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Brasil

Copa 2014 tem um custo de quase R$ 2 Bilhões em segurança

”nossa principal preocupação são essas manifestações que geram bloqueios de vias e impedem o fluxo de pessoas”

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Copa 2014  O plano de segurança do governo federal tem o custo de R$ 1,9 bilhão e envolve cerca de 170 mil agentes. 
 Não é para menos. Além das 32 seleções e chefes de Estado, cerca de 600 mil turistas estrangeiros deverão chegar ao país para acompanhar a Copa.  Por aqui, mais de 3 milhões de brasileiros viajarão entre as 12 cidades-sede – várias delas entre as mais violentas do país – para ver as partidas. 

  E, claro, as autoridades terão que lidar com os protestos. Eles se tornaram frequentes em todo o país desde junho do ano passado, quando milhões de pessoas tomaram as ruas reivindicando melhores serviços públicos, educação e saúde, além de criticarem os gastos para a realização da Copa. 
Manifestações têm ocorrido recentemente em diversas cidades e, apesar de menores, várias têm sido marcadas pela violência. Mesmo assim, a polícia teme que atos violentos possam manchar a festa. 

‘Obviamente, hoje, nossa principal preocupação são essas manifestações que geram bloqueios de vias e impedem o fluxo de pessoas e até das seleções’, disse o delegado Guilherme Almeida, coordenador da Comissão Estadual de Segurança de Grandes Eventos de São Paulo. Ele é responsável pelo centro de comando da segurança de São Paulo. Todas as cidades-sede terão instalações semelhantes, que receberão informações de diversos órgãos – polícia, bombeiros, trânsito – e de câmeras e equipes espalhadas pelas cidades. ‘Estamos preparados para superar quaisquer problemas’, disse Almeida.

O governo diz que as novas tecnologias e a integração entre os órgãos serão os maiores legados do evento.

Só em São Paulo, serão monitoradas imagens de 500 câmeras, 30 delas instaladas ao redor da Arena Corinthians, que receberá o jogo de abertura entre Brasil e Croácia no dia 12. 

Uma câmera especial em um helicóptero da polícia conseguirá ler as placas de carros que estiverem nas ruas, por exemplo. 

Cerca de 150 mil oficiais patrulharão ruas, aeroportos, hospitais e fronteiras. Além disso, 20 mil seguranças privados farão a proteção de estádios e hotéis onde as seleções estarão hospedadas.

As Forças Armadas também estarão à disposição dos Estados para emergências.

O investimento envolve ainda reforço da defesa em fronteiras, ar e mar e segurança cibernética, diante da ameaça da hackers de realizar ataques virtuais.

Especialistas dizem, ainda, que o desempenho do Brasil nos gramados poderá ser um dos fatores determinantes no tamanho de protestos – e os eventuais impactos que terão na segurança do país.

Fonte: BBC Brasil 

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Brasil

Cinco caminhões com oxigênio da Venezuela chegam a Manaus

Redação PortalPE10

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Cinco caminhões com oxigênio doado pela Venezuela chegaram na noite desta terça (19) a Manaus (AM), cidade que enfrenta o desabastecimento de insumos hospitalares em meio ao repique de casos da Covid-19.

Os caminhões, que carregam 107 mil m³ de oxigênio, percorreram mais de 1.500 quilômetros de estrada entre o estado venezuelano de Bolívar e a capital amazonense.

A ajuda humanitária chega após vários pacientes morrerem asfixiados em Manaus e em cidades do interior do Amazonas, bem como em cidades no oeste do Pará.

Atualmente, a demanda diária do Amazonas é de cerca de 76 mil m³ de oxigênio hospitalar, mas as empresas fornecedoras não conseguem produzir mais de 28.200 m³ por dia —ou seja, há um déficit diário de aproximadamente 50 mil m³ de oxigênio.

O Presidente Nicolás Maduro disse no domingo (17) que a crise de saúde em Manaus é um “escândalo” e que a “Venezuela estendeu sua mão solidária ao povo do Amazonas”.

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Brasil

Trabalhador que se negar a tomar a vacina contra covid-19 poderá ser demitido por justa causa no Brasil

PortalPE10 com informações UOL

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O Brasil iniciou neste domingo (17) a vacinação contra a covid-19. Por enquanto, apenas profissionais de saúde serão imunizados, mas o plano nacional de vacinação prevê a aplicação de doses em todos os brasileiros, que desejarem, nos próximos meses.

Apesar de o governo federal ter dito que a vacina não será obrigatória, especialistas dizem que os trabalhadores que não forem imunizados poderão ser advertidos e até demitidos por justa causa. O mesmo pode ocorrer se o profissional se recusar a seguir os protocolos de segurança, como o uso de máscaras, por exemplo.

Especialistas destacam que as empresas precisam garantir um ambiente seguro aos seus trabalhadores e, por isso, podem incluir em seu PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) tanto o uso de máscaras quanto a vacinação obrigatória.

O advogado trabalhista Estacio Airton de Moraes, do escritório Faiock Advocacia, diz que o empregador não pode exigir a vacina, mas pode determinar que para trabalhar naquele ambiente o seu colaborador tenha que apresentar um comprovante de vacinação.

“Se o trabalhador não vacinado insistir em ir ao local de trabalho, ele pode ser alvo das punições previstas em lei, desde advertência, suspensão e demissão por justa causa”, diz Moraes.

“O próprio STF já decidiu que a vacina pode ser obrigatória, mas não compulsória. Significa dizer que ninguém pode ser vacinado à força, mas a pessoa pode ser privada de entrar em algum lugar ou ter algum benefício, por exemplo, sem a vacina”, diz a advogada trabalhista Gislaine Santos, do escritório VAS Advogados.

“O STF deu autonomia aos governos estaduais decidirem sobre a obrigatoriedade. Se o Estado definir que é obrigatório, a empresa pode exigir a vacina e quem se recusar pode ser demitido até por justa causa”, explica a advogada trabalhista Vivian De Camilis, do escritório Innocenti Advogados.

Os especialistas destacam que em caso de demissão por conta da não comprovação da vacina, dificilmente o trabalhador conseguirá reverter a demissão na Justiça do Trabalho.

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Brasil

Após novas falhas do governo Bolsonaro, governadores se articulam para ter vacina por conta própria

PortalPE10 com informações UOL

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Pazuello

As sucessivas falhas do governo Jair Bolsonaro no planejamento nacional de vacinação contra o coronavírus fizeram governadores retomar articulações para buscar saídas que não dependam do governo federal. Querem saber por escrito de Eduardo Pazuello (Saúde) qual é o teto de vacinas que pretende comprar, dando liberdade para que possam correr por fora. Nos bastidores, governadores negociam diretamente com laboratórios, mas não conseguem concretizar as aquisições.

No ano passado, a postura negacionista do governo já tinha levado estados a buscar alternativas. Em outubro, no entanto, Pazuello apareceu e deu declaração assertiva de que o ministério compraria todas as vacinas que fossem aprovadas pela Anvisa, o que deu certa tranquilidade aos gestores.

O fracasso do voo para a Índia, as promessas em vão e os problemas diplomáticos com a China tiraram de novo as esperanças.

Nos bastidores, governadores relatam que têm tentado fazer as compras, mas os fornecedores estão cobrando valores muito altos ou querendo vender em quantidades muito grandes, inviabilizando as aquisições, por ora.

A ideia de ter por escrito o número máximo de vacinas que o governo pretende comprar é para os estados terem um documento para convencer as fornecedoras a fazerem vendas individuais.

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