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Dentista de Campos diz que corpos foram ‘pulverizados’

Fernando afirmou que cenário da tragédia é um ‘quebra-cabeça’. Ele contou que havia restos de corpos em 15 imóveis.

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Dentista de Eduardo Campos (Foto: Mariana OIiveira/G1)

O dentista Fernando Cavalcanti, que acompanhou o trabalho de coleta dos restos mortais do candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos, disse nesta sexta-feira (15) que os corpos das vítimas da queda do jato em Santos foram “pulverizados” e que a polícia técnica terá que montar um “quebra-cabeças” para realizar a identificação.

Cavalcanti é dentista da família de Campos há 25 anos e foi a Santos com radiografias do político para tentar realizar a identificação pela arcada dentária. Ele afirmou, no entanto, que a identificação só será possível por meio de DNA.

“Infelizmente não encontraram corpos. Foi impossível identificar porque não temos a arcada dentária pelo estrago que estava. Levei a documentação radiográfica completa, mas infelizmente a explosão foi muito grande e sobraram apenas restos. Não conseguiram determinar quem é Eduardo, quem é fotógrafo. É um cenário muito triste. Se alguém disser que é um amontoado de barro, se disser que é amontoado de papel, você vai acreditar”, afirmou o dentista ao chegar na casa da família de Campos.

Cavalcanti afirmou ainda que a identificação será um “trabalho díficil”. “Infelizmente são restos humanos. Vão ter que armar um quebra-cabeças e montar. Os corpos foram pulverizados. É um trabalho difícil de quebra-cabeças”, explicou.

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Técnicos da Anvisa recomendam aprovar o uso da CoronaVac

Redação PortalPE10

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Diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, e diretores Meiruze Freitas e Alex Machado Campos em reunião extraordinária da Diretoria Colegiada da Anvisa de 17/1/2021, para discutir liberação de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 - Divulgação/Anvisa

Diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, e diretores Meiruze Freitas e Alex Machado Campos em reunião extraordinária da Diretoria Colegiada da Anvisa de 17/1/2021, para discutir liberação de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 – Divulgação/Anvisa

Após análise de dados enviados pelo Butantan, a área técnica da gerência-geral de medicamentos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomendou a aprovação da Coronavac, vacina desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o instituto paulista.

Agora, essa recomendação deve ser analisada pela diretoria da agência, que decidirá sobre a liberação ou não do uso emergencial. A votação ocorrerá nas próximas horas.

O Butantan pede aval para uso de 6 milhões de doses da vacina importada da China.

O parecer pela aprovação ocorre “tendo em vista o cenário da pandemia, o aumento do número de casos da Covid e a ausência de alternativas terapêuticas”, disse o gerente-geral de medicamentos, Gustavo Mendes.

A medida, diz, é condicionada ao monitoramento e ao acompanhamento próximo de incertezas apontadas, como esclarecimentos que ainda precisam ser enviados pelo instituto sobre dados de aplicação de uma segunda dose e eficácia, por exemplo.

A recomendação também é sujeita à reavaliação periódica, diz. “Se não olharmos com muito cuidado e de maneira muito próxima como vai ser o desempenho dessa vacina ao longo do tempo, temos o risco de não conhecermos a eficácia real com dados robustos”, ponderou.*

A agência agendou para 25 de janeiro uma inspeção de boas práticas clínicas para checagem de dados junto ao Butantan. “O objetivo dos especialistas é ir a fundo em todos os documentos.”

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Leão do Parque de Dois Irmãos morre por complicações do câncer

Redação PortalPE10

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O leão do Parque de Dois Irmãos – uma das principais atrações do equipamento e carinhosamente chamado de Léo pela equipe técnica do zoológico – morreu na manhã deste sábado (16), em virtude das complicações de uma neoplasia (presença de células cancerígenas) na região da mandíbula, além de um comprometimento das funções hepáticas. Desde o diagnóstico, o felino considerado idoso para a sua espécie vinha sendo cuidado por uma junta de especialistas na área veterinária, que trabalharam incansavelmente para reverter a taxa de crescimento do tumor e melhorar a sua função renal.

Márcio Silva, médico veterinário e gerente técnico científico de fauna do zoológico, falou: “A junta de especialistas que cuidava de Léo, entre oncologista, cirurgiões, anestesistas, tratadores, além de doutores com experiência em terapias alternativas para animais silvestres, fez um tratamento muito cuidadoso para melhorar as condições de saúde do animal, tendo como principal objetivo garantir o seu bem-estar. Infelizmente, como havíamos comunicado anteriormente, este tipo de neoplasia é a maior causa de morte entre os felinos abrigados sob os cuidados humanos, e não conseguimos reverter o seu quadro, apesar de todo empenho da equipe técnica envolvida.”

Léo havia completado 21 anos no dia 30 de dezembro do ano passado. Na data, os técnicos do Parque, equipamento ligado à Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco (Semas-PE), prepararam um presente especial para ele: picolé de sangue e uma caixa de presente com carne. Desde quando foram notados os primeiros sinais da existência de um problema e a realização de exames, o Parque de Dois Irmãos intensificou a rotina de acompanhamento de Léo, com visitas e avaliações diárias de veterinários e biólogos, inclusive com câmeras noturnas. Tudo foi registrado em um prontuário próprio para ele para acompanhamento da junta veterinária.

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Saúde pode iniciar vacinação com Coronavac, imunizante que Bolsonaro afirmava que não seria comprado

PortalPE10 com informações UOL

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O presidente Jair Bolsonaro e seu filho Renan Bolsonaro, em 2019 – Evaristo SáAFP

Com veto da Índia à entrega de um lote de imunizantes da Oxford/Astrazeneca ao Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) corre o risco de ver a vacinação começar com a Coronavac, vacina que ele, por diversas vezes, disse que não seria comprada pelo governo federal.

Em 21 de outubro, o presidente chegou a desautorizar um acordo firmado no dia anterior pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que previa a compra de 46 milhões de doses da Coronavac, que é produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Ao responder ao comentário de um internauta que pedia que a vacina não fosse comprada porque ele estava com 17 anos e dizia querer ter “um futuro, mas sem interferência da ditadura chinesa”, Bolsonaro negou a compra.

“NÃO SERÁ COMPRADA”, escreveu em letras maiúsculas.

Em resposta a outro internauta, que acusava Pazuello de traição, Bolsonaro respondeu: “Qualquer coisa publicada, sem comprovação, vira TRAIÇÃO”.

O presidente também afirmou a outra seguidora: “Tudo será esclarecido hoje. Tenha certeza, não compraremos vacina chinesa. Bom dia”.

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