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Política

Fernando Filho admite conversa com DEM e PMDB, mas nega saída do PSB

Mesmo sem querer sair do PSB, o ministro afirmou que tem conversado não somente com o DEM e PMDB.

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Foto: Jorge William / Agência O Globo

Com a relação abalada com PSB, o ministro de Minas e Energia, Fernando Filho, admitiu que tem conversado com o DEM, o PMDB e todos os partidos que têm procurado o clã dos Coelho. Em entrevista à Rádio Jornal nesta sexta-feira (28), o ministro também afirmou que não tem a disposição de sair do PSB mesmo considerando que o partido não ‘respeitou’ a decisão dele de não deixar o governo Michel Temer (PMDB).

“Não quero, sinceramente mudar, nem fazer nenhum tipo de radicalização com a posição partidária. O que nós queremos é que as posições dos deputados, de 15 ou 16 deputados do PSB, fossem respeitados; o que não aconteceu. Houve um enquadramento do parlamento”, reclamou.

Mesmo sem querer sair do PSB, o ministro afirmou que tem conversado não somente com o DEM e PMDB, mas com todos os partidos que tem procurado a família Coelho. “Eu nunca tive e nem tenho a disposição de sair do PSB, isso nunca aconteceu. Agora, se vão nos colocar para fora do partido, no mundo do político está havendo isso. Estamos sendo cortejados não somente pelo DEM e PMDB”, disse. 

Fernando Filho falou de sua relação com presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e disse que os dois têm conversado. “Eu tenho a relação com o presidente Rodrigo Maia boa, desde o impedimento da presidente passada e nas eleições dele na Câmara. E é evidente que Rodrigo, na posição que ele ocupa, vire também um polo de atração de força dentro da Câmara. E a gente tem recebido este tipo de convite de quem tem se colocado à nossa disposição”, contou.

Maia esteve na sexta-feira passada (21) em Petrolina, juntamente com o ministro Mendonça Filho (DEM), onde participaram casamento do prefeito Miguel Coelho (PSB), filho do senador Fernando Bezerra Coelho e irmão do ministro.

Fernando Filho criticou a legenda pelo posicionamento com os deputados que votaram a favor da reforma trabalhista. O partido havia fechado questão para que seus parlamentares votassem contra todas as reformas propostas pelo governo Temer. Para o ministro, os dirigentes faltaram com respeitos com seus parlamentares. 

“Eu não queria mudar a posição do partido, se o partido é contra a reforma A, B ou C, eu respeito a posição. Agora eu também deveria ter sido preservado e respeitado a posição dos parlamentares. O que é que veio em decorrência disso? Veio um processo de incitação dos 15 parlamentares na Comissão de Ética e a declaração de dirigentes dizendo que ‘iam levar até a última consequência’”, declarou.

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Pernambuco

Juiz eleitoral proíbe uso de carro de som para acompanhamento de militantes

Prática já é vedada pela legislação eleitoral e estava sendo realizada por candidatos.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

O juiz da propaganda eleitoral de Caruaru, Eliziongeber Freitas, proibiu a utilização de carro de som para acompanhamento de militantes, cabos eleitorais e contratados para distribuição de material de campanha.

De acordo com o juiz, alguns candidatos estariam praticando a irregularidade, já proibida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“A resolução 23.610, que regulamenta a propaganda eleitoral, proíbe a utilização de carro de som quando desvinculado de comício, passeata ou carreata. A ocorrência desses eventos tem que ser comunicada à Polícia Militar para que ela tome as medidas necessárias com relação ao local do evento e a questão do trânsito”, explicou.

Sanção

Ainda de acordo com o juiz, alguns candidatos “estão utilizando os cabos eleitorais ou os militantes, e fazendo passeata dentro da cidade e nos bairros com carros de som nesses eventos, o que é proibido”.

A pena para quem descumprir a determinação é apreensão do carro de som. Já o candidato pode ser multado e até incluído na lei de inelegibilidade.

*Com informações NE10 Interior

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Cotidiano

Em comício, Obama diz que Casa Branca errou na gestão da pandemia

“Essa pandemia teria sido difícil para qualquer presidente administrar”, mas “a ideia de que, de alguma forma, a Casa Branca fez algo além de arruinar tudo é tola”, continuou.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)

(Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)

O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, atacou neste sábado (24) o atual presidente Donald Trump por sua gestão da pandemia da covid-19, durante um evento de campanha em apoio ao candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden.

“Oito meses após o início desta pandemia, o número de novos casos continua batendo recordes”, disse o ex-presidente durante um comício democrata realizado em Miami, na Flórida, dez dias antes das eleições de 3 de novembro.

“Essa pandemia teria sido difícil para qualquer presidente administrar”, mas “a ideia de que, de alguma forma, a Casa Branca fez algo além de arruinar tudo é tola”, continuou.

Diante de um público que chegou de carro para um comício realizado na modalidade “drive-in”, Obama, o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, criticou Trump por não ter um plano de combate à pandemia.

“Donald Trump não vai nos proteger agora, de improviso. Ele sequer é capaz de tomar as precauções mais elementares para se proteger”, disse ironicamente, três semanas após a hospitalização do presidente republicano, que contraiu o vírus.

“Ele sequer reconhece que há um problema”, continuou Obama, em resposta às declarações feitas neste sábado por Trump, que durante um comício na Carolina do Norte previu que, no dia seguinte à eleição, não se falará mais sobre a pandemia.

Este é o segundo ato em poucos dias em que Obama participa em apoio ao seu ex-vice-presidente.

Em Miami, Obama pediu a mobilização massiva do eleitorado democrata da Flórida, um estado-chave que o apoiou em 2008 e 2012, mas no qual Trump venceu em 2016.

“Você me escolheu duas vezes, Flórida. Agora peço que escolha Joe”, concluiu.

*Com informações AFP

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Brasil

Polícia Federal usará drones para flagrar crimes de boca de urna nas eleições municipais de 2020

Marcelo Passos

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Urnas eletrônicas - (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)

Urnas eletrônicas – (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)

Nas eleições municipais de novembro, a Polícia Federal (PF) deverá usar drones para prevenção e repressão de crimes eleitorais como boca de urna e transporte irregular de eleitores.

De acordo com o órgão, mais de 100 aeronaves pilotadas remotamente deverão ser alocadas em municípios considerados estratégicos, em todos os estados. A intenção é que os equipamentos sobrevoem as zonas eleitorais de modo a inibir e flagrar a prática de condutas vedadas nos dias de votação.

Segundo a PF, os drones possuem câmeras capazes de realizar zoom suficiente para identificar suspeitos, placas de veículos, entregas de santinhos e situações de compra de votos, com imagens de alta nitidez.

Imagens

As imagens capturadas – Polícia Federal usará drones para flagrar crimes – serão transmitidas a uma equipe da PF que estará preparada para monitorar todas a eleição em todo território nacional, determinando a adoção as medidas cabíveis diante de atividades suspeitas, informou o órgão.

O primeiro turno das eleições municipais está marcado para 15 de novembro. O segundo turno, onde houver, ocorrerá em 29 de novembro. O horário de votação será sempre das 7h às 17h, no horário local.

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