Nos siga nas redes sociais

Política

Eduardo pede mobilização dos trabalhadores contra caminho errado que o Brasil tomou

Eduardo Campos voltou a comentar sobre a importância de estabelecer um novo pacto político no Brasil.

Avatar

Publicado

O presidente nacional do PSB e pré-candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, esteve em São Paulo para um pronunciamento durante o evento de 1o de Maio da Força Sindical. Neste mesmo evento, ao lado de Aécio, Paulinho da Força Sindical diz que Dilma é quem deveria ir para Papuda.

Entre outras ideias, Eduardo Campos defendeu a necessidade de estabelecer um novo pacto político no Brasil, com o apoio dos trabalhadores.

Para um público estimado em 1,5 milhão de pessoas, segundo a organização do evento, Campos destacou o papel dos trabalhadores brasileiros para promover as mudanças necessárias no País.

14121177

“Quero deixar meu abraço a todos os trabalhadores de São Paulo e do Brasil. Muitos vieram do Nordeste para cá e construíram suas vidas aqui. Estamos em um ano crucial: chegou a hora da mudança, e essa é uma luta de todo o Brasil. Temos um desafio importante à frente, afinal, não é mais possível sufocar o salário mínimo e retirar direitos dos trabalhadores, com inflação subindo e a indústria enfraquecida. É tempo de construir uma nova democracia, com estabilidade e inclusão. O Brasil foi para o caminho errado e, para voltar para o rumo certo, é preciso haver uma mobilização, sobretudo da classe trabalhadora”.

O presidente do PSB criticou a postura da presidente Dilma Rousseff com relação ao pronunciamento em rede nacional na noite da última quarta-feira, 30 de abril, em que anunciou correção na tabela do Imposto de Renda e aumento em 10% do benefício do Bolsa Família.

“Foi um discurso de campanha eleitoral, não da presidente do País. O atual governo ainda não compreendeu que o principal desafio político e econômico hoje é conter a inflação, que vem comprometendo gravemente o poder de consumo do brasileiro. Já chegou ao preço dos alimentos e vem interferindo na renda da população mais pobre”, ressaltou.

Questionado sobre o caso Petrobras, Campos reforçou que é preciso promover uma ‘blindagem política” da companhia.

“É preciso estabelecer uma direção qualificada, com um planejamento estratégico blindado de interferências políticas. O atual governo não consegue desenvolver a companhia, e isso se reflete no preço de combustíveis e energia. É preciso mudar esse cenário”, afirmou.Eduardo Campos voltou a comentar sobre a importância de estabelecer um novo pacto político no Brasil.

“Só vamos retomar o crescimento em níveis satisfatórios quando tivermos uma mudança no padrão político. Não podemos só multiplicar ministérios. Eu e Marina Silva (pré-candidata à vice-presidência pela Aliança PSB-REDE-PPS-PPL) somos totalmente favoráveis a um debate sereno e qualificado, que promova o diálogo com empresários, com estudantes, sindicalistas, cientistas. É fundamental termos um governo com liderança, que comande um processo de transformação, ouvindo a sociedade, com transparência na informação”, comentou. (Folha de São Paulo)

Publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Supremo forma maioria e deixar Lula apto para disputar eleição de 2022

Redação PortalPE10

Publicado

O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nesta quinta-feira (15) para anular as condenações do ex-presidente Lula (PT) e devolver os direitos políticos do petista.

Os ministros Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Rosa Weber, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Luís Roberto Barroso votaram nesse sentido. Indicado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o ministro Kassio Nunes Marques foi o único a divergir. O magistrado defendeu a revogação da decisão de Fachin.

Os demais magistrados concordaram que as ações contra Lula não tratavam apenas da Petrobras e que a competência da 13ª Vara Federal de Curitiba dizia respeito somente a processos com vinculação direta com a estatal petrolífera.

Os ministros ainda devem decidir se os processos devem ser remetidos à Justiça Federal do Distrito Federal ou de São Paulo.

Continuar Lendo

Brasil

Um mês após perder esposa, Schiavinato é 1º deputado federal a morrer de Covid-19

Sua esposa, Marlene Schiavinato, morreu no dia 12 de março, também vítima da Covid-19.

Redação PortalPE10

Publicado

José Carlos Schiavinato – (Foto: Divulgação)

O deputado federal José Carlos Schiavinato (PP-PR), 66, morreu na noite desta terça-feira (13) por complicações da Covid-19. Ele foi o primeiro deputado federal em exercício a morrer vítima da doença, segundo a Câmara dos Deputados.

Schiavinato estava internado em um hospital de Brasília desde o dia 3 de março e, uma semana depois, foi transferido para a UTI, onde passou a receber ventilação mecânica. Ele terá o corpo transladado para Toledo (PR), onde foi prefeito por dois mandatos (2005-2012). As informações são da Folhapress.

A mulher dele, Marlene Schiavinato, morreu no dia 12 de março, também vítima da Covid-19. Ela tinha câncer e fazia tratamento havia três anos quando foi contaminada pelo coronavírus. Segundo a assessoria do parlamentar, ele não chegou a ser informado sobre a morte da mulher.

Nascido em Iguaraçu (PR), Schiavinato era engenheiro civil formado pela Universidade Estadual de Maringá. Além de prefeito de Toledo, foi deputado estadual no Paraná (2015-2018).

Estava no primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Era membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e participou da CPI do BNDES, entre março e outubro de 2019. Aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), era considerado um defensor do municipalismo.

Três senadores já morreram em decorrência da Covid-19 ou de complicações da doença: Major Olímpio (PSL-SP), José Maranhão (MDB-PB) e Arolde de Oliveira (PSD-RJ).

A morte de Major Olímpio aos 58 anos causou comoção entre os senadores. Ele era um crítico das políticas do governo federal no enfrentamento à pandemia e um dos principais defensores da instalação da CPI da Covid, que acaba de ser instalada.

O parlamentar anunciou em 2 de março que havia contraído a Covid-19. No dia seguinte, foi internado no Hospital São Camilo, em São Paulo, de onde chegou a participar de uma sessão virtual do Senado. Ele morreu no dia 19 de março.

Segundo amigos do senador, ele não tinha nenhuma doença pré-existente, como diabetes ou outras comorbidades. Só reclamava, de vez em quando, de dores das costas (em especial após pequenas corridas que costumava praticar) e do estresse das disputas políticas.

O senador José Maranhão (MDB-PB) morreu no dia 8 de fevereiro. O parlamentar tinha 87 anos e era o mais velho do Congresso Nacional.

Maranhão havia sido infectado no fim de novembro, em João Pessoa (PB), durante o segundo turno das eleições municipais. Uma semana depois, foi transferido para São Paulo para se tratar, onde permaneceu desde então.

O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ), 83, morreu em outubro do ano passado. Ele estava internado havia mais de um mês e foi o primeiro congressista a morrer vítima da Covid-19.

Continuar Lendo

Brasil

Após ordem do STF, Senado cria CPI da Covid para investigar gestão Bolsonaro e verba a estados

PortalPE10 Com informações FolhaPE

Publicado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), oficializou, nesta terça-feira (13), a criação da CPI da Covid.Pacheco decidiu unir dois requerimentos apresentados por senadores, criando uma única comissão que, além de investigar a gestão do presidente Jair Bolsonaro, também tratará de repasses de verbas federais para estados e municípios.

O requerimento inicialmente analisado, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), previa apenas a investigação das ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia, em particular abordando o colapso do sistema de saúde de Manaus (AM).

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), oficializou, nesta terça-feira (13), a criação da CPI da Covid.
Pacheco decidiu unir dois requerimentos apresentados por senadores, criando uma única comissão que, além de investigar a gestão do presidente Jair Bolsonaro, também tratará de repasses de verbas federais para estados e municípios.

O requerimento inicialmente analisado, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), previa apenas a investigação das ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia, em particular abordando o colapso do sistema de saúde de Manaus (AM).

Continuar Lendo

Mais Lidas

Copyright © 2013 - 2021 PortalPE10. Todos os direitos reservados.