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Definido trajeto do cortejo fúnebre de Eduardo Campos no Recife

Corpo chega à Base Aérea e segue para o velório, no Palácio do Campo das Princesas.

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Palácio do Campo das Princesas já recebe homenagens e aguarda a chegada das vítimas / Foto: Júlio Cirne/Blog de Jamildo

Após uma reunião entre representantes de várias instituições, como o Corpo de Bombeiros (CBMPE), Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), e Políca Militar (PMPE) com o cerimonial que cuidará do velório do ex-governador do Estado Eduardo Campos, foi determinado o roteiro percorrido pelo corpo de Campos após sua chegada ao Recife.

De acordo com o Secretário estadual de Imprensa, Ivan Maurício, Campos deverá chegar à base aérea do Recife, na Imbiribeira, e seguir em um carro do Corpo de Bombeiros para o Palácio do Campo das Princesas, no bairro de Santo Antônio, passando por Boa Viagem e São José até a chegada na sede do Governo do Estado, onde ocorrerá o velório e uma missa campal aberta ao público, obedecendo o seguinte trajeto:

Base Aérea, Rua Maria Irene, retorno pelo túnel, Av. Mascarenhas de Moraes, Viaduto Tancredo Neves, Rua Ernesto de Paula Santos, Av. Boa Viagem, Av. Antônio de Góes, Ponte Paulo Guerra, Cais José Estelita, Viaduto das Cinco Pontas, Cais de Santa Rita, Ponte Giratória, Rua Alfredo Lisboa, Rua Marquês de Olinda, Rua Martins de Barros e Praça da República.

Após o velório e a missa, o corpo de Eduardo campos seguirá para o Cemitério de Santo Amaro, onde será sepultado, ao lado do avô, Miguel Arraes. Do Palácio para o cemitério, o trajeto será o seguinte:

Ponte Princesa Isabel, Rua da Aurora, Av. Mário Melo, Rua Treze de Maio, entrada principal do Cemitério de Santo Amaro.

Também foi confirmado que o velório do cinegrafista Marcelo Lyra será realizado no Campo das Princesas, junto aos colegas Carlos Percol, assessor de imprensa, e de Alexandre Severo, fotógrafo oficial da campanha presidencial junto ao de Eduardo Campos. A localização dos caixões, contudo, ainda não foi determinada porque o espaço do Salão Nobre do Palácio do Campo das Princesas, onde ficariam, a princípio, não seria suficiente para receber os visitantes.

A estrutura externa onde será celebrada a missa campal pelo arcebispo da Arquidiocese de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, já começou a ser montada. O cerimonial estuda ainda a possibilidade da missa ser realizada em conjunto com outros párocos.

Uma Unidade de Saúde fixa será instalada no interior do Palácio, enquanto uma Unidade móvel ficará de prontidão ao lado do Teatro de Santa Isabel, também na Praça da República.

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Brasil

Cinco caminhões com oxigênio da Venezuela chegam a Manaus

Redação PortalPE10

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Cinco caminhões com oxigênio doado pela Venezuela chegaram na noite desta terça (19) a Manaus (AM), cidade que enfrenta o desabastecimento de insumos hospitalares em meio ao repique de casos da Covid-19.

Os caminhões, que carregam 107 mil m³ de oxigênio, percorreram mais de 1.500 quilômetros de estrada entre o estado venezuelano de Bolívar e a capital amazonense.

A ajuda humanitária chega após vários pacientes morrerem asfixiados em Manaus e em cidades do interior do Amazonas, bem como em cidades no oeste do Pará.

Atualmente, a demanda diária do Amazonas é de cerca de 76 mil m³ de oxigênio hospitalar, mas as empresas fornecedoras não conseguem produzir mais de 28.200 m³ por dia —ou seja, há um déficit diário de aproximadamente 50 mil m³ de oxigênio.

O Presidente Nicolás Maduro disse no domingo (17) que a crise de saúde em Manaus é um “escândalo” e que a “Venezuela estendeu sua mão solidária ao povo do Amazonas”.

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Brasil

Trabalhador que se negar a tomar a vacina contra covid-19 poderá ser demitido por justa causa no Brasil

PortalPE10 com informações UOL

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O Brasil iniciou neste domingo (17) a vacinação contra a covid-19. Por enquanto, apenas profissionais de saúde serão imunizados, mas o plano nacional de vacinação prevê a aplicação de doses em todos os brasileiros, que desejarem, nos próximos meses.

Apesar de o governo federal ter dito que a vacina não será obrigatória, especialistas dizem que os trabalhadores que não forem imunizados poderão ser advertidos e até demitidos por justa causa. O mesmo pode ocorrer se o profissional se recusar a seguir os protocolos de segurança, como o uso de máscaras, por exemplo.

Especialistas destacam que as empresas precisam garantir um ambiente seguro aos seus trabalhadores e, por isso, podem incluir em seu PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) tanto o uso de máscaras quanto a vacinação obrigatória.

O advogado trabalhista Estacio Airton de Moraes, do escritório Faiock Advocacia, diz que o empregador não pode exigir a vacina, mas pode determinar que para trabalhar naquele ambiente o seu colaborador tenha que apresentar um comprovante de vacinação.

“Se o trabalhador não vacinado insistir em ir ao local de trabalho, ele pode ser alvo das punições previstas em lei, desde advertência, suspensão e demissão por justa causa”, diz Moraes.

“O próprio STF já decidiu que a vacina pode ser obrigatória, mas não compulsória. Significa dizer que ninguém pode ser vacinado à força, mas a pessoa pode ser privada de entrar em algum lugar ou ter algum benefício, por exemplo, sem a vacina”, diz a advogada trabalhista Gislaine Santos, do escritório VAS Advogados.

“O STF deu autonomia aos governos estaduais decidirem sobre a obrigatoriedade. Se o Estado definir que é obrigatório, a empresa pode exigir a vacina e quem se recusar pode ser demitido até por justa causa”, explica a advogada trabalhista Vivian De Camilis, do escritório Innocenti Advogados.

Os especialistas destacam que em caso de demissão por conta da não comprovação da vacina, dificilmente o trabalhador conseguirá reverter a demissão na Justiça do Trabalho.

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Brasil

Após novas falhas do governo Bolsonaro, governadores se articulam para ter vacina por conta própria

PortalPE10 com informações UOL

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Pazuello

As sucessivas falhas do governo Jair Bolsonaro no planejamento nacional de vacinação contra o coronavírus fizeram governadores retomar articulações para buscar saídas que não dependam do governo federal. Querem saber por escrito de Eduardo Pazuello (Saúde) qual é o teto de vacinas que pretende comprar, dando liberdade para que possam correr por fora. Nos bastidores, governadores negociam diretamente com laboratórios, mas não conseguem concretizar as aquisições.

No ano passado, a postura negacionista do governo já tinha levado estados a buscar alternativas. Em outubro, no entanto, Pazuello apareceu e deu declaração assertiva de que o ministério compraria todas as vacinas que fossem aprovadas pela Anvisa, o que deu certa tranquilidade aos gestores.

O fracasso do voo para a Índia, as promessas em vão e os problemas diplomáticos com a China tiraram de novo as esperanças.

Nos bastidores, governadores relatam que têm tentado fazer as compras, mas os fornecedores estão cobrando valores muito altos ou querendo vender em quantidades muito grandes, inviabilizando as aquisições, por ora.

A ideia de ter por escrito o número máximo de vacinas que o governo pretende comprar é para os estados terem um documento para convencer as fornecedoras a fazerem vendas individuais.

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