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Política

Ciro Gomes pede apoio de Paulo Câmara à sua candidatura

Animado com o encontro, Paulo Câmara destacou que o presidenciável está preparado para o desafio.

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Foto: Daniel Leite/Blog da Folha
Em almoço com o governador Paulo Câmara (PSB), realizado no Palácio do Campos das Princesas, nesta terça-feira (23), o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) pediu apoio para construção de sua candidatura presidencial, neste ano. Na primeira visita do ano a governadores, o pedetista fez um apelo para que o socialista possa ajuda-lo “a montar uma alternativa para o Brasil”. Animado com o encontro, Paulo Câmara destacou que o presidenciável está preparado para o desafio e que irá fazer questão de debater sobra a possível aliança com as instâncias nacionais do seu partido.

“Conversamos sobre todas as questões de Pernambuco, do Nordeste e do Brasil, na medida em que temos muitas afinidades. Evidentemente que Paulo tem suas responsabilidades e eu apenas renovo a ele o apelo para que ele possa me ajudar a montar uma alternativa para o país”, colocou Ciro Gomes, ao final do encontro.

Mas, questionado sobre a resposta de Paulo Câmara ao seu apelo, se limitou a dizer que o socialista “ouviou com muito carinho”. “Não é hora de avançar. O PSB está em um processo bastante interessante de refundação, de se reconciliar com seus valores históricos. É um partido que tem 70 anos e tem larga folha de serviços prestados ao Brasil (…) Eles estão conversando. É preciso ter paciência. Tenho toda paciência do mundo. Mas disse a ele aquilo que sempre digo. Se o PSB se unir ao PDT, nós damos ao pensamento progressista brasileiro uma alternativa muito generosa para o futuro do País”, disse o pedetista.

Por sua vez, Paulo ressaltou que “tanto o PDT quanto o PSB temos muito mais convergências do que divergências”. “Saio muito animado porque o PSB com certeza vai procurar seu caminho dentro de valores, muitos dos quais Ciro defende com muita propriedade. “Vou levar isso para a nacional. Também sou vice-presidente do PSB e temos um congresso em março para definir as diretrizes de 2018. Mas já está muito bem plantado no PSB que vamos caminhar com partidos de centro esquerda que recupere o Brasil”, afirmou o governador.

Pernambuco

No almoço, segundo o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, os dois chegaram a debater sobre a possibilidade de o PSB apoiar a candidatura do ex-prefeito de Caruaru, José Queiroz, para o Senado. A aliança, neste caso, entraria no bojo da negociação em torno do apoio do PSB ao projeto majoritário de Ciro Gomes. Mas, de acordo com ele, a questão só deve ser resolvida no mês de julho, quando serão definidas as chapas.

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Brasil

Eleitor tem 60 dias para justificar ausência em votação

É necessário documento que comprove impossibilidade de comparecer.

Redação PortalPE10

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Tribunal Superior Eleitoral, TSE - (Foto: Divulgação/Agência Brasil)

Tribunal Superior Eleitoral, TSE – (Foto: Divulgação/Agência Brasil)

O eleitor que não compareceu às eleições realizadas no último domingo (30) tem até 60 dias para justificar a ausência na Justiça Eleitoral. A justificativa deverá conter a documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito.

A requisição pode ser feita por meio do aplicativo de celular e-Título, pelo Sistema Justifica ou por meio do comparecimento a um cartório eleitoral para a entrega do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que pode ser preenchido aqui . O requerimento pode ser enviado pelos correios ao juiz da zona eleitoral na qual o eleitor for inscrito, acompanhado da documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. Veja a relação das zonas eleitorais.

O eleitor que deixou de votar e não justificou a ausência no dia da eleição poderá apresentar justificativa até 14 de janeiro de 2021 (ausência no primeiro turno) e até 28 de janeiro de 2021 (ausência no segundo turno).

O acolhimento ou não da justificativa apresentada ficará a critério do juiz da zona eleitoral em que o eleitor for inscrito. Enquanto não regularizar sua situação com a Justiça Eleitoral, o eleitor não poderá, entre outras coisas, obter passaporte ou carteira de identidade e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial.

*Com informações Agência Brasil

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Brasil

Prefeito eleito em Goiânia está intubado com Covid e ainda não sabe da vitória

Neste domingo, o seu vice Rogério Cruz (Republicanos) foi votar acompanhado da esposa e do filho de Maguito.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

O candidato Maguito Vilela (MDB) foi eleito prefeito de Goiânia (GO) neste domingo (29). Maguito, que levou 52,60% dos votos válidos, derrotou o adversário, Vanderlan Cardoso (PSD), que conquistou 47,40% do eleitorado da capital goina. Foram 277.497 votos no total.

Aos 71 anos, o prefeito eleito ainda não sabe o resultado das eleições, pois, há mais de um mês, está internado em tratamento da Covid-19. Ele está sedado e entubado na UTI do Hospital Albert Einstein São Paulo.

Neste domingo, o seu vice Rogério Cruz (Republicanos) foi votar acompanhado da esposa e do filho de Maguito.

“Acabei de votar. Eu estava em São Paulo com Maguito, mas como ele vem melhorando, meu coração pediu para eu vir aqui votar e agradecer as orações”, disse Flávia, em vídeo publicado nas redes sociais.”Eu sei que Maguito, quando voltar, vai retribuir carinho trabalhando por Goiânia, lutando por Goiânia como está lutando pela vida dele”, acrescentou.

*Com informações Diário de Pernambuco.

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Política

PT não elege prefeito em capitais pela primeira vez desde 1985

A primeira vitória do PT em uma capital, na história, foi em Fortaleza (CE), com Maria Luiza Fontenele, em 1985.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

Pela primeira vez na sua história, o PT não terá prefeito em nenhuma das capitais. Com a derrota de Marília Arraes no Recife e João Coser em Vitória neste domingo, o Partido dos Trabalhadores termina as eleições 2020 sem comandar, desde 1985, uma capital do país.

A primeira vitória do PT em uma capital, na história, foi em Fortaleza (CE), com Maria Luiza Fontenele, em 1985. De lá até as eleições de 2016, sempre teve representantes nos poderes municipais – aquele ano havia sido o pior pleito do PT na conquista de prefeituras.

A sigla do ex-presidente Lula passa por uma crise desde a Operação Lava Jato e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.

Em Vitória, Coser foi derrotado pelo bolsonarista Lorenzo Pazolini (Republicanos) por 58,50% a 41,40%. Já Marília perdeu para o primo João Campos, que pertence ao PSB, outro partido identificado com a esquerda. Campos teve 56,01% dos votos, contra 43,99% da petista. O PT fez uma força-tarefa para eleger Marília, com participação direta do ex-presidente Lula na campanha, enquanto Campos obteve apoio de partidos de centro-direita no segundo turno.

*Com informações Sobral Online.

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