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Dia da Mulher: Mãe aos 24 anos celebra vida depois de vencer câncer duas vezes

No Dia da Mulher, Thaís vai comemorar a vida

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Dois cânceres, um bêbe e muitos milagres para comemorar. No Dia da Mulher, Thaís Maria da Silva quer celebrar a vida. A dela e a que gerou. “A gente passa a agradecer por tudo. Eu estou viva, tenho um filho saudável. Não há nada que me deixe para baixo. Contra todos os prognósticos, sou uma mulher que venceu”, diz.  A jovem de 24 anos aprendeu a acreditar no impossível. “Fui diagnóstica aos 7 anos com leucemia em estado avançado. Antes de ter a certeza da doença, fui tratada com medicamentos errados, o que me levou a ficar paraplégica. Quando comecei o tratamento, as chances eram poucas. A médica que cuidou de mim dizia para minha mãe que não havia possibilidade de sobreviver, mas a gente não desistiu”, lembra. 

Thaís passou nove meses internada no Hospital da Restauração, no Recife. “Ninguém da minha família foi compatível para me doar a medula. Perdi meu cabelo, continuei sem andar. A cura parecia algo muito distante, mas não foi. No dia que recebi alta, tive uma hemorragia. Ninguém apostava na minha sobrevivência, mas Deus me permitiu ficar. Minha médula voltou a funcionar normalmente, voltei a andar. Tive uma adolescência normal até o diagnóstico do segundo tumor”, revela.  

Depois de vencer câncer duas vezes, Thaís comemora sua vida e a do filho / Foto: arquivo pessoal/Thaís Maria da Silva

Em 2011, um novo câncer, desta vez na tiróide. Duas cirurgias, anos de tratamento com iodo e uma gravidez. “Fiquei grávida um mês após o tratamento. A esperança de que meu filho sobrevivesse era muito pouca. Os médicos diziam que, caso não tivesse um aborto, meu filho nasceria com vários problemas de formação, sem um braço, sem dedos. Era assustador. Eu só imaginava perder o meu bebê. Quando conto a história, sempre me encho de felicidade. Toda a apreensão da gravidez ficou para trás. Há dois meses, Victor Gabriel nasceu. Ele é perfeito.”

No Dia da Mulher, Thaís vai comemorar a vida. “Eu acredito que todo mundo pode passar por situações difíceis, mas há sempre uma esperança. Nós, mulheres, somos muito fortes. A fé que a gente tem é capaz de tudo, inclusive milagres. Todo o apoio que recebi e recebo foi fundamental para me trazer de volta a felicidade.”

APOIO – Infelizmente, algumas mulheres ficam sozinhas no tratamento contra o câncer, é o que revela a oncologista Inês de Oliveira. “As mulheres têm o habito de ir ao médico, são cuidadosas, parceiras mesmo. Mas o homem, na maioria dos casos, não consegue o mesmo. Não podemos dizer que é da natureza, mas os homens não oferecem o mesmo suporte que recebem das mulheres.

“Muitas delas passam o tratamento todo indo sozinhas ao médico mesmo sendo casadas”, afirmou a médica. A oncologista disse ainda que a mulher tem a autoestima prejudicada pelo câncer e até mesmo a vida sexual. “Algumas doenças deixam sequelas na alma, uma delas é o câncer de mama. Ao final do tratamento, a mulher está mutilada. É muito difícil. Mas vejo casos de mulheres destruídas renascerem.”

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Cotidiano

BBB: Irmã de Gil tatua rosto do brother e rebate críticas

Redação PortalPE10

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Janielly Nogueira, irmã de Gil, fez uma tatuagem com o rosto do brother. (Foto: Reprodução/Twitter)

A irmã do pernambucano Gil, do BBB21, Janielly Nogueira, fez uma tatuagem com o rosto do participante do reality para homenageá-lo. “É só uma das milhões de expressões de amor e admiração que tenho por você, meu querido e amado irmão. Eu te amo demais, Vigor”, escreveu Janielly que foi criticada pelos seguidores. As informações são do Diário de Pernambuco.

Após as críticas, Janielly deixou sua conta na rede social privada e se pronunciou através dos Stories do Instagram. “Gente, só para deixar claro que não pe uma foto do Gilberto, é uma caricatura. Trata-se de uma caricatura, não é realismo. Aprendam a diferenciar, que saco ter que explicar tudo”, comentou na rede. “É muito mimimi… Não tem perfeição não, eu gostei e está tudo certo para mim. Quem não gostou, não posso fazer nada… A tatuagem foi em mim, eu não pedi opinião antes de fazer”, acrescentou.

A pernambucana ainda pediu desculpas aos seguidores pelo tom de voz e comentou que não queria passar a impressão de grossa.

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Cotidiano

Austrália registra primeira morte por Covid-19 de 2021

A vítima é um idoso, que havia voltado de viagem das Filipinas.

Redação PortalPE10

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Homem caminha em rua vazia de Brisbane, na Austrália, após lockdown (AAP Image/Darren England via Reuters)

A Austrália registrou nesta terça-feira (13) a primeira morte provocada pela Covid-19 de 2021. O óbito de um homem de 80 anos foi registrado no estado australiano de Queensland. A última vítima fatal da doença havia sido registrada no dia 28 de dezembro no país. As informações são do NE10.

De acordo com a chefe do Escritório Médico de Queensland, Jeanette Young, o idoso havia voltado recentemente de uma viagem às Filipinas e recebeu o diagnóstico da doença no dia 25 de março. Ele cumpriu quarentena obrigatória, que é determinada para todas as pessoas, australianas ou não, que chegam de viagem de outros países.

O homem chegou a ser atendido em um hospital, mas não resistiu e morreu. Recentemente, a maior cidade de Queensland, Brisbane, e parte do estado entraram em lockdown depois que o governo identificou um grupo de casos em pessoas que já estava cumprindo a quarentena.

Não há registro de transmissão comunitária do vírus na região e as medidas de combate ao coronavírus em Queensland serão totalmente retiradas na próxima quinta-feira (15). Medidas de prevenção, como máscaras de proteção, por exemplo, não serão mais obrigatórias em locais públicos.

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Brasil

Babá volta atrás e confirma à polícia agressões de Dr. Jairinho ao menino Henry

Laudo da reprodução da morte do menino Henry aponta que o menino já estava morto havia ao menos uma hora quando foi retirado pela mãe e o padrasto do apartamento onde morava.

Redação PortalPE10

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Câmeras de segurança mostram momentos antes da morte do menino Henry – Foto: (Reprodução/TV Globo)

Em novo depoimento à polícia, a babá Thayná Ferreira, 25, voltou atrás e afirmou que o menino Henry Borel, 4, era agredido dentro de casa pelo namorado da mãe, o vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (afastado do Solidariedade). As informações são da Folhapress.

No primeiro depoimento, Thayná disse que nunca notou nada de anormal na relação entre o casal e o menino. A polícia descobriu, no entanto, que um mês antes da morte da criança ela trocou mensagens com a mãe de Henry, a professora Monique Medeiros, sobre agressões que aconteciam no apartamento em que a família morava, na Barra da Tijuca.

No segundo depoimento, que começou no meio da tarde desta segunda-feira (12) e avançou até a madrugada desta terça-feira (13), a babá teria relatado, segundo o Jornal da Globo, dois episódios de agressões do padrasto contra Henry.

Ela também contou aos policiais que a versão do seu primeiro depoimento foi combinada com os ex-patrões. Ela aceitou por medo de retaliações. Além disso, teria sido orientada por Monique a apagar a troca de mensagens por celular.

Thainá chegou e saiu da 16ª DP, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, com o rosto coberto por um casaco.

A babá e a faxineira Leila Rosângela Mattos, 57, tiveram um encontro com o advogado de Dr. Jairinho dias antes de prestarem depoimento à polícia. Elas mesmas contaram que a irmã do vereador pediu que fossem ao escritório de André França Barreto no dia 18 de março.

A defesa afirma que a babá foi orientada a dizer a verdade e relatar o que havia presenciado, de forma ética e legal, e que não há provas de que os depoimentos tenham sido influenciados.

A Justiça do Rio de Janeiro negou nesta segunda pedido de habeas corpus da defesa do vereador e de professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, 4 anos.

Os dois foram presos temporariamente na quinta-feira (8), sob suspeita do homicídio qualificado de Henry, após decisão judicial favorável a representação movida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. O órgão pediu a prisão por 30 dias, já que o crime é considerado hediondo.

Laudo da reprodução da morte do menino Henry aponta que o menino já estava morto havia ao menos uma hora quando foi retirado pela mãe e o padrasto do apartamento onde morava. A conclusão dos peritos veio a partir das imagens do elevador, que marcam 4h09min do dia 8 de março.

A Folha teve acesso a uma foto do vídeo, que mostra a criança de pijamas, envolvida em uma manta no colo da mãe, com os olhos revirados e pálida. Ao lado da professora Monique está Dr. Jairinho, com uma bolsa nas mãos.

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