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Política

‘Dilma colocou o Brasil no lugar errado’

Presidenciável pelo PSB,Campos afirma,caso a petista consiga se reeleger,todos os avanços conquistados serão derretidos

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Pré-candidato à presidência do Brasil, Eduardo Campos (PSB) fez críticas à política inflacionária do governo Dilma durante visita a Ribeirão Preto (Foto: Alexandre Sá/EPTV)O ex-governador de Pernambuco e presidenciável pelo PSB, Eduardo Campos, criticou novamente a gestão da presidente Dilma Rousseff (PT), e afirmou que, caso a petista consiga se reeleger em outubro, todos os avanços conquistados nos governos anteriores serão “derretidos” pela presidente. O socialista, que voltou a criticar a inflação brasileira, afirmou que a administração de Dilma “colocou o Brasil no caminho errado”, fazendo com que os últimos três anos fossem os de “mais baixo crescimento na história republicana”. 

“Nós temos que perceber que, se o Brasil continuar no caminho errado que a presidente Dilma colocou, o País vai derreter as conquistas dos últimos anos”, declarou o presidenciável, nesta quarta-feira (28), durante um evento em Ribeirão Preto, em São Paulo. O socialista ainda rebateu as críticas feitas por Dilma nesta terça–feira (27), durante um jantar com líderes da base aliada, em Brasília. Na ocasião, Dilma afirmou que “tem candidato que uma hora diz que é contra o agronegócio porque polui e é a favor do meio ambiente, e outra hora diz que quer colocar meta de inflação de 3%, que representa desemprego e recessão”. A presidente, entretanto, não citou nomes, mas a referência ao socialista foi clara.

Ao responder à declaração de Dilma, Campos voltou a afirmar que o Brasil do governo da petista é o do baixo crescimento, da inflação e dos juros em alta. “O que derrete empregos é a inflação, porque eleva os preços dos produtos para o trabalhador, que não consegue com o mesmo salário comprar as coisas que comprava antes de a inflação subir”, afirmou Campos, acrescentando que ao vender menos, o comércio acaba comprando menos da indústria, que produz menos e acaba demitindo funcionários. 

“Essa é a roda que a presidente Dilma colocou para rolar no Brasil. A roda do baixo crescimento, da inflação e dos juros altos, com 60% das famílias endividadas. É importante que a presidente tenha humildade de compreender que o país pegou o caminho errado, parou de melhorar”, disparou. 

Eduardo Campos em inauguração de fábrica da Ambev, em Pernambuco (Foto: Katherine Coutinho / G1)No discurso, o socialista voltou a afirmar que, após as eleições, Dilma deve autorizar um “tarifaço” que aumentará os custos de gasolina e de energia elétrica da população. “Dilma autorizou um empréstimo de R$ 20 bilhões nas distribuidoras para pagar depois das eleições com um reajuste de contas”, alertou o socialista.

Durante o evento, o socialista também comentou acerca da regulação econômica da mídia, e negou que teria propostas para o tema. “No nosso programa de governo não tem regulação da mídia. Não estamos discutindo isso, nem tratando desse assunto”, afirmou o presidenciável. O assunto foi abordado em uma reportagem publicada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta quarta. 

De acordo com o texto, a presidente Dilma concordou em apresentar propostas para regular economicamente a mídia, caso a disputa siga para o segundo turno. De acordo com os assessores da presidente, o projeto que será apoiado por Dilma determina que as plataformas de comunicação não podem ser objetos de oligopólio ou monopólio. Além disso, a produção de programas de Rádio e TV devem obedecer a princípios de produção independente e regional.

Apesar de apoiar o projeto, Dilma ainda mantém uma posição contrária ao controle de conteúdo da mídia, já tendo inclusive engavetado uma proposta de regulação elaborada durante o mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Política

Eleitor que não votou no primeiro turno tem até quinta-feira para justificar voto

Justificativa para não votar deve ser feita pelo aplicativo e-Título. Para quem faltou no segundo turno, prazo vence em 28 de janeiro.

PortalPE10 com informações G1

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(Foto: Aldo V. Silva / Arquivo JCS)

(Foto: Aldo V. Silva / Arquivo JCS)

Os eleitores que não votaram no primeiro turno das Eleições 2020 têm até 14 de janeiro para justificar a ausência para a Justiça Eleitoral.

Neste ano, por conta da pandemia, a justificativa deve ser feita pelo aplicativo e-Título ou por meio do Sistema Justifica. No caso de ausência no segundo turno, o prazo expira em 28 de janeiro.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), caso o eleitor não tenha smartphone ou acesso à internet, o processo pode ser feito, excepcionalmente, em qualquer seção eleitoral.

É possível justificar ausência em qualquer local de votação do país no dia da eleição e em postos da Justiça Eleitoral até 60 dias após cada turno. Caso o eleitor esteja fora do país, o cidadão tem até 30 dias contados da data de retorno ao Brasil.

A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu. Assim, se ele deixou de votar no 1º e no 2º turno, terá que justificar a ausência em ambos, separadamente.

Prazos para justificativa

1º turno: 14 de janeiro.
2º turno: 28 de janeiro.
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Multa e consequências

O eleitor que não justificar a ausência dentro do prazo estipulado pelo TSE terá que pagar multa para regularizar a situação. A multa é de R$ 3,50 por turno.

Enquanto estiver em débito com a Justiça Eleitoral, ele não pode, por exemplo, tirar ou renovar passaporte, receber salário ou proventos de função em emprego público, prestar concurso público e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo – entre outras consequências.

Aquele eleitor que não votar por três eleições seguidas, não justificar nem quitar a multa devida terá sua inscrição cancelada. A regra não vale para eleitores que não são obrigados a votar, como analfabetos, maiores de 16 e menores de 18, e maiores de 70 anos.

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Entretenimento

Carlos Villagrán, o “Kiko” de Chaves, se candidata a governador no México

No próximo dia 6 de junho de 2021, o México realiza eleições que definiram uma série de cargos de nível federal e local.

Redação PortalPE10

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Carlos Villagrán (Foto: Reprodução)

O ator Carlos Villagrán, mais conhecido como o Kiko, do seriado Chaves, anunciou sua tentativa de entrar no mundo da política, tornando-se pré-candidato a governador e também à prefeitura em Querétaro, no México.

No próximo dia 6 de junho de 2021, o México realiza eleições que definiram uma série de cargos de nível federal e local, variando de quantidade de acordo com cada estado. O Partido Querétaro Independiente, ao qual Villagrán se filiou, deve decidir os candidatos finais até o próximo dia 8 de fevereiro.

“Depois de 50 anos fazendo as pessoas rirem, me encontro em outra plataforma, que me traz uma tremenda honra”, afirmou o ator durante coletiva de imprensa, segundo edição local da Forbes.

Em entrevista ao site ADN Informativo no último dia 8 de janeiro Connie Herrera Martínez, presidente do partido, comentou a candidatura de Kiko.

“Alguns tem lhe criticado muito por ser um ator, porém o homem é um extraordinário estudioso, comprometido, e sua profissão não implica que não tenha um conhecimento sólido a respeito das necessidades”, avaliou.

Recentemente, no último mês de abril, Carlos Villagrán chamou atenção por um discurso conspiracionista dado em entrevista à TV mexicana, em que chegou a alegar que “a covid-19 não existe”.

*Com informações Exame.

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Brasil

Ex-prefeita de Novo Lino é acusada de calote milionário em aposentados

Redação PortalPE10

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A Procuradoria-Geral de Justiça acatou a denúncia de um suposto calote milionário aos cofres do Fundo de Aposentados e Pensões da cidade de Novo Lino.

A denúncia foi publicada na manhã desta quarta-feira (06/01) no Diário Oficial do Ministério Público de Alagoas (MP-AL). De acordo com o documento, o dossiê encaminhado a PG está sendo analisado.

Trata-se de uma denúncia contra a ex-prefeita do município, Luciene Maria Ferreira (PSDB-AL), a Lucia de Vasco, que não realizava os repasses previdenciários mensalmente, como é exigido por lei.

Os levantamentos descritos na denúncia mostram que, apenas em 2017, o rombo aos cofres ocasionados pela falta do repasse dos valores chegou a R$ 771.966,92, e os números só cresceram desde então.

Em 2018, por exemplo, o valor chegou a R$ 865.963,09. e em 2019, R$ 278.827,03. Já no ano passado, o salto total do devedor chegou a R$ 977.570,62. O débito chega a mais de R$ 2,8 milhões.

Início da gestão:

A gestão de Lucia de Vasco teve início conturbado devido à oposição apresentar um documento pedindo que sua candidatura fosse inelegível apontando que ela (Lucia) seria analfabeta.

Na época, a prefeita eleita no município foi submetida a um teste de escolaridade, que mesmo com os resultados considerados “péssimos”, conseguiu comprovar que sabia ler e escrever.

Os resultados do exame fiz com que o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) optasse por manter seu mandato como prefeita da cidade de Novo Lino.

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