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FOTOS:Aparecida tem missa vazia e minuto de silêncio

Missa contou com 1.000 devotos devido à pandemia; normalmente, lotação é de 35 mil

Marcelo Passos

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Bem diferente dos anos anteriores, o Santuário Nacional Aparecida estava esvaziado na manhã desta segunda-feira (12), dia da celebração da Padroeira do Brasil, na cidade a 170 km de São Paulo. Padres e todos os convidados usavam máscaras e mantinham distanciamento social.

A primeira missa, às 9h, contou com a presença 1.000 devotos, entre funcionários, colaboradores e representantes da Arquidiocese de Aparecida, composta por cinco cidades: Aparecida, Guaratinguetá, Potim, Roseira e Lagoinha. Normalmente, a lotação é de 35 mil na missa.

A entrada de visitantes não era permitida para evitar aglomerações. A missa, transmitida pela TV Aparecida, acabou com uma chuva de papéis e a plateia entoando “viva a Padroeira do Brasil”.

 

Brasil

Prazo para recorrer por auxílio emergencial de R$ 300 negado acaba segunda-feira

Veja quais os principais motivos que levam ao corte do benefício pago na pandemia

PortalPE10 com informações UOL

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O trabalhador informal que teve o auxílio emergencial residual de R$ 300 negado pelo governo tem até segundaa-feira (2) para contestar o corte do benefício pago na pandemia de coronavírus.

Segundo o Ministério da Cidadania, a contestação deve ser feita no site da Dataprev (empresa de tecnologia do governo federal). O cidadão deve acessar a página do órgão (portal.dataprev.gov.br), clicar em “Consulte a sua situação do auxílio emergencial” e informar dados como CPF, nome completo, nome da mãe e data de nascimento.

Depois de digitar os dados, o trabalhador deve clicar no quadro que está abaixo, em “Não sou um robô”, e ir em “Enviar”. Será informado o motivo pelo qual as demais parcelas foram negadas.

De acordo com as regras criadas pelo Ministério da Cidadania, a contestação da resposta negativa vale para informais, MEIs (microempreendedores individuais), desempregados e contribuintes do INSS que se inscreveram pelo aplicativo Caixa | Auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br e para trabalhadores que já estavam inscritos no CadÚnico do governo federal.

A medida não vale para os beneficiários do Bolsa Família. Para estes cidadãos, será aberto aberto um novo prazo para fazer a contestação do benefício, caso não estejam recebendo e julguem ter direito, conforme informou a Cidadania.

O auxílio emergencial de R$ 600, liberado em abril, foi aprovado por iniciativa do Congresso para conter os efeitos econômicos da pandemia de coronavírus. Inicialmente, seriam pagas três parcelas, mas o governo prorrogou a medida e o benefício vigorou por cinco meses.

Em setembro, foi publicada a medida provisória 1.000, garantindo mais quatro parcelas do auxílio, agora chamado de residual ou extensão, no valor de R$ 300.

Segundo as novas regras, nem todos que receberam os R$ 600 vão ganhar os R$ 300. Além disso, não serão pagas mais quatro parcelas a todo mundo, totalizando nove. O número de parcelas depende de quando o cidadão começou a receber o auxílio emergencial.

Entre as alterações que limitam o benefício estão regras baseadas na declaração do IR de 2019, entregue neste ano à Receita. Trabalhador que teve renda tributável acima de R$ 28.559,70 em 2019 ou que constou com dependente na declaração do IR perde o direito aos valores, entre outras normas.

Confira as respostas que poderão aparecer
1 – Menor de idade

Quem fez o pedido tem menos de 18 anos; o auxílio só é pago para menores caso sejam mães
2 – Óbito

A pessoa consta como morta nos arquivos federais e teria recebido as outras parcelas indevidamente
3 – Vínculo RGPS

O cidadão tem emprego com carteira assinada, ou seja, está vinculado ao RGPS (Regime Geral de Previdência Social)
4 – Trabalhador intermitente

Os trabalhadores intermitentes chegaram a receber as parcelas do auxílio de R$ 600, mas pela nova regra, não têm mais direito ao benefício no valor de R$ 300
5 – Benefício previdenciário ou assistencial

O cidadão conseguiu se aposentar, está recebendo pensão ou tem renda por meio do BPC (Benefício de Prestação Continuada)
6 – Família já contemplada

Alguém da família já está recebendo ao menos duas cotas dos R$ 300
7 – Família monoparental

Mulheres que são chefes de família e já recebem duas cotas do auxílio de R$ 300
Neste caso, a confusão pode ocorrer porque, ao receber duas cotas hoje, ela tem direito a R$ 600, que era o valor antigo de uma única parcela do auxílio
8 – Benefício emergencial de emprego e renda

O cidadão que recebe BEm (benefício emergencial) tem carteira assinada em empresa que optou por reduzir salário e jornada ou suspender o contrato; neste caso, já recebe auxílio do governo
9 – Seguro-desemprego ou seguro defeso

O trabalhador está recebendo o seguro-desemprego do governo federal por estar sem vaga de trabalho; já o seguro-defeso é pago a pescadores
10 – Agente público – Rais

Trabalha em órgão público, conforme consta na Rais (Relação Anula de Informações Sociais) de 2019
11 – Servidor público federal

O cidadão está indicado como servidor público federal nos cadastros
12 – Político eleito

O profissional consta como eleito para algum cargo
13 – Servidor público militar

O nome do trabalhador está registrado como militar, o que não dá direito ao auxílio
14 – Servidor público estadual, municipal ou distrital

Nos registros federais, o trabalhador está como servidor de prefeitura, estado ou do Distrito Federal

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Brasil

Dois candidatos a prefeito, três a vice-prefeito e 15 a vereador foram vítimas do novo coronavírus em 20 municípios

Ao menos 20 candidatos na eleição municipal deste ano morreram em decorrência da Covid-19 desde 27 de setembro

Marcelo Passos

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Ao menos 20 candidatos na eleição municipal deste ano morreram em decorrência da Covid-19 desde 27 de setembro, data que marca o início da campanha eleitoral.
Dois candidatos a prefeito, três a vice-prefeito e 15 a vereador foram vítimas do novo coronavírus em 20 municípios brasileiros.

No último domingo (25), foi registrada a primeira vítima da doença dentre os candidatos majoritários nas capitais: Edileusa Lóz (MDB), candidata a vice-prefeita de Boa Vista, capital de Roraima. Ex-secretária municipal de Gestão Social, Edileusa integrava a chapa de Arthur Henrique (MDB), atual vice-prefeito que disputa a sucessão com o apoio da prefeita Teresa Surita (MDB). Natural de João Pessoa, na Paraíba, ela tinha 57 anos e vivia em Roraima havia 20 anos.

A doença progrediu de maneira rápida. Edileusa foi internada em leito de terapia intensiva no Hospital Geral de Roraima na tarde da última quinta-feira (21). O quadro se agravou e ela morreu na manhã de domingo.

A campanha de Arthur Henrique paralisou as suas atividades por 24 horas. Em mensagem em rede social, o candidato lamentou a morte da companheira de chapa na disputa pela prefeitura.

“Precisamos seguir juntos e fortes por ela, para continuar esse projeto do qual ela fazia parte com tanto orgulho e dedicação. Que Deus nos dê forças para superar a dor de sua perda e seguirmos em frente”, afirmou Arthur Henrique. O MDB analisa nomes de possíveis substitutos para o posto de vice na chapa.

De acordo com a legislação eleitoral, um partido ou coligação pode substituir um candidato que morrer durante a campanha, desde que o pedido de registro do novo nome aconteça em um prazo máximo de dez dias após a morte. Caso haja substituição, esta deverá ser amplamente divulgada.

Na cidade de Montividiu (GO), o candidato a prefeito Ademir Serafim (DEM), 62, morreu com Covid-19 no dia 18 de outubro. Ele era vereador na cidade havia quatro mandatos e disputava a prefeitura da cidade pela primeira vez.

Em Ibema (PR), o ex-prefeito e candidato à prefeitura Aramitan Antônio Fortunato (PROS), 58, morreu após ficar cerca de um mês internado em um leito de terapia intensiva no Hospital Universitário do Oeste do Paraná.

Em Canguaretama (RN), cidade de 34 mil habitantes, o candidato a vice-prefeito Dr. Edson Jovino (PRTB), 48, morreu no último dia 18 após complicações em decorrência da Covid-19. Já na cidade de Novo Gama (GO), o candidato a vice-prefeito Chico Viana (PSOL), 73, morreu vítima da doença.

No mesmo período, foram registradas as mortes de ao menos 15 candidatos a vereador com Covid-19, sendo dois deles em capitais: o Pastor Damaceno Júnior (PSD), 43, em Curitiba, e Ronaldo Miguel Bezerra (PSL), 54, que disputava uma cadeira na Câmara Municipal de João Pessoa.

Em Pau Brasil (BA), morreu o candidato Gerson Pataxó, 57. Ele era um importante líder indígena no sul da Bahia, exerceu quatro mandatos como vereador e disputava a reeleição pelo PT.

Também morreram de Covid-19 candidatos a vereador nas cidades paulistas de Santo André, Sorocaba, Penápolis e Guareí, em General Carneiro (MT), Arquimedes (RO), Sousa (PB), Carira (SE), Guamaré (RN), Santa Quitéria (CE), Nova Serrana (MG) e Mineiros (GO).

Em pelo menos quatro capitais, houve casos de candidatos a prefeito contaminados pela Covid-19 durante a campanha eleitoral, mas que ainda estão em recuperação ou já se recuperaram.

Em São Luís, onde a campanha tem sido marcada por convenções e atos com aglomerações, dois candidatos a prefeito foram contaminados. Rubens Pereira Júnior (PC do B) teve apenas sintomas leves, cumpriu quarentena e recuperou-se da doença. Já o candidato Carlos Madeira (Solidariedade) desistiu da disputa após ser acometido por uma síndrome pós-Covid.

Em Manaus, foram dois candidatos contaminados após o início da campanha: Chico Preto (DC) e Romero Reis (Novo). O candidato David Almeida (Avante) também foi infectado, mas poucos dias antes do começo da campanha. Os três estão recuperados.

Já em Fortaleza, o candidato Sarto Nogueira (PDT) foi contaminado. Ele se recuperou e retomou as atividades de campanha.

Em Goiânia, o ex-governador e candidato a prefeito Maguito Vilela (MDB), 71, foi transferido para um leito de UTI na manhã da segunda-feira (26) após ser infectado pelo novo coronavírus. Com uma inflamação nos pulmões, o quadro do emedebista é considerado estável.

 

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Brasil

Estudo revela que morcegos praticam distanciamento social quando estão doentes

Eles interagiram com quatro morcegos a menos

Marcelo Passos

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Morcegos

Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, mostrou que morcegos têm o costume de se distanciar uns dos outros quando estão doentes, passando menos tempo perto uns dos outros.

O distanciamento social entre os morcegos já tinha sido notado por pesquisadores em laboratório, mas agora foi comprovado em morcegos-vampiros selvagens em Belize, na América Central.

As informações foram divulgadas na revista Behavioral Ecology. Os pesquisadores monitoraram um grupo que morava em uma árvore oca. Os animais foram equipados com sensores de proximidade.

Além disto, os cientistas injetaram uma substância em 16 morcegos, para que seus sistemas imunológicos reagissem como se estivessem doentes.

Outros 15 morcegos receberam injeções de uma solução salina que não interferiram no sistema imunológico deles. Os cientistas disseram que nenhum morcego foi ferido durante o estudo.

Distanciamento
Durante o experimento, os morcegos “doentes” interagiram com quatro morcegos a menos do que os saudáveis. Os pesquisadores apontaram o costume como “distanciamento social passivo”, que seria útil para evitar que a doença se espalhe.

*Com informações da BBC

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