homem de 80 anos foi registrado no estado australiano de Queensland. A última vítima fatal da doença havia sido registrada no dia 28 de dezembro no país. As informações são do NE10.

De acordo com a chefe do Escritório Médico de Queensland, Jeanette Young, o idoso havia voltado recentemente de uma viagem às Filipinas e recebeu o diagnóstico da doença no dia 25 de março. Ele cumpriu quarentena obrigatória, que é determinada para todas as pessoas, australianas ou não, que chegam de viagem de outros países.

O homem chegou a ser atendido em um hospital, mas não resistiu e morreu. Recentemente, a maior cidade de Queensland, Brisbane, e parte do estado entraram em lockdown depois que o governo identificou um grupo de casos em pessoas que já estava cumprindo a quarentena.

Não há registro de transmissão comunitária do vírus na região e as medidas de combate ao coronavírus em Queensland serão totalmente retiradas na próxima quinta-feira (15). Medidas de prevenção, como máscaras de proteção, por exemplo, não serão mais obrigatórias em locais públicos.

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Brasil

Babá volta atrás e confirma à polícia agressões de Dr. Jairinho ao menino Henry

Laudo da reprodução da morte do menino Henry aponta que o menino já estava morto havia ao menos uma hora quando foi retirado pela mãe e o padrasto do apartamento onde morava.

Redação PortalPE10

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Câmeras de segurança mostram momentos antes da morte do menino Henry – Foto: (Reprodução/TV Globo)

Em novo depoimento à polícia, a babá Thayná Ferreira, 25, voltou atrás e afirmou que o menino Henry Borel, 4, era agredido dentro de casa pelo namorado da mãe, o vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (afastado do Solidariedade). As informações são da Folhapress.

No primeiro depoimento, Thayná disse que nunca notou nada de anormal na relação entre o casal e o menino. A polícia descobriu, no entanto, que um mês antes da morte da criança ela trocou mensagens com a mãe de Henry, a professora Monique Medeiros, sobre agressões que aconteciam no apartamento em que a família morava, na Barra da Tijuca.

No segundo depoimento, que começou no meio da tarde desta segunda-feira (12) e avançou até a madrugada desta terça-feira (13), a babá teria relatado, segundo o Jornal da Globo, dois episódios de agressões do padrasto contra Henry.

Ela também contou aos policiais que a versão do seu primeiro depoimento foi combinada com os ex-patrões. Ela aceitou por medo de retaliações. Além disso, teria sido orientada por Monique a apagar a troca de mensagens por celular.

Thainá chegou e saiu da 16ª DP, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, com o rosto coberto por um casaco.

A babá e a faxineira Leila Rosângela Mattos, 57, tiveram um encontro com o advogado de Dr. Jairinho dias antes de prestarem depoimento à polícia. Elas mesmas contaram que a irmã do vereador pediu que fossem ao escritório de André França Barreto no dia 18 de março.

A defesa afirma que a babá foi orientada a dizer a verdade e relatar o que havia presenciado, de forma ética e legal, e que não há provas de que os depoimentos tenham sido influenciados.

A Justiça do Rio de Janeiro negou nesta segunda pedido de habeas corpus da defesa do vereador e de professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, 4 anos.

Os dois foram presos temporariamente na quinta-feira (8), sob suspeita do homicídio qualificado de Henry, após decisão judicial favorável a representação movida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. O órgão pediu a prisão por 30 dias, já que o crime é considerado hediondo.

Laudo da reprodução da morte do menino Henry aponta que o menino já estava morto havia ao menos uma hora quando foi retirado pela mãe e o padrasto do apartamento onde morava. A conclusão dos peritos veio a partir das imagens do elevador, que marcam 4h09min do dia 8 de março.

A Folha teve acesso a uma foto do vídeo, que mostra a criança de pijamas, envolvida em uma manta no colo da mãe, com os olhos revirados e pálida. Ao lado da professora Monique está Dr. Jairinho, com uma bolsa nas mãos.

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