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Brasil

Criança de 5 anos morre afogada em piscina de hotel de luxo

Vítima tinha apenas 5 anos. Familiares relataram, por meio das redes sociais, que momento é de muita dor após perda de criança, em Santos, no litoral paulista.

Marcelo Passos

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Familiares do menino de 5 anos que morreu após cair e se afogar em uma piscina de um hotel de luxo em Santos, no litoral de São Paulo, fizeram postagens de desabafo nas redes sociais. Amigos da família também fizeram homenagens à criança e lamentaram o ocorrido.

O pequeno Bruno Pedersen morreu por volta das 17h de quinta-feira (24), em um hotel localizado no bairro Gonzaga. Policiais militares foram acionados, via Copom, para uma ocorrência de afogamento. No hospital, os PMs foram informados pela mãe da criança que a família estava na piscina do hotel quando o menino se afogou, após um momento de distração.

Essa foi a primeira vez que familiares se manifestaram nas redes sociais sobre a morte da criança. Uma avó da vítima relatou, por meio de seu perfil, que é um momento de muita dor para ela, e que se sente “destruída” após o ocorrido. “Apesar de estar chapada de calmante, estou consciente que estou destruída, acabaram minhas forças. Meu netinho foi embora para sempre”, escreveu.

Os parentes da vítima lamentaram o ocorrido nas redes sociais. “Apesar de estar chapada de calmante, estou consciente que estou destruída, acabaram minhas forças. Meu netinho foi embora para sempre”, escreveu a avó de Bruno.

O Parque Balneário Hotel informou que lamenta profundamente o ocorrido e se solidariza com os familiares. Além disso, o hotel afirma prestar todos os esclarecimentos às autoridades e o apoio necessário à família. As informações são do G1

Brasil

Bolsonaro anuncia revogação de decreto sobre privatização de parte do SUS

Presidente anuncia recuo e diz que objetivo era possibilitar conclusão de obras inacabadas

Marcelo Passos

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Após reações e críticas de que o governo estaria buscando a privatização do SUS (Sistema Único de Saúde), o presidente Jair Bolsonaro revogou na tarde desta quarta-feira (23) o decreto que colocava UBS (unidades básicas de saúde) no escopo de interesse do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos).

O anúncio da revogação foi feito por Bolsonaro em uma rede social e coroou um dia de movimentos de contenção de danos.

“Temos atualmente mais de 4.000 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 168 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) inacabadas. Faltam recursos financeiros para conclusão das obras, aquisição de equipamentos e contratação de pessoal. O espírito do decreto 10.530, já revogado, visava o término dessas obras, bem como permitir aos usuários buscar a rede privada com despesas pagas pela União”, escreveu o presidente sob o título “O SUS e sua falsa privatização”.

Publicado na terça-feira (27), o decreto colocava a atenção primária —porta de entrada do SUS— na mira do programa de concessões e privatizações do governo, e foi recebido com críticas de especialistas e entidades de saúde que disseram temer a privatização de um pilar do sistema.

O texto oficial era assinado por Bolsonaro e pelo ministro Paulo Guedes (Economia) e previa estudos “de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de unidades básicas de saúde”. Não havia estimativa de quantas das 44 mil unidades poderiam ser incluídas nessas parcerias.

O principal ponto do projeto, conforme argumentou o PPI na terça, era “encontrar soluções para a quantidade significativa de unidades básicas de saúde inconclusas ou que não estão em operação no país”. Questionado sobre qual seria a contrapartida ao setor privado, o programa disse apenas que a medida estava em análise de possíveis “modelos de negócios”.

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Acusado de matar ator Rafael Miguel e seus pais é preso no Paraná

A Polícia Civil descobriu que Cupertino fez uma identidade nova com certidão de nascimento falsa na cidade de Jataizinho, no norte do estado.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

Paulo Cupertino, o empresário acusado de assassinar o ator Rafael Miguel e os pais dele, foi preso nesta quarta-feira (28) no Paraná. O crime aconteceu em São Paulo em junho de 2019 e ele estava foragido desde então.

A Polícia Civil descobriu que Cupertino fez uma identidade nova com certidão de nascimento falsa na cidade de Jataizinho, no norte do estado. Ele usava o nome de Manoel Machado da Silva como disfarce para se esconder da polícia.

Em 19 de junho de 2020, a Justiça converteu o mandado de prisão temporária dele em preventiva. Cupertino estava na lista de mais procurados pela Polícia Civil de São Paulo desde julho deste ano.

Paulo Cupertino não aceitava o relacionamento do ator com a filha, Isabela Tibcherani e assassinou o jovem e os pais dele, João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, de 50, em frente à menina e sua mãe.

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Brasil

Prazo para recorrer por auxílio emergencial de R$ 300 negado acaba segunda-feira

Veja quais os principais motivos que levam ao corte do benefício pago na pandemia

PortalPE10 com informações UOL

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O trabalhador informal que teve o auxílio emergencial residual de R$ 300 negado pelo governo tem até segundaa-feira (2) para contestar o corte do benefício pago na pandemia de coronavírus.

Segundo o Ministério da Cidadania, a contestação deve ser feita no site da Dataprev (empresa de tecnologia do governo federal). O cidadão deve acessar a página do órgão (portal.dataprev.gov.br), clicar em “Consulte a sua situação do auxílio emergencial” e informar dados como CPF, nome completo, nome da mãe e data de nascimento.

Depois de digitar os dados, o trabalhador deve clicar no quadro que está abaixo, em “Não sou um robô”, e ir em “Enviar”. Será informado o motivo pelo qual as demais parcelas foram negadas.

De acordo com as regras criadas pelo Ministério da Cidadania, a contestação da resposta negativa vale para informais, MEIs (microempreendedores individuais), desempregados e contribuintes do INSS que se inscreveram pelo aplicativo Caixa | Auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br e para trabalhadores que já estavam inscritos no CadÚnico do governo federal.

A medida não vale para os beneficiários do Bolsa Família. Para estes cidadãos, será aberto aberto um novo prazo para fazer a contestação do benefício, caso não estejam recebendo e julguem ter direito, conforme informou a Cidadania.

O auxílio emergencial de R$ 600, liberado em abril, foi aprovado por iniciativa do Congresso para conter os efeitos econômicos da pandemia de coronavírus. Inicialmente, seriam pagas três parcelas, mas o governo prorrogou a medida e o benefício vigorou por cinco meses.

Em setembro, foi publicada a medida provisória 1.000, garantindo mais quatro parcelas do auxílio, agora chamado de residual ou extensão, no valor de R$ 300.

Segundo as novas regras, nem todos que receberam os R$ 600 vão ganhar os R$ 300. Além disso, não serão pagas mais quatro parcelas a todo mundo, totalizando nove. O número de parcelas depende de quando o cidadão começou a receber o auxílio emergencial.

Entre as alterações que limitam o benefício estão regras baseadas na declaração do IR de 2019, entregue neste ano à Receita. Trabalhador que teve renda tributável acima de R$ 28.559,70 em 2019 ou que constou com dependente na declaração do IR perde o direito aos valores, entre outras normas.

Confira as respostas que poderão aparecer
1 – Menor de idade

Quem fez o pedido tem menos de 18 anos; o auxílio só é pago para menores caso sejam mães
2 – Óbito

A pessoa consta como morta nos arquivos federais e teria recebido as outras parcelas indevidamente
3 – Vínculo RGPS

O cidadão tem emprego com carteira assinada, ou seja, está vinculado ao RGPS (Regime Geral de Previdência Social)
4 – Trabalhador intermitente

Os trabalhadores intermitentes chegaram a receber as parcelas do auxílio de R$ 600, mas pela nova regra, não têm mais direito ao benefício no valor de R$ 300
5 – Benefício previdenciário ou assistencial

O cidadão conseguiu se aposentar, está recebendo pensão ou tem renda por meio do BPC (Benefício de Prestação Continuada)
6 – Família já contemplada

Alguém da família já está recebendo ao menos duas cotas dos R$ 300
7 – Família monoparental

Mulheres que são chefes de família e já recebem duas cotas do auxílio de R$ 300
Neste caso, a confusão pode ocorrer porque, ao receber duas cotas hoje, ela tem direito a R$ 600, que era o valor antigo de uma única parcela do auxílio
8 – Benefício emergencial de emprego e renda

O cidadão que recebe BEm (benefício emergencial) tem carteira assinada em empresa que optou por reduzir salário e jornada ou suspender o contrato; neste caso, já recebe auxílio do governo
9 – Seguro-desemprego ou seguro defeso

O trabalhador está recebendo o seguro-desemprego do governo federal por estar sem vaga de trabalho; já o seguro-defeso é pago a pescadores
10 – Agente público – Rais

Trabalha em órgão público, conforme consta na Rais (Relação Anula de Informações Sociais) de 2019
11 – Servidor público federal

O cidadão está indicado como servidor público federal nos cadastros
12 – Político eleito

O profissional consta como eleito para algum cargo
13 – Servidor público militar

O nome do trabalhador está registrado como militar, o que não dá direito ao auxílio
14 – Servidor público estadual, municipal ou distrital

Nos registros federais, o trabalhador está como servidor de prefeitura, estado ou do Distrito Federal

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