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Cotidiano

Ex-médico condenado por esquartejar amante é encontrado morto em casa

STJ determinou na quinta-feira (21) seu retorno à cadeia pela morte e esquartejamento de paciente em 2003.

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Farah Jorge Farah em imagem de 2014 (Foto: GloboNews)

Condenado por matar e esquartejar a amante há 14 anos, o ex-médico Farah Jorge Farah, de 68 anos, foi encontrado morto em sua casa nesta sexta-feira (22), na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. O UOL apurou que a principal suspeita é de que ele tenha cometido suicídio.

Farah estava em prisão domiciliar e deveria voltar à cadeia nesta sexta. Logo após a expedição da ordem judicial, os policiais chamaram pelo ex-médico, mas ninguém respondeu em sua casa. Eles, então, pularam o portão da residência usando uma escada. Um chaveiro abriu a porta e os agentes foram direto para o segundo andar, no quarto de Farah, onde uma música fúnebre ainda tocava.

De acordo com o delegado Osvaldo Nico Gonçalves, o ex-médico preparou uma espécie de “ritual” antes de morrer. Além de música fúnebre, ele se vestiu de mulher antes de usar um bisturi para cortar “as veias femoral, que passam pela virilha”.

“Ele colocou seios de silicone e vestiu uma calça legging antes de se matar”, afirmou o delegado ao UOL. A perícia ainda está no local.

O crime pelo qual Farah foi considerado culpado aconteceu em 2003. Na Justiça, ele recebeu uma pena de 14 anos e oito meses de prisão. Na quinta-feira (21), o STJ (Superior Tribunal de Justiça) acolheu pedido do Ministério Público de São Paulo e determinou a execução provisória da pena do ex-médico, condenado inicialmente a 16 anos de reclusão pelo homicídio duplamente qualificado, pena depois reduzida em um ano quatro meses.

A Sexta Turma do tribunal começou a analisar o pedido em agosto, mas o ministro Sebastião Reis Júnior pediu vistas na ocasião, suspendendo o julgamento, retomado apenas nesta quinta.

Os nove pedaços do corpo esquartejado da amante e paciente foram encontrados dentro de cinco sacos de lixo, guardados no porta-malas do carro de Farah.

Crime

Jorge Farah foi condenado pela morte, esquartejamento e ocultação do cadáver da dona de casa, paciente e amante Maria do Carmo Alves, na época com 46 anos.

O crime aconteceu em 24 de janeiro de 2003 na clínica do ex-cirurgião no bairro de Santana, na zona norte da capital de São Paulo. O corpo, no entanto, só foi encontrado pela polícia dois dias depois no porta-malas do carro do réu, na garagem do prédio onde morava, também na zona norte.

A defesa de Farah não negava que ele tinha matado Maria do Carmo, mas alegava que ele agiu sob “violenta emoção”. Segundo a defesa, em março de 2002, a vítima ligou 3.708 vezes para o consultório de Farah. Ele disse que a mulher o ameaçava e, no dia do crime, o “atacou com uma faca”.

Caso se arrastava na Justiça

Farah ficou preso por quatro anos. Em 2007, conseguiu na Justiça o direito de esperar pelo julgamento em liberdade.

Em abril de 2008, ele foi a júri e condenado a 16 anos de prisão, mas o julgamento foi anulado pela Justiça em julho de 2013. À época, a defesa alegou que laudos que atestavam que o ex-médico era semi-imputável não foram levados em consideração pelos jurados.

Em novembro do ano passado, o ex-cirurgião conseguiu ficar livre da acusação de ocultação de cadáver, depois de a Justiça decretar que o crime havia prescrito.

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Cotidiano

Morre Lee Kun-hee, presidente da Samsung

De acordo com comunicado, Lee, que já estava hospitalizado em Seul, passou os últimos momentos ao lado dos familiares, incluindo seu filho Lee Jae-yong — que, com a doença do pai, lidera a Samsung.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

O presidente da empesa de tecnologia Samsung, Lee Kun-hee, morreu aos 78 anos neste domingo (25) (horário local), informou a companhia da Coreia do Sul.

De acordo com comunicado, Lee, que já estava hospitalizado em Seul, passou os últimos momentos ao lado dos familiares, incluindo seu filho Lee Jae-yong — que, com a doença do pai, lidera a Samsung.

Não se sabe a causa da morte. Ele foi hospitalizado em Seul em maio de 2014, quando sofreu ataque cardíaco. Lee, então, recebeu um procedimento para evitar a geração de material tóxico nos vasos sanguíneos ao desacelerar o metabolismo. Na década de 1990, o magnata se recuperou de um câncer pulmonar.

“Todos nós na Samsung vamos celebrar sua memória e somos gratos pela jornada que compartilhamos com ele”, diz o texto.

Crescimento da empresa e problemas na Justiça

Nascido em 1942, Lee ajudou a transformar a pequena empresa de seu pai, Lee Byung-chull, no maior conglomerado sul-coreano. Desde que assumiu a liderança da companhia em 1987, ele acompanhou a transição da Samsung como fabricante de televisores rumo à maior produtora de smartphones e chips de memória.

Com isso, o magnata se tornou o homem mais rico da Coreia do Sul, com fortuna estimada em US$ 20,7 bilhões, segundo a Bloomberg.

Lee também se envolveu em problemas com a Justiça envolvendo pagamentos de propinas a ex-presidentes. Um deles, Lee Myung-bak, que governou a Coreia do Sul entre 2008 e 2013, foi condenado em 2018 a 15 anos de prisão por aceitar US$ 5,4 milhões de propinas da Samsung para conceder perdão ao chefe da empresa por sonegação de impostos.

Um dos filhos de Lee Kun-hee, Lee Jae-yong tomou o controle da empresa sem que o pai deixasse a presidência por causa da doença e também se envolveu em problemas na Justiça. O herdeiro foi condenado em 2017 a 5 anos de prisão por pagamento de propinas a outra ex-presidente, Park Geun-hye, que sofreu impeachment. Ele deixou a prisão no ano seguinte.

As relações de Lee com o poder da Coreia do Sul transformaram a Samsung em uma das maiores impulsionadoras do desenvolvimento econômico do país asiático: sozinha, a empresa de tecnologia responde por 20% do capital na maior bolsa de valores sul-coreana.

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Brasil

Mega-Sena, concurso 2.312: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio acumula em R$ 45 milhões

Veja também os números sorteados de mais cinco loterias.

Marcos Philipe Passos

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Mega-Sena – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.312 da Mega Sena sorteados neste sábado (24) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O prêmio acumulou, e o valor previsto para quem acertar as seis dezenas no próximo sorteio subiu para R$ 45 milhões. Veja também os números sorteados de mais cinco loterias.

A Mega-Semana da Sorte ofereceu uma chance extra ao apostador, com três sorteios: o primeiro realizado na terça-feira (20), o segundo, na quinta-feira (22), e o último ocorreu neste sábado (24).

Mega-Sena

Os número sorteados foram: 03 – 27 – 39 – 46 – 47 – 60.

A Quina teve 43 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 71.554,38.

A Quadra teve 3.773 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 1.164,98.

Quina

Os números sorteados foram: 27 – 32 – 44 – 46 – 49.

Timemania:

Os números sorteados da Timemania foram: 01, 10, 14, 25, 47, 48, 50.

Time do coração: 76 (Vila Nova – GO)

Lotofácil:

Os números sorteados da Lotofácil foram: 21-05-17-19-09-13-11-12-22-06-07-14-08-04-10.

Dupla Sena

Número do 1º Sorteio: 22 – 24 – 30 – 32 – 37 – 39.

Números do 2º Sorteio: 06 – 09 – 28 – 29 – 40 – 47.

Dia de Sorte

Os números sorteados foram: 05 – 10 – 21 – 25 – 26 – 29 – 31.

Mês da sorte: 04 (abril)

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Cotidiano

Em comício, Obama diz que Casa Branca errou na gestão da pandemia

“Essa pandemia teria sido difícil para qualquer presidente administrar”, mas “a ideia de que, de alguma forma, a Casa Branca fez algo além de arruinar tudo é tola”, continuou.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)

(Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)

O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, atacou neste sábado (24) o atual presidente Donald Trump por sua gestão da pandemia da covid-19, durante um evento de campanha em apoio ao candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden.

“Oito meses após o início desta pandemia, o número de novos casos continua batendo recordes”, disse o ex-presidente durante um comício democrata realizado em Miami, na Flórida, dez dias antes das eleições de 3 de novembro.

“Essa pandemia teria sido difícil para qualquer presidente administrar”, mas “a ideia de que, de alguma forma, a Casa Branca fez algo além de arruinar tudo é tola”, continuou.

Diante de um público que chegou de carro para um comício realizado na modalidade “drive-in”, Obama, o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, criticou Trump por não ter um plano de combate à pandemia.

“Donald Trump não vai nos proteger agora, de improviso. Ele sequer é capaz de tomar as precauções mais elementares para se proteger”, disse ironicamente, três semanas após a hospitalização do presidente republicano, que contraiu o vírus.

“Ele sequer reconhece que há um problema”, continuou Obama, em resposta às declarações feitas neste sábado por Trump, que durante um comício na Carolina do Norte previu que, no dia seguinte à eleição, não se falará mais sobre a pandemia.

Este é o segundo ato em poucos dias em que Obama participa em apoio ao seu ex-vice-presidente.

Em Miami, Obama pediu a mobilização massiva do eleitorado democrata da Flórida, um estado-chave que o apoiou em 2008 e 2012, mas no qual Trump venceu em 2016.

“Você me escolheu duas vezes, Flórida. Agora peço que escolha Joe”, concluiu.

*Com informações AFP

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