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Política

Em Recife;Doria defende Lula candidato para que petista seja derrotado nas urnas

Para o tucano, desta forma o

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Prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), na chegada ao LIDE PE, onde recebe uma homenagem

Em passagem pelo Recife, nesta sexta-feira (18), onde participa de evento do LIDE Pernambuco, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), defendeu que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja candidato em 2018 a presidente. Isso porque o tucano quer que o petista seja derrotado nas urnas e que o “mito” seja enterrado. 

“Lula tem seis indiciamentos e já uma condenação de nove anos e meio de prisão. Então, é a Justiça que deve decidir, a Justiça comum e a Justiça Eleitoral, se ele pode ou não ser candidato. Eu, pessoalmente, defendo que ele seja candidato e perca. Seja derrotado pelo voto nas eleições de 2018, porque assim nós enterramos o mito”, disse Doria, em entrevista coletiva antes do evento.

Segundo o prefeito de São Paulo, que é cogitado a disputar a Presidência no ano que vem, depois disso, “o Luiz Inácio será submetido ao juízo da Justiça, que decidirá seu endereço, se será São Bernardo ou Curitiba”.

O tucano, que afirma não ser contra a realização das prévias no partido, declarou, no entanto, que caso o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) seja candidato, não “há a menor hipótese” de ele concorrer na disputa interna do partido. 

“Primeiro por lealdade, dignidade, respeito e amizade. Uma figura de grande proeminência no PSDB, meu amigo pessoal, não há a menor hipótese de fazer qualquer disputa com o governador Geraldo Alckmin. Isso também me deixa muito tranquilo pra seguir com o que estamos fazendo, conhecendo o Brasil, buscando experiências boas no plano municipalista, ajudando a compreender o Brasil e também atar as posições do PSDB em relação a políticas públicas, sobretudo aquelas no âmbito da gestão”, afirmou o prefeito de São Paulo.

No evento, onde Doria recebe homenagem, marcaram presença os ministros Fernando Filho (PSB), Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB), o ex-governador João Lyra Neto (PSDB), os deputados federais Betinho Gomes (PSDB), Daniel Coelho (PSDB), Augusto Coutinho (SD), além do presidente estadual do PSDB, Antônio Moraes.     

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Política

Eleições 2020: Saiba como encontrar seu local de votação

O aplicativo e-Título é outra maneira de consultar as informações.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Aldo V. Silva / Arquivo JCS)

(Foto: Aldo V. Silva / Arquivo JCS)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possui uma ferramenta de consulta que informa o número do título de eleitoral, da zona eleitoral e do endereço de seção da votação. Basta indicar o nome completo, a data de nascimento e o nome da mãe. Clique aqui para ter consultar seu local de votação.

O aplicativo e-Título é outra maneira de consultar as informações. Ele pode ser baixado em tablets ou smartphones que utilizam os sistemas operacionais Android ou iOS.

Além disso, você pode ligar para a Central do Eleitor de seu estado para obter informações. Em Pernambuco, o número é: (81) 3194-9400. Se você for de outro estado confira os número de cada Central neste link.

Vale ressaltar que você pode votar sem ter o título de eleitor em suas mãos. Para votar é necessário que você tenha em mãos qualquer documento oficial com foto e saiba o local de sua votação.

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Brasil

Bolsonaro diz que juiz não pode decidir sobre obrigatoriedade de vacina para Covid-19

Declaração vem após presidente do STF afirmar ver com bons olhos Justiça entrar na discussão e tomar uma decisão a respeito

Marcelo Passos

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que não entende a “pressa” no desenvolvimento da vacina contra o novo coronavírus. Citando a hidroxicloroquina, Bolsonaro também questionou apoiadores se não seria mais fácil e barato “investir na cura do que na vacina”. A substância mencionada pelo presidente, no entanto, não tem eficácia contra a Covid-19 comprovada cientificamente.

— O que nós queremos é buscar a solução para o caso. Agora, pelo que tudo indica, a vacina que menos demorou até hoje foram quatro anos, eu não sei porque correr em cima dessa — disse, acrescentando:

— Eu dou minha opinião pessoal: não é mais fácil e barato investir na cura do que na vacina? Ou jogar nas duas, mas também não esquecer da cura? Eu, por exemplo, sou uma testemunha [da cura]. Eu tomei a hidroxicloroquina, outros tomaram a ivermectina, outros tomaram annita e deu certo — afirmou.

Bolsonaro afirmou que o governo não “quer atropelar” a discussão sobre a vacina e comprar uma substância sem “comprovação” científica. Ele disse que espera a publicação dos resultados dos imunizantes desenvolvidos contra a Covid-19 em uma revista científica, para tomar uma decisão.

— Hoje vou encontrar com o ministro Pazuello da Saúde para tratar desse assunto, porque temos uma jornada pela frente, onde parece que foi judicializada essa questão, e entendo que essa não é uma questão de Justiça, é uma questão de saúde acima de tudo, não pode um juiz decidir se você pode ou não tomar vacina, isso não existe — afirmou.

O presidente tem se posicionado contrário a obrigatoriedade da vacina contra o novo coronavírus, principalmente após o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciar que a imunização vai ser obrigatória no estado.

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Brasil

Às vésperas das eleições municipais, cresce a violência contra candidatos

Dados de 2016 a 2020 mostram que os crimes contra candidatos e pré-candidatos políticos quase triplicaram em 4 anos

PortalPE10 com informações G1

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Adriano Sousa Magalhães, candidato do Solidariedade a prefeito do município de Dom Eliseu que foi assassinado
Imagem: Divulgação

A violência que ameaça a democracia: os crimes contra candidatos e pré-candidatos políticos triplicam em apenas 4 anos.

Adriano Magalhães, candidato à prefeitura do município de Dom Eliseu pelo partido Solidariedade, foi morto no sul do Pará. Ele, duas irmãs e assessores tinham acabado de sair do comício e iam jantar às margens da BR-010. Ninguém viu de onde partiu o tiro que matou Adriano. Era a primeira vez que ele participava de uma eleição. Advogado, tinha sido secretário municipal por dois anos. A família diz que Adriano não tinha inimigos.

A morte de Adriano nem chegou a entrar nas estatísticas da pesquisa sobre violência na política, conduzida pelas organizações não-governamentais Terra de Direitos e Justiça Global.

O estudo reuniu dados de janeiro de 2016 a primeiro de setembro de 2020. Foram mapeados 327 casos de violência contra políticos eleitos, candidatos e pré-candidatos, que incluem ameaças, agressões e ofensas. Mas é o aumento de assassinatos e atentados que mais assusta: 125, em 24 estados do Brasil. E a violência vem crescendo. De 2016 para 2019, o número de crimes deste tipo quase triplicou. Com o início da campanha eleitoral, pelo menos, outros 7 casos de mortes e atentados foram registrados, depois que a pesquisa foi concluída.

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