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Cotidiano

Cantor intérprete de Luiz Gonzaga sofre tentativa de homicídio

Chambinho do Acordeon foi perseguido por um motoqueiro após show

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O cantor Chambinho do Acordeon, que interpretou Luiz Gonzaga no cinema, sofreu uma tentativa de homicídio na madrugada de sábado (30), após se apresentar em uma casa de shows na Zona Leste de Teresina. O artista estava acompanhado da empresária e de um amigo, quando um motoqueiro atirou quatro vezes contra o carro em que estavam. Apenas o motorista ficou ferido.

Em seu perfil no Facebook, Chambinho relatou o acontecimento e agradeceu a Deus está vivo. Ele declarou também não entender o que teria motivado o crime: “Qual será o motivo?? Não tenho desavenças pessoais com NINGUÉM, Confundiram o carro??? Ou querem fazer o mal comigo?? ESTAMOS VIVOS !!! ATÉ AONDE VAI ESSA MALDITA VIOLÊNCIA????? Logo no Piauí?? Não acredito que isso aconteceu ou está acontecendo!! Agradeço o apoio de todos!! A VIDA SEGUE!!!”


O G1 conversou com a empresária e namorada do cantor, Daniela Piccino, que estava com o artista dentro do carro. Ela contou que Chambinho terminou a apresentação volta de 2h15 e cerca de 50 metros da casa de shows, um motoqueiro armado começou a disparar contra o veículo em que estavam.

“O nosso amigo era quem dirigia o carro. Estávamos animados, falando de composições, por isso andávamos a 40 km/h, quando ouvi um barulho e achei que fosse o pneu estourando. Logo em seguida olhei para o lado e vi o motoqueiro armado, então gritei de medo, mas na hora ele atirou mais três vezes mirando bem no Chambinho, que estava no banco do passageiro da frente”, relatou.

A empresária Daniela Piccino revelou que uma das balas passou na frente do cantor e atravessou a outra porta. Os estilhaços atingiu o braço do motorista e motoqueiro fugiu, dobrando em uma rua à direita.

“Ainda vi outra moto se aproximando do carro e mandei o nosso amigo correr. Fomos direto para o hotel e acionamos a polícia. Nós registramos boletim de ocorrência na Central de Flagrantes e prestamos depoimento ao delegado da área. O Chambinho ficou muito abalado, quis embora da cidade ainda de madrugada, mas nossos amigos conseguiram acalmar ele e decidimos ficar mais um tempo em Teresina”, contou.

Além do show nesse sábado (30), Chambinho do Acordeon veio para Teresina participar do casamento de um amigo, em que ele e a namorada eram os padrinhos. O cantor preferiu não falar com a imprensa, pois ainda estava tentando dormir.

O delegado Adelmar Canabrava, titular do 12º Distrito Policial e responsável pelas investigações, informou ter solicitado as imagens de todas as câmeras de segurança localizadas na Avenida Nossa Senhora de Fátima, onde aconteceu o crime. Nenhum suspeito foi preso até às 11h deste domingo.

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Cotidiano

BBB: Irmã de Gil tatua rosto do brother e rebate críticas

Redação PortalPE10

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Janielly Nogueira, irmã de Gil, fez uma tatuagem com o rosto do brother. (Foto: Reprodução/Twitter)

A irmã do pernambucano Gil, do BBB21, Janielly Nogueira, fez uma tatuagem com o rosto do participante do reality para homenageá-lo. “É só uma das milhões de expressões de amor e admiração que tenho por você, meu querido e amado irmão. Eu te amo demais, Vigor”, escreveu Janielly que foi criticada pelos seguidores. As informações são do Diário de Pernambuco.

Após as críticas, Janielly deixou sua conta na rede social privada e se pronunciou através dos Stories do Instagram. “Gente, só para deixar claro que não pe uma foto do Gilberto, é uma caricatura. Trata-se de uma caricatura, não é realismo. Aprendam a diferenciar, que saco ter que explicar tudo”, comentou na rede. “É muito mimimi… Não tem perfeição não, eu gostei e está tudo certo para mim. Quem não gostou, não posso fazer nada… A tatuagem foi em mim, eu não pedi opinião antes de fazer”, acrescentou.

A pernambucana ainda pediu desculpas aos seguidores pelo tom de voz e comentou que não queria passar a impressão de grossa.

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Cotidiano

Austrália registra primeira morte por Covid-19 de 2021

A vítima é um idoso, que havia voltado de viagem das Filipinas.

Redação PortalPE10

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Homem caminha em rua vazia de Brisbane, na Austrália, após lockdown (AAP Image/Darren England via Reuters)

A Austrália registrou nesta terça-feira (13) a primeira morte provocada pela Covid-19 de 2021. O óbito de um homem de 80 anos foi registrado no estado australiano de Queensland. A última vítima fatal da doença havia sido registrada no dia 28 de dezembro no país. As informações são do NE10.

De acordo com a chefe do Escritório Médico de Queensland, Jeanette Young, o idoso havia voltado recentemente de uma viagem às Filipinas e recebeu o diagnóstico da doença no dia 25 de março. Ele cumpriu quarentena obrigatória, que é determinada para todas as pessoas, australianas ou não, que chegam de viagem de outros países.

O homem chegou a ser atendido em um hospital, mas não resistiu e morreu. Recentemente, a maior cidade de Queensland, Brisbane, e parte do estado entraram em lockdown depois que o governo identificou um grupo de casos em pessoas que já estava cumprindo a quarentena.

Não há registro de transmissão comunitária do vírus na região e as medidas de combate ao coronavírus em Queensland serão totalmente retiradas na próxima quinta-feira (15). Medidas de prevenção, como máscaras de proteção, por exemplo, não serão mais obrigatórias em locais públicos.

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Brasil

Babá volta atrás e confirma à polícia agressões de Dr. Jairinho ao menino Henry

Laudo da reprodução da morte do menino Henry aponta que o menino já estava morto havia ao menos uma hora quando foi retirado pela mãe e o padrasto do apartamento onde morava.

Redação PortalPE10

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Câmeras de segurança mostram momentos antes da morte do menino Henry – Foto: (Reprodução/TV Globo)

Em novo depoimento à polícia, a babá Thayná Ferreira, 25, voltou atrás e afirmou que o menino Henry Borel, 4, era agredido dentro de casa pelo namorado da mãe, o vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (afastado do Solidariedade). As informações são da Folhapress.

No primeiro depoimento, Thayná disse que nunca notou nada de anormal na relação entre o casal e o menino. A polícia descobriu, no entanto, que um mês antes da morte da criança ela trocou mensagens com a mãe de Henry, a professora Monique Medeiros, sobre agressões que aconteciam no apartamento em que a família morava, na Barra da Tijuca.

No segundo depoimento, que começou no meio da tarde desta segunda-feira (12) e avançou até a madrugada desta terça-feira (13), a babá teria relatado, segundo o Jornal da Globo, dois episódios de agressões do padrasto contra Henry.

Ela também contou aos policiais que a versão do seu primeiro depoimento foi combinada com os ex-patrões. Ela aceitou por medo de retaliações. Além disso, teria sido orientada por Monique a apagar a troca de mensagens por celular.

Thainá chegou e saiu da 16ª DP, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, com o rosto coberto por um casaco.

A babá e a faxineira Leila Rosângela Mattos, 57, tiveram um encontro com o advogado de Dr. Jairinho dias antes de prestarem depoimento à polícia. Elas mesmas contaram que a irmã do vereador pediu que fossem ao escritório de André França Barreto no dia 18 de março.

A defesa afirma que a babá foi orientada a dizer a verdade e relatar o que havia presenciado, de forma ética e legal, e que não há provas de que os depoimentos tenham sido influenciados.

A Justiça do Rio de Janeiro negou nesta segunda pedido de habeas corpus da defesa do vereador e de professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, 4 anos.

Os dois foram presos temporariamente na quinta-feira (8), sob suspeita do homicídio qualificado de Henry, após decisão judicial favorável a representação movida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. O órgão pediu a prisão por 30 dias, já que o crime é considerado hediondo.

Laudo da reprodução da morte do menino Henry aponta que o menino já estava morto havia ao menos uma hora quando foi retirado pela mãe e o padrasto do apartamento onde morava. A conclusão dos peritos veio a partir das imagens do elevador, que marcam 4h09min do dia 8 de março.

A Folha teve acesso a uma foto do vídeo, que mostra a criança de pijamas, envolvida em uma manta no colo da mãe, com os olhos revirados e pálida. Ao lado da professora Monique está Dr. Jairinho, com uma bolsa nas mãos.

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