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Cotidiano

Cerveja não mata sede nem alivia tensão

Cerveja: ela não mata a sede e pode acarretar desidratação e desmaios

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Se um dia quente, com termômetros acima dos 35 graus, é o pretexto perfeito para um happy-hour regado a muita cerveja, a médica nutróloga, Maria Del Rosário, diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), joga um balde de água fria nas desculpas recorrentes para beber após o expediente.

Segundo ela, bebida alcoólica não mata a sede e muito menos alivia a tensão.

“Pelo contrário. O álcool desidrata ainda mais o organismo e, em excesso, ele ‘rouba’ vitaminas do corpo importantes para combater o estresse”, afirma a especialista.

A explicação é fisiológica, esclarece Maria Del Rosário. Como a cerveja é metabolizada no fígado, o corpo gasta mais vitaminas do complexo B para concluir este processo.

“São estes nutrientes que ajudam o organismo a lidar melhor com o estresse. Quando estão em falta, a tensão, o cansaço e a estafa aumentam”, ensina.

Simultaneamente, o etanol presente nos drinques também eleva a pressão arterial e aumenta o suor. O resultado é mais transpiração e, sem cuidado, o resultado pode ser desidratação e desmaio.

Apesar disso, Maria Del Rosário não é contra o happy-hour em dias de calor, oportunidade de bater papo, se divertir e encontrar os amigos. A palavra-chave, aconselha, é moderação no consumo. Confira outras dicas dela para manter a saúde nestas ocasiões:

– Chegando ao bar, mate a sede com água e não com cerveja ou outras bebidas alcoólicas

– Não se esqueça de manter a hidratação ao longo do evento, sempre com água ou sucos naturais

– É preciso se alimentar antes de beber, para deixar o organismo mais forte para metabolizar o álcool

– Alguns alimentos são ricos em vitaminas do complexo B, responsáveis por combater o estresse e as mais consumidas pelo álcool. Por isso, opte por aperitivos, pratos ou preparos que contenham castanhas, nozes e frutas cítricas (laranja e limão)

– Brócolis e pepino podem ser opções de aperitivos, dois vegetais ricos em nutrientes normalmente eliminados com o consumo de álcool

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Cotidiano

Rede Globo cogita Ivete Sangalo para substituir Fausto Silva

Apresentador vai deixar a emissora até o final deste ano.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

Após o anúncio da saída de Fausto Silva da Rede Globo, de pois de 32 anos no ar, muitos nomes começaram a ser cotados para substituir o apresentador. De todos os nomes cogitados, o favorito seria o da cantora Ivete Sangalo. As informações são do colunista Fefito, do UOL.

A baiana já possui experiência no comando de atrações televisivas, como o programa Estação Globo. Ivete também foi jurada do The Voice Brasil.

Os outros nomes cogitados pela direção global são Xuxa Meneghel, Eliana e Marcos Mion. Nenhuma decisão foi tomada por enquanto porque a grade de programas da emissora para 2022 ainda não foi fechada.

Uma outra hipótese é que atrações jornalísticas e esportivas ganhem mais espaço aos domingos, tendo outros nomes para assumir a programação dominical.

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Brasil

Brasil está entre os 20 países que mais vacinaram contra a Covid

País já vacinou mais de 700 mil pessoas.

Redação PortalPE10

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(Foto: Aluísio Moreira/SEI)

Apesar da pandemia de Covid-19 forte, o Brasil segue avançando no combate à doença. E até esta terça-feira (26), o país já vacinou mais de 800 mil pessoas contra a doença, o que coloca o Brasil entre os 20 países do mundo que mais imunizaram sua população.

De acordo com dados divulgados pela Universidade de Oxford, o Brasil se encontra em 16º lugar na lista.

Até o momento, o Brasil já vacinou cerca de 0,33% da população. A vacinação no país começou no dia 18.

*Com informações Pleno.News

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Brasil

São Paulo confirma três casos de variante da Covid vinda do Amazonas

Nova cepa do vírus surgiu em Manaus em dezembro e vem se disseminando rapidamente pela capital amazonense.

Redação PortalPE10

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Com 48 horas de infecção, células começam a apresentar prolongamento que pode contribuir com o avanço da Covid; em azul, as partículas virais — Foto: LMMV/IOC/Fiocruz, LVRS/IOC/Fiocruz e Nulam/Inmetro

A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo confirmou, na terça-feira (26), três casos importados de Covid-19 no Estado causados pela nova variante brasileira do coronavírus, identificada pela primeira vez no Amazonas e que vem sendo apontada como uma das razões para a explosão de casos da doença em Manaus.

Esses são os primeiros registros da nova variante fora do Amazonas. De acordo com a secretaria, a confirmação foi feita por meio de sequenciamento genético feito no Laboratório Estratégico do Instituto Adolfo Lutz, que é referência nacional e vinculado à pasta estadual.

– O vírus foi sequenciado a partir de amostras com resultados positivos de exames processados pelo Centro de Virologia de três pessoas que tiveram Covid-19 e passaram por atendimento em serviços da rede pública de saúde em São Paulo, com histórico de viagem ou residência em Manaus – disse a pasta, em nota.

Segundo estudos feitos por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e Fiocruz Amazonas, a cepa teria surgido em Manaus em dezembro e vem se disseminando com rapidez na capital amazonense. A variante, chamada de P.1, tem mutações importantes na proteína spike, responsável por permitir a entrada do patógeno nas células humanas.

A P.1 é derivada de uma das variantes predominantes no país, a B 1.1.28. É provável que ela tenha maior poder de transmissão por causa da mutação N501Y, presente também nas variantes identificadas no Reino Unido e na África do Sul.

– Essas mutações poderiam estar associadas a um maior potencial de transmissão, apesar de ainda não haver comprovação científica de que esta variante seja mais virulenta ou transmissível em comparação a outras previamente identificadas – informou a secretaria.

Outra mutação que causa preocupação é a E484K, já associada em estudos a um potencial de escapar de anticorpos, o que pode favorecer reinfecções e até afetar a eficácia de vacinas. Novas pesquisas estão sendo feitas para determinar se a variante brasileira e as demais são mais contagiosas, letais ou se afetariam o desempenho dos imunizantes.

Os sequenciamentos realizados pelo Lutz foram depositados no banco de dados online e mundial Gisaid (Iniciativa Global de Compartilhamento de Todos os Dados sobre Influenza). De acordo com a secretaria, eles têm alta qualidade e confiabilidade, correspondendo a 99,9% do genoma do vírus.

*Com informações Estadão.

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