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Política

Fogo Cruzado Inaldo Sampaio: A arte de saber esperar

O governador Eduardo Campos herdou do avô, Miguel Arraes, a capacidade de lidar com o tempo.

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Além dos vivos olhos verdes, o governador Eduardo Campos herdou do avô, Miguel Arraes, a capacidade de lidar com o tempo. Ele estabeleceu em sua cabeça que ainda não chegou a hora de fazer o anúncio do candidato do PSB à sucessão estadual. E não abre a guarda para ninguém. Não conversa sobre este assunto com o vice-governador João Lyra Neto, com o chefe da Casa Civil, Tadeu Alencar, nem com o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho. Este último, aliás, de temperamento mais impetuoso e mais extrovertido, deve estar passando os piores dias de sua vida política por não saber, ainda, a esta altura do processo, se terá o nome indicado ou não para compor a chapa majoritária do PSB. Porque o governador não abre o jogo. Pôs na cabeça que ainda não é tempo para colocar o time em campo e todos se submetem à sua orientação. No quesito “paciência” imita o avô, mas é menos aberto do que ele na tomada de grandes decisões.

O ex-ministro Fernando Bezerra Coelho deve estar vivendo os piores dias de sua vida

O terceiro “poste” de Lula
Paraense de nascimento, o ministro Alexandre Padilha (saúde) vai deixar a pasta no final do mês para preparar sua candidatura ao governo de SP pelo PT. Ele é o segundo ministro da saúde de governos petistas a tentar dar o salto para a chefia de um governo estadual (o 1º foi Humberto Costa). E se porventura for eleito terá sido o 3º “poste” consecutivo do ex-presidente Lula a derrotar um tucano. Os outros foram Dilma Rousseff e Fernando Haddad (prefeito de SP).

Cérebro – Não foi surpresa a escolha do argentino Diego Brandy para comandar o marketing político da campanha de Eduardo Campos a presidente da República. Ele faz pesquisas para candidatos do PSB desde a eleição de 2004. Foi por essa época que o apresentaram a Miguel Arraes, que após trocar com ele algumas ideias, disse: “Esse argentino tem coisa na cabeça!”.

Mistura – Já é palpável em muitas cidades do interior de Pernambuco o voto “eduando”, isto é, Eduardo Campos para presidente da República e Armando Monteiro (PTB) para governador.

Autoria – Pelo grande número de informações sobre Pernambuco, a “Balada de Eduardo Campos”, com críticas ao governador, postada no site oficial do PT, foi obra de pernambucanos. 

Salvação – O PMDB vai entrar no “chapão” do PSB- tanto para deputado estadual como parafederal – para tentar salvar os mandatos de Tony Gel, Gustavo Negromonte e Raul Henry. 

Chapinha – Alguns deputados do PSDB ainda estão avaliando se é mais conveniente disputar as próximas eleições no “chapão” do PSB ou numa “chapinha” isolada só com candidatos do partido. Mas pelo desejo de Sérgio Guerra (foto) vai todo mundo para o “chapão”.

O fico – Com a decisão do governador Teotônio Vilela Filho (PSDB-AL) de não se afastar do cargo agora em abril para disputar a vaga do Senado, o vice José Thomaz Nonô (DEM), que formou-se em Direito na UFPE, não assumirá mais o governo alagoano.

Recuo – Para não aumentar o sofrimento do primo, Pedro Corrêa (PP), autorizado pela Justiça a cumprir na penitenciária de Canhotinho a pena a que foi condenado no processo do mensalão, o ex-juiz Clóvis Corrêa Filho vai se afastar do caso. Ficou muito magoado com declarações da deputada e filha do ex-parlamentar, Aline Corrêa (SP), dizendo que ele não “fala” pela família.

Unidade – O deputado Diogo Moraes (PSB) já entrou em campo para tentar conter eventuais dissidências no PSB de Taquaritinga do Norte. Ele garante que os vereadores do partido – aos quais se atribuía o desejo de votar em Eduardo Campos para presidente da República e no senador Armando Monteiro (PTB) para governador – irão votar fechados no candidato do PSB.

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Cotidiano

Joe Biden toma posse como 46º presidente dos Estados Unidos

Kamala Harris fez o juramento e é a nova vice-presidente do país

Redação PortalPE10

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Joe Biden, presidente dos Estados Unidos – (Foto: Andrew Caballero-Reynolds/AFP)

O democrata Joe Biden tomou posse, nesta quarta-feira (20), como 46º presidente dos Estados Unidos, em cerimônia marcada pela pandemia e ausência de seu antecessor Donald Trump, que deixou Washington poucas horas antes para a Flórida.

Biden, de 78 anos, prestou juramento às 11h50 (hora de Washington; 13h50 em Brasília) perante o presidente da Suprema Corte, John Roberts, em cerimônia solene diante do Capitólio.

O ato foi marcado pela pandemia e pelas fortes medidas de segurança após a tomada do prédio do Congresso no último dia 6 de janeiro.

“Hoje é um dia de história e esperança. Hoje é o dia dos Estados Unidos. A democracia prevaleceu”, disse Biden em seu discurso de posse, no qual pediu a “unidade” do país e prometeu ser o presidente de todos os americanos.

No discurso, o democrata ainda afirmou que irá defender a constituição, a democraria e os Estados Unidos. “Darei a vocês tudo o que posso a serviço do povo. Juntos, construiremos uma história de luz e não de sombras, de decência, de dignidade e de amor”, disse Biden.

Os Estados Unidos enfrentam “a ascensão do extremismo político, a supremacia branca, o terrorismo doméstico, que é algo que devemos enfrentar e que vamos derrotar”, disse Biden

Pouco antes do juramento de Biden, Kamala Harris foi empossada como a primeira vice-presidente dos Estados Unidos, tornando-se também a primeira pessoa negra de origem indiana a ocupar o cargo.

Harris, de 56 anos, prestou juramento com uma mão na Bíblia perante a progressista juíza da Suprema Corte Gloria Sotomayor, que foi a primeira latina a ser eleita magistrada do tribunal superior.

Kamala Harris, vice-presidente dos Estados Unidos (Foto: Saul Loeb/AFP)

Entre os juramentos, houve a apresentação das cantoras Lady Gaga, que cantou o hino dos Estados Unidos, e Jennifer Lopez.

*Com informações AFP

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Política

Eleitor que não votou no primeiro turno tem até quinta-feira para justificar voto

Justificativa para não votar deve ser feita pelo aplicativo e-Título. Para quem faltou no segundo turno, prazo vence em 28 de janeiro.

PortalPE10 com informações G1

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(Foto: Aldo V. Silva / Arquivo JCS)

(Foto: Aldo V. Silva / Arquivo JCS)

Os eleitores que não votaram no primeiro turno das Eleições 2020 têm até 14 de janeiro para justificar a ausência para a Justiça Eleitoral.

Neste ano, por conta da pandemia, a justificativa deve ser feita pelo aplicativo e-Título ou por meio do Sistema Justifica. No caso de ausência no segundo turno, o prazo expira em 28 de janeiro.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), caso o eleitor não tenha smartphone ou acesso à internet, o processo pode ser feito, excepcionalmente, em qualquer seção eleitoral.

É possível justificar ausência em qualquer local de votação do país no dia da eleição e em postos da Justiça Eleitoral até 60 dias após cada turno. Caso o eleitor esteja fora do país, o cidadão tem até 30 dias contados da data de retorno ao Brasil.

A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu. Assim, se ele deixou de votar no 1º e no 2º turno, terá que justificar a ausência em ambos, separadamente.

Prazos para justificativa

1º turno: 14 de janeiro.
2º turno: 28 de janeiro.
Download do e-Título
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Multa e consequências

O eleitor que não justificar a ausência dentro do prazo estipulado pelo TSE terá que pagar multa para regularizar a situação. A multa é de R$ 3,50 por turno.

Enquanto estiver em débito com a Justiça Eleitoral, ele não pode, por exemplo, tirar ou renovar passaporte, receber salário ou proventos de função em emprego público, prestar concurso público e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo – entre outras consequências.

Aquele eleitor que não votar por três eleições seguidas, não justificar nem quitar a multa devida terá sua inscrição cancelada. A regra não vale para eleitores que não são obrigados a votar, como analfabetos, maiores de 16 e menores de 18, e maiores de 70 anos.

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Entretenimento

Carlos Villagrán, o “Kiko” de Chaves, se candidata a governador no México

No próximo dia 6 de junho de 2021, o México realiza eleições que definiram uma série de cargos de nível federal e local.

Redação PortalPE10

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Carlos Villagrán (Foto: Reprodução)

O ator Carlos Villagrán, mais conhecido como o Kiko, do seriado Chaves, anunciou sua tentativa de entrar no mundo da política, tornando-se pré-candidato a governador e também à prefeitura em Querétaro, no México.

No próximo dia 6 de junho de 2021, o México realiza eleições que definiram uma série de cargos de nível federal e local, variando de quantidade de acordo com cada estado. O Partido Querétaro Independiente, ao qual Villagrán se filiou, deve decidir os candidatos finais até o próximo dia 8 de fevereiro.

“Depois de 50 anos fazendo as pessoas rirem, me encontro em outra plataforma, que me traz uma tremenda honra”, afirmou o ator durante coletiva de imprensa, segundo edição local da Forbes.

Em entrevista ao site ADN Informativo no último dia 8 de janeiro Connie Herrera Martínez, presidente do partido, comentou a candidatura de Kiko.

“Alguns tem lhe criticado muito por ser um ator, porém o homem é um extraordinário estudioso, comprometido, e sua profissão não implica que não tenha um conhecimento sólido a respeito das necessidades”, avaliou.

Recentemente, no último mês de abril, Carlos Villagrán chamou atenção por um discurso conspiracionista dado em entrevista à TV mexicana, em que chegou a alegar que “a covid-19 não existe”.

*Com informações Exame.

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