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Mundo

Funcionário de funerária é demitido por tirar foto com o corpo de Maradona

Dono de funerária confirmou a demissão do funcionário fotografado tocando o rosto de Maradona antes do velório; advogado do astro argentino disse que ‘os responsáveis terão que pagar’.

PortalPE10 com informações G1

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Um funcionário da funerária que preparou o corpo de Diego Maradona, velado nesta quinta-feira (26) em Buenos Aires, foi demitido após a divulgação de uma foto em que ele aparece ao lado do caixão aberto, tocando o rosto do astro do futebol argentino.

Maradona morreu aos 60 anos na quarta-feira (25) após sofrer uma parada cardiorrespiratória em casa, na cidade de Tigre.

O dono da funerária argentina pediu desculpas à família de Maradona e disse, em entrevista ao site da emissora Todo Noticias, do grupo Clarín, que o funcionário foi “despedido imediatamente”.

A imagem de Molina fazendo sinal de positivo, com o caixão aberto, enquanto tocava o rosto de Maradona começou a viralizar no final da manhã de quinta em diversos perfis no Twitter e em grupos do WhatsApp.

O advogado e amigo de Maradona, Matias Morla, mostrou sua perplexidade com o caso e disse, em uma rede social, que o funcionário é “um canalha”, e que não descansará “enquanto ele não responder por essa aberração”.

“Por conta da viralização da imagem de Diego em seu leito de morte, eu vou pessoalmente encontrar quem foi o canalha que tirou essa foto”, disse o advogado. “Todos os responsáveis por essa covardia vão ter que pagar.”

Cotidiano

Após 14 dias, equipes resgatam 11 mineiros soterrados na China

Pelo menos 22 ficaram presos após desabamento em 10 de janeiro. Autoridades confirmaram uma morte.

PortalPE10 com informações G1

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Grupo de mineiros está preso em uma mina de ouro que desabou em Qixia, no leste da China, em foto de 22 de janeiro de 2021 — (Foto: Aly Song/Reuters)

Equipes chinesas resgataram, na manhã deste domingo (24), 11 mineiros que estavam presos há 14 dias após uma explosão subterrânea em Qixia. Segundo a imprensa local, ao menos um dos funcionários teve ferimentos.

O primeiro mineiro retirado estava extremamente fraco. De acordo com informações da Reuters, equipes de resgate envolveram o homem em um cobertor antes de levá-lo ao hospital de ambulância.

Mais tarde, outros dez mineiros foram retirados de uma seção diferente da mina, que estava recebendo alimentos e suprimentos. Um deles estava ferido, mas os demais foram vistos caminhando, apoiados pela equipe de resgate. Todos receberão atendimento.

Pelo menos 22 trabalhadores ficaram presos após um desabamento em 10 de janeiro. Até o momento, autoridades confirmaram uma morte.

As autoridades enviaram mantimentos e remédios para os mineiros presos em uma operação que mobiliza mais de 500 agentes de grupos de resgate da China. Além de água e comida, os socorristas enviaram também um bilhete dizendo: “Esperamos por vocês, fiquem firmes!”.

A operação de resgate demorou para começar porque as autoridades da região tentaram conter a divulgação do acidente. O chefe local do Partido Comunista e o prefeito da cidade de Qixia foram responsabilizados e demitidos.

Os acidentes de mineração são frequentes na China, por conta das precárias medidas de segurança e ao descumprimento das normas. Apenas no ano passado, 573 mortes relacionadas a acidentes em minas foram registradas na China, segundo a Administração Nacional de Segurança em Minas.

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Cotidiano

OMS afirma ser cedo demais para determinar origem do coronavírus

“É muito cedo para tirar quaisquer conclusões, mas sentimos que estamos fazendo alguns progressos e esperamos continuar assim pelo bem da saúde pública e do futuro”.

Redação PortalPE10

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(Foto: Boris SV/Getty Images)

(Foto: Boris SV/Getty Images)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira (22) que é muito cedo para tirar conclusões sobre se a covid-19 teve origem na China, país ao qual enviou uma missão de investigação.

“Todas as hipóteses estão sobre a mesa. É claramente muito cedo para se chegar a uma conclusão sobre onde esse vírus nasceu, seja na China ou fora da China”, explicou Michael Ryan, diretor responsável por emergências de saúde da OMS durante coletiva de imprensa em Genebra.

“Existem diferentes observações científicas em diferentes partes do mundo”, acrescentou. “É um grande quebra-cabeça e você não pode ter uma imagem ampla olhando apenas para uma das 10.000 peças de um quebra-cabeça”.

Uma equipe de especialistas da OMS chegou a Wuhan em 14 de janeiro para investigar as origens do novo coronavírus, cujos primeiros casos foram detectados no final de 2019 nesta cidade da China central.

Após a chegada, os membros da missão foram transferidos para um hotel para uma quarentena de duas semanas. Desde então, trabalham remotamente e, quando a quarentena terminar, poderão ir a campo e encontrar seus contatos chineses.

A China afirmou várias vezes que o coronavírus surgiu fora de suas fronteiras.

Até agora, a covid-19 matou mais de dois milhões de pessoas em todo o mundo, infectou dezenas de milhões e causou estragos na economia global.

“Nossa equipe está no campo, o trabalho com nossos colegas chineses está indo bem. Analisamos os dados”, disse Ryan.

“É muito cedo para tirar quaisquer conclusões, mas sentimos que estamos fazendo alguns progressos e esperamos continuar assim pelo bem da saúde pública e do futuro”.

*Com informações AFP.

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Mundo

Menina de 10 anos morre asfixiada na Itália ao participar de desafio no TikTok

PortalPE10 com informações G1

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Uma menina italiana de 10 anos morreu asfixiada na quarta-feira (20) em Palermo (Sicília, sul da Itália), enquanto participava de um desafio viral proposto pela rede social TikTok, informou a imprensa italiana nesta sexta-feira (22).

Antonella, que participou do chamado “desafio do apagão”, no banheiro de sua casa, colocou um cinto no pescoço com o objetivo de ficar sem respirar o maior tempo possível, equanto gravava a cena com seu celular.

A irmã, de 5 anos, encontrou o corpo inconsciente. Antonella foi levada pelos pais ao Hospital Infantil de Palermo, mas não sobreviveu.

“Blackout challenge” é o desafio proposto que consiste em que as crianças interrompam a respiração até desmaiar e, com isso, experimentar fortes sensações. Todo ano provoca acidentes, alguns fatais.

Os pais contaram ao jornal La Repubblica que outra irmã, de 9 anos, foi quem lhes explicou o ocorrido: “Antonella estava jogando o jogo da asfixia”.

“Não sabíamos de nada”, confessou o pai da menina ao jornal. “Só sabia que Antonella entrava no TikTok para ver vídeos. Como imaginar essa atrocidade?”, se questionou desesperado.

“A minha filha, minha pequena Antonella, morreu em um jogo extremo do TikTok, não consigo aceitar isso!”, acrescentou Angelo Sicomero, que junto à esposa decidiu doar os órgãos da filha para que “outras crianças possam viver graças a ela”.

A Promotoria de Palermo abriu uma investigação por “incitação ao suicídio”.

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