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Cotidiano

Celpe pede para aumentar conta de luz em 18%

O número é preliminar. O percentual definitivo será definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no dia 22

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O governo federal pode até ter deixado para o ano que vem o repasse do aumento da energia por causa do uso das usinas térmicas (bem mais caras) neste período de secura dos reservatórios das hidrelétricas. Mas é melhor ir preparando o bolso. A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) quer um aumento gordo já para este ano.

Segundo a proposta anual de reajuste, que está no site da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Celpe pediu para aumentar nossas contas de luz em 18,13%. “Só” isso. A agência vai definir se atende o pleito integralmente ou puxa um pouco a sardinha para o nosso lado na próxima terça-feira (22).

O reajuste que for determinado pela Aneel vai começar a valer a partir do dia 29 de abril. De acordo com a justificativa da companhia, ela teve um gasto muito grande comprando energia no mercado de curto prazo. Por isso está pedindo um reajuste tão alto. Tadinha da Celpe. Uma detalhe é que a inflação no período foi de menos de 6%. Tadinhos de nós.

Segundo nota enviada à imprensa, a Celpe diz que o pedido de aumento é “compatível com os resultados já aplicados a outras distribuidoras do país.”

A empresa diz também que “para definição do reajuste ainda são considerados mecanismos de correção da parcela B (custos gerenciáveis pela Celpe), nos últimos 12 meses, para atendimento ao consumidor, conforme contrato de concessão. Essa parte é a que compete à concessionária e responde pela menor parcela do reajuste, correspondente a 1,93%.” Então tá.

No ano passado, os mais de 3,2 milhões de clientes da Celpe tiveram, em média, um aumento de 1,32% durante a chamada revisão tarifária da companhia. Ela é igual ao ano bissexto. Acontece de quatro em quatro anos. Para os clientes residenciais, o reajuste foi de 0,79%. A empresa tinha feito uma proposta de aumento médio de 3,12%.

com DP

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Cotidiano

Rede Globo cogita Ivete Sangalo para substituir Fausto Silva

Apresentador vai deixar a emissora até o final deste ano.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

Após o anúncio da saída de Fausto Silva da Rede Globo, de pois de 32 anos no ar, muitos nomes começaram a ser cotados para substituir o apresentador. De todos os nomes cogitados, o favorito seria o da cantora Ivete Sangalo. As informações são do colunista Fefito, do UOL.

A baiana já possui experiência no comando de atrações televisivas, como o programa Estação Globo. Ivete também foi jurada do The Voice Brasil.

Os outros nomes cogitados pela direção global são Xuxa Meneghel, Eliana e Marcos Mion. Nenhuma decisão foi tomada por enquanto porque a grade de programas da emissora para 2022 ainda não foi fechada.

Uma outra hipótese é que atrações jornalísticas e esportivas ganhem mais espaço aos domingos, tendo outros nomes para assumir a programação dominical.

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Brasil

Brasil está entre os 20 países que mais vacinaram contra a Covid

País já vacinou mais de 700 mil pessoas.

Redação PortalPE10

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(Foto: Aluísio Moreira/SEI)

Apesar da pandemia de Covid-19 forte, o Brasil segue avançando no combate à doença. E até esta terça-feira (26), o país já vacinou mais de 800 mil pessoas contra a doença, o que coloca o Brasil entre os 20 países do mundo que mais imunizaram sua população.

De acordo com dados divulgados pela Universidade de Oxford, o Brasil se encontra em 16º lugar na lista.

Até o momento, o Brasil já vacinou cerca de 0,33% da população. A vacinação no país começou no dia 18.

*Com informações Pleno.News

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Brasil

São Paulo confirma três casos de variante da Covid vinda do Amazonas

Nova cepa do vírus surgiu em Manaus em dezembro e vem se disseminando rapidamente pela capital amazonense.

Redação PortalPE10

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Com 48 horas de infecção, células começam a apresentar prolongamento que pode contribuir com o avanço da Covid; em azul, as partículas virais — Foto: LMMV/IOC/Fiocruz, LVRS/IOC/Fiocruz e Nulam/Inmetro

A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo confirmou, na terça-feira (26), três casos importados de Covid-19 no Estado causados pela nova variante brasileira do coronavírus, identificada pela primeira vez no Amazonas e que vem sendo apontada como uma das razões para a explosão de casos da doença em Manaus.

Esses são os primeiros registros da nova variante fora do Amazonas. De acordo com a secretaria, a confirmação foi feita por meio de sequenciamento genético feito no Laboratório Estratégico do Instituto Adolfo Lutz, que é referência nacional e vinculado à pasta estadual.

– O vírus foi sequenciado a partir de amostras com resultados positivos de exames processados pelo Centro de Virologia de três pessoas que tiveram Covid-19 e passaram por atendimento em serviços da rede pública de saúde em São Paulo, com histórico de viagem ou residência em Manaus – disse a pasta, em nota.

Segundo estudos feitos por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e Fiocruz Amazonas, a cepa teria surgido em Manaus em dezembro e vem se disseminando com rapidez na capital amazonense. A variante, chamada de P.1, tem mutações importantes na proteína spike, responsável por permitir a entrada do patógeno nas células humanas.

A P.1 é derivada de uma das variantes predominantes no país, a B 1.1.28. É provável que ela tenha maior poder de transmissão por causa da mutação N501Y, presente também nas variantes identificadas no Reino Unido e na África do Sul.

– Essas mutações poderiam estar associadas a um maior potencial de transmissão, apesar de ainda não haver comprovação científica de que esta variante seja mais virulenta ou transmissível em comparação a outras previamente identificadas – informou a secretaria.

Outra mutação que causa preocupação é a E484K, já associada em estudos a um potencial de escapar de anticorpos, o que pode favorecer reinfecções e até afetar a eficácia de vacinas. Novas pesquisas estão sendo feitas para determinar se a variante brasileira e as demais são mais contagiosas, letais ou se afetariam o desempenho dos imunizantes.

Os sequenciamentos realizados pelo Lutz foram depositados no banco de dados online e mundial Gisaid (Iniciativa Global de Compartilhamento de Todos os Dados sobre Influenza). De acordo com a secretaria, eles têm alta qualidade e confiabilidade, correspondendo a 99,9% do genoma do vírus.

*Com informações Estadão.

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