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Cantor Jair Rodrigues morre aos 75 anos

O cantor Jair Rodrigues morreu, nesta quinta_feira, aos 75 anos. O artista estava na casa dele, em Cotia (SP).

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De acordo com informações do UOL, o cantor foi encontrado morto, na sauna da casa dele. A assessoria de imprensa do artista informou que Rodrigues foi sozinho para a sauna na noite dessa quarta (7) e não saiu de lá. A família só teria encontrado o corpo próximo das 10h da manhã desta quinta (8). Ainda não foi divulgada a causa da morte.

Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em 1939, em Iguarapava (SP). Pai dos cantores Jairzinho e Luciana Mello, Jair Rodrigues começou a carreira como cantor solo nos anos 50 e ganhou fama nacional a partir de Disparada, de Geraldo Vandré, apresentada em festival de música.

Um ano antes, Jair e Elis Regina fizeram sucesso com uma parceria no programa O Fino da Bossa, programa da TV Record.

Com personalidade extrovertida e brincalhona, o cantor ficou conhecido por cantar sambas e surpreender pela interpretação e colecionou sucessos como O menino da PorteiraMajestade o Sabiá Boi da Cara Preta.

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Brasil

Governo assumiu que sabia desde o dia 8 da crise do oxigênio em Manaus

Ainda na resposta ao STF, o AGU afirmou que o governo federal “jamais deixou de oferecer canais de interação aptos a promover a cooperação federativa com os demais entes do estado brasileiro, nem se negou a promover ações em auxílio a unidades em situação de vulnerabilidade”.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

A Advocacia Geral da União (AGU) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o governo federal sabia da crise de falta de oxigênio em Manaus desde o dia 8 de janeiro, sexta-feira, seis dias antes de o sistema entrar em verdadeiro colapso, com paciente na capital do Amazonas morrendo por asfixia.

As informações detalhadas foram enviadas pela AGU ao Supremo no âmbito de uma ação movida pelo PT e PCdoB na qual o ministro Ricardo Lewandowski determinou na última sexta-feira (15) que o governo federal realizasse todas as ações ao seu alcance para colocar fim à crise sanitária em Manaus.

Conforme resposta do advogado-geral da União, José Levi Mello, o Ministério da Saúde foi informado sobre a “crítica situação do esvaziamento de estoque de oxigênio em Manaus” no dia 8, “por meio de e-mail enviado pela empresa”.

“A partir do conhecimento dessa informação, houve alteração da programação da visita do secretariado do Ministério da Saúde a Manaus, que passou a envolver a inspeção das localidades de armazenamento e manejo de oxigênio hospitalar”, afirmou.

A empresa em questão é a White Martins, uma das maiores fornecedoras de oxigênio no estado. Em comunicado na semana passada, a empresa havia dito que informou o governo do estado e o governo federal sobre o “crescimento imprevisível e exponencial da demanda” no início do mês.

Pazuello ficou em Manaus com equipe do ministério até quarta-feira (13), um dia antes de o sistema entrar em colapso. A visita se deu diante do aumento de casos e mortes por covid-19, e a pasta foi ao local para anunciar medidas de enfrentamento à pandemia. Na segunda-feira (11), em pronunciamento, o ministro afirmou que atenderia 100% da demanda na região e citou a falta de oxigênio.

“Estamos vivendo crise de oxigênio? Sim. De abertura de UTIs? Sim. De pessoal? Sim. A nossa saúde de Manaus já começa com 75% de ocupação. Qual é a novidade? Então, é muito importante medidas que diminuam a entrada (hospitalar). Precisa tomar medidas para reduzir a entrada nos hospitais de outras doenças”, disse.

Ainda na resposta ao STF, o AGU afirmou que o governo federal “jamais deixou de oferecer canais de interação aptos a promover a cooperação federativa com os demais entes do estado brasileiro, nem se negou a promover ações em auxílio a unidades em situação de vulnerabilidade”.

“O colapso do estoque de oxigênio hospitalar na cidade de Manaus foi informado de maneira tardia aos órgãos federais, que empregaram toda a diligência possível para contornar a situação, sobretudo mediante a mobilização da Força Nacional de Saúde do SUS”, afirmou.

Conforme informações prestadas por José Levi, o “iminente colapso” já era de conhecimento do Ministério da Saúde desde os dias 3 e 4, quando foram realizadas reuniões de uma comitiva do Ministério em Manaus com gestores estaduais e municipais. A decisão por enviar uma comitiva se deu ainda no fim do ano de 2020, diante do aumento de hospitalizações.

Durante essas reuniões, segundo o AGU, foi concluído que havia “possibilidade iminente de colapso do sistema de saúde, em 10 dias, devido à falta de recursos humanos para o funcionamento dos novos leitos”.

Nos encontros, também foi concluído sobre as dificuldades de aquisição de materiais de consumo hospitalar, medicamentos e equipamentos, dentre outros pontos, como a estimativa de “um substancial aumento de casos, o que pode provocar aumento da pressão sobre o sistema, entre o período de 11 a 15 de janeiro”.

Plano Manaus

Na resposta ao STF, o advogado-geral cita ainda que “após esse diagnóstico”, o ministério “concebeu o Plano Manaus, com diversas diretrizes voltadas ao apoio das administrações locais com o objetivo de normalizar o atendimento à saúde, tendo ainda sido programada viagem do ministro da Saúde a Manaus”.

Foi aberta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no último domingo (17) uma apuração preliminar para avaliar a conduta de Pazuello no Amazonas, analisando eventual omissão. O ministro tem 15 dias para responder.

*Com informações Correio Braziliense

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Brasil

Enem Digital: locais de prova estão disponíveis para consulta

Prova na modalidade digital é novidade e será aplicada em 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

Redação PortalPE10

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(Foto: Shutterstock)

Inscritos na versão digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já podem consultar os locais de prova disponíveis na Página do Participante. A avaliação nessa modalidade inédita será realizada nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021.

O Enem Digital ocorrerá no formato de “aplicação-piloto” e os estudantes usarão computadores nos locais de aplicação para responder às questões da prova, não sendo permitido, portanto, o uso de equipamento pessoal.

Embora o exame seja feito no computador, os candidatos deverão levar caneta esferográfica da cor preta porque a redação será feita no papel.

No Enem Digital, apenas os estudantes concluintes do ensino médio, ou que já concluíram e não precisam de recurso de acessibilidade, participarão das provas nesse modelo. Ao todo, 96.086 inscritos participarão desse formato do exame, segundo o Ministério da Educação.

Consulta

Para conferir o local de prova, o candidato precisa acessar a Página do Participante. Para isso, deve, obrigatoriamente, ter cadastro no portal do Governo Federal, no endereço eletrônico acesso.gov.br. O login e a senha únicos são necessários para acesso ao Cartão de Confirmação de Inscrição do Enem 2020.

No cartão de inscrição estão as datas e os horários das provas, assim como o número de inscrição de cada participante e a opção de língua estrangeira selecionada.

O documento também registra a indicação de tratamento pelo nome social, caso essa solicitação tenha sido feita e aprovada. É recomendado que o estudante leve esse cartão nos dias de aplicação das provas.

Logística

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) pretende tornar o Enem totalmente digital até 2026. Nessa primeira etapa piloto, serão usados cerca de quatro mil laboratórios, com cerca de 20 computadores cada. Os equipamentos terão acesso apenas à prova. Assim, será vedado o acesso à internet ou documentos do computador.

“A gente procurou, nesse momento, simular no ambiente digital o que acontece no papel. Então, o aluno vai poder, por exemplo, ir na questão mais à frente, pode voltar. No final, ele vai marcar e quando der o sinal que finalizou a prova, o sistema trava o preenchimento do gabarito. Aí pronto, não vai mais poder mexer e a prova vai vir direto para o Inep”, explica o presidente do Inep, Alexandre Lopes.

Além dos aplicadores, nas salas de prova os candidatos contarão com a assistência de um técnico em informática, para que se algum computador apresentar problema o técnico possa tentar resolver imediatamente. Se não conseguir, o estudante poderá usar uma das máquinas reservas. Se houver um problema mais grave que impeça que o candidato faça a prova, esse estudante vai poder participar da reaplicação da prova em papel, assegura o Inep.

*Com informações Agência Educa Mais Brasil

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Governo assumiu que sabia desde o dia 8 da crise do oxigênio em Manaus

Redação PortalPE10

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A Advocacia Geral da União (AGU) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o governo federal sabia da crise de falta de oxigênio em Manaus desde o dia 8 de janeiro, sexta-feira, seis dias antes de o sistema entrar em verdadeiro colapso, com paciente na capital do Amazonas morrendo por asfixia.

As informações detalhadas foram enviadas pela AGU ao Supremo no âmbito de uma ação movida pelo PT e PCdoB na qual o ministro Ricardo Lewandowski determinou na última sexta-feira (15) que o governo federal realizasse todas as ações ao seu alcance para colocar fim à crise sanitária em Manaus.

Conforme resposta do advogado-geral da União, José Levi Mello, o Ministério da Saúde foi informado sobre a “crítica situação do esvaziamento de estoque de oxigênio em Manaus” no dia 8, “por meio de e-mail enviado pela empresa”.

“A partir do conhecimento dessa informação, houve alteração da programação da visita do secretariado do Ministério da Saúde a Manaus, que passou a envolver a inspeção das localidades de armazenamento e manejo de oxigênio hospitalar”, afirmou.

A empresa em questão é a White Martins, uma das maiores fornecedoras de oxigênio no estado. Em comunicado na semana passada, a empresa havia dito que informou o governo do estado e o governo federal sobre o “crescimento imprevisível e exponencial da demanda” no início do mês.

Pazuello ficou em Manaus com equipe do ministério até quarta-feira (13), um dia antes de o sistema entrar em colapso. A visita se deu diante do aumento de casos e mortes por covid-19, e a pasta foi ao local para anunciar medidas de enfrentamento à pandemia. Na segunda-feira (11), em pronunciamento, o ministro afirmou que atenderia 100% da demanda na região e citou a falta de oxigênio.

“Estamos vivendo crise de oxigênio? Sim. De abertura de UTIs? Sim. De pessoal? Sim. A nossa saúde de Manaus já começa com 75% de ocupação. Qual é a novidade? Então, é muito importante medidas que diminuam a entrada (hospitalar). Precisa tomar medidas para reduzir a entrada nos hospitais de outras doenças”, disse.

Ainda na resposta ao STF, o AGU afirmou que o governo federal “jamais deixou de oferecer
canais de interação aptos a promover a cooperação federativa com os demais entes do estado brasileiro, nem se negou a promover ações em auxílio a unidades em situação de vulnerabilidade”.

“O colapso do estoque de oxigênio hospitalar na cidade de Manaus foi informado de maneira tardia aos órgãos federais, que empregaram toda a diligência possível para contornar a situação, sobretudo mediante a mobilização da Força Nacional de Saúde do SUS”, afirmou.

Conforme informações prestadas por José Levi, o “iminente colapso” já era de conhecimento do Ministério da Saúde desde os dias 3 e 4, quando foram realizadas reuniões de uma comitiva do Ministério em Manaus com gestores estaduais e municipais. A decisão por enviar uma comitiva se deu ainda no fim do ano de 2020, diante do aumento de hospitalizações.

Durante essas reuniões, segundo o AGU, foi concluído que havia “possibilidade iminente de colapso do sistema de saúde, em 10 dias, devido à falta de recursos humanos para o funcionamento dos novos leitos”.

Nos encontros, também foi concluído sobre as dificuldades de aquisição de materiais de consumo hospitalar, medicamentos e equipamentos, dentre outros pontos, como a estimativa de “um substancial aumento de casos, o que pode provocar aumento da pressão sobre o sistema, entre o período de 11 a 15 de janeiro”.

Plano Manaus
Na resposta ao STF, o advogado-geral cita ainda que “após esse diagnóstico”, o ministério “concebeu o Plano Manaus, com diversas diretrizes voltadas ao apoio das administrações locais com o objetivo de normalizar o atendimento à saúde, tendo ainda sido programada viagem do ministro da Saúde a Manaus”.

Foi aberta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no último domingo (17) uma apuração preliminar para avaliar a conduta de Pazuello no Amazonas, analisando eventual omissão. O ministro tem 15 dias para responder.

Por: Correio Braziliense

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