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Política

Dos 263 deputados que votaram a favor de Temer, 111 são investigados

Ele optaram pelo fim do processo por corrupção passiva contra o presidente

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Câmara ignora provas e barra denúncia contra Temer; siga

Na votação dessa quarta, que decidiu por encerrar as investigações contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva, 111 dos 263 deputados que votaram a favor do peemedebista, 42%, são réus em ações penais ou respondem a inquéritos na Justiça.

Os investigados e acusados acompanharam o relator Paulo Ab-Ackel, que orientou que a denúncia da Procuradoria-Geral da República fosse rejeitada.

Já entre os que votaram pela continuação do processo, 62 são investigados, 27%.

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Brasil

Bolsonaro diz que juiz não pode decidir sobre obrigatoriedade de vacina para Covid-19

Declaração vem após presidente do STF afirmar ver com bons olhos Justiça entrar na discussão e tomar uma decisão a respeito

Marcelo Passos

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que não entende a “pressa” no desenvolvimento da vacina contra o novo coronavírus. Citando a hidroxicloroquina, Bolsonaro também questionou apoiadores se não seria mais fácil e barato “investir na cura do que na vacina”. A substância mencionada pelo presidente, no entanto, não tem eficácia contra a Covid-19 comprovada cientificamente.

— O que nós queremos é buscar a solução para o caso. Agora, pelo que tudo indica, a vacina que menos demorou até hoje foram quatro anos, eu não sei porque correr em cima dessa — disse, acrescentando:

— Eu dou minha opinião pessoal: não é mais fácil e barato investir na cura do que na vacina? Ou jogar nas duas, mas também não esquecer da cura? Eu, por exemplo, sou uma testemunha [da cura]. Eu tomei a hidroxicloroquina, outros tomaram a ivermectina, outros tomaram annita e deu certo — afirmou.

Bolsonaro afirmou que o governo não “quer atropelar” a discussão sobre a vacina e comprar uma substância sem “comprovação” científica. Ele disse que espera a publicação dos resultados dos imunizantes desenvolvidos contra a Covid-19 em uma revista científica, para tomar uma decisão.

— Hoje vou encontrar com o ministro Pazuello da Saúde para tratar desse assunto, porque temos uma jornada pela frente, onde parece que foi judicializada essa questão, e entendo que essa não é uma questão de Justiça, é uma questão de saúde acima de tudo, não pode um juiz decidir se você pode ou não tomar vacina, isso não existe — afirmou.

O presidente tem se posicionado contrário a obrigatoriedade da vacina contra o novo coronavírus, principalmente após o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciar que a imunização vai ser obrigatória no estado.

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Brasil

Às vésperas das eleições municipais, cresce a violência contra candidatos

Dados de 2016 a 2020 mostram que os crimes contra candidatos e pré-candidatos políticos quase triplicaram em 4 anos

PortalPE10 com informações G1

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Adriano Sousa Magalhães, candidato do Solidariedade a prefeito do município de Dom Eliseu que foi assassinado
Imagem: Divulgação

A violência que ameaça a democracia: os crimes contra candidatos e pré-candidatos políticos triplicam em apenas 4 anos.

Adriano Magalhães, candidato à prefeitura do município de Dom Eliseu pelo partido Solidariedade, foi morto no sul do Pará. Ele, duas irmãs e assessores tinham acabado de sair do comício e iam jantar às margens da BR-010. Ninguém viu de onde partiu o tiro que matou Adriano. Era a primeira vez que ele participava de uma eleição. Advogado, tinha sido secretário municipal por dois anos. A família diz que Adriano não tinha inimigos.

A morte de Adriano nem chegou a entrar nas estatísticas da pesquisa sobre violência na política, conduzida pelas organizações não-governamentais Terra de Direitos e Justiça Global.

O estudo reuniu dados de janeiro de 2016 a primeiro de setembro de 2020. Foram mapeados 327 casos de violência contra políticos eleitos, candidatos e pré-candidatos, que incluem ameaças, agressões e ofensas. Mas é o aumento de assassinatos e atentados que mais assusta: 125, em 24 estados do Brasil. E a violência vem crescendo. De 2016 para 2019, o número de crimes deste tipo quase triplicou. Com o início da campanha eleitoral, pelo menos, outros 7 casos de mortes e atentados foram registrados, depois que a pesquisa foi concluída.

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Pernambuco

Juiz eleitoral proíbe uso de carro de som para acompanhamento de militantes

Prática já é vedada pela legislação eleitoral e estava sendo realizada por candidatos.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

O juiz da propaganda eleitoral de Caruaru, Eliziongeber Freitas, proibiu a utilização de carro de som para acompanhamento de militantes, cabos eleitorais e contratados para distribuição de material de campanha.

De acordo com o juiz, alguns candidatos estariam praticando a irregularidade, já proibida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“A resolução 23.610, que regulamenta a propaganda eleitoral, proíbe a utilização de carro de som quando desvinculado de comício, passeata ou carreata. A ocorrência desses eventos tem que ser comunicada à Polícia Militar para que ela tome as medidas necessárias com relação ao local do evento e a questão do trânsito”, explicou.

Sanção

Ainda de acordo com o juiz, alguns candidatos “estão utilizando os cabos eleitorais ou os militantes, e fazendo passeata dentro da cidade e nos bairros com carros de som nesses eventos, o que é proibido”.

A pena para quem descumprir a determinação é apreensão do carro de som. Já o candidato pode ser multado e até incluído na lei de inelegibilidade.

*Com informações NE10 Interior

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