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Governo do Estado informa que casas ficarão prontas até dezembro em Palmares

Manifestação interditou o quilômetro 189 da BR-101, no município.

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Moradores que perderam casas na enchente interditaram o quilômetro 189 da BR-101, em Palmares, na Mata Sul de Pernambuco, para pedir a entrega de moradias. A Casa Militar comunicou que foram construídas 2.610 habitações, das quais 2.309 já estão com moradores, e que as demais devem ficar prontas até dezembro deste ano. Ainda ressaltou que ficou responsável por adquirir os terrenos e a Caixa Econômica Federal pelas construções.Por sua vez a Caixa Economica não se pronunciou sobre o caso.

Os manifestantes reivindicaram outras melhorias no Bairro. Por meio de uma nota a assessoria de imprensa da Prefeitura de Palmares informou que há um projeto para a construção de uma Unidade de Saúde da Família (USF) no Bairro Quilombo II, mas aguarda repasse de verbas. A orientação da instituição é de que os moradores busquem atendimento no posto de São Sebastião. Já sobre o posto policial, o departamento esclarece que a prefeitura também tem um projeto para a implantação de um núcleo de segurança no lugar. Contudo, nenhuma das obras têm previsão para serem iniciadas.Outro problema é a falta de iluminação na subida do bairro e nas ruas. 

Entenda o caso

O protesto ocorreu nesta quarta-feira (21) e, de acordo com a Polícia Militar, aproximadamente 400 pessoas bloquearam o local, que foi liberado no começo da tarde . Os manifestantes atearam fogo a pneus. Ainda segundo a PM, os moradores reivindicam a entrega das casas às pessoas atingidas pelas enchentes. No ultimo domingo eles ocuparam alguns imóveis no Bairro Quilombo II, mas foram retirados do lugar pela Tropa de Choque. A vendedora ambulante Cícera Pereira diz que realizou o cadastro e ainda não recebeu a moradia. “Eu morava em uma das ruas atingidas pelas enchentes. Não tenho mais como pagar  aluguel, preciso da casa”, desabafa.


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Cotidiano

Governo divulga edital de seleção para 828 profissionais de saúde com salários de até R$ 9,8 mil

Vagas são para médicos, analistas e assistentes em saúde para atuar no enfrentamento à Covid-19 em Pernambuco. Inscrições começam na segunda-feira (18) e vão até 21 de janeiro.

PortalPE10 com informações G1

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Profissional de saúde trabalhando em hospital de campanha no Recife — (Foto: Andrea Rego Barros/Prefeitura do Recife)

O governo de Pernambuco divulgou, nesta quinta-feira (14), o edital de uma seleção simplificada para a contratação temporária de 828 profissionais de saúde para o enfrentamento à pandemia da Covid-19. Os salários são de até R$ 9.886,16.

De acordo com o edital, publicado no Diário Oficial do Estado, o processo tem 258 oportunidades para médicos, 234 para analistas em saúde e 336 para assistentes em saúde. A seleção tem prazo de validade de 12 meses e pode ser prorrogada pelo mesmo período.

As inscrições podem ser feitas pelo site da Secretaria Estadual de Saúde da segunda-feira (18) até o dia 21 de janeiro. De acordo com o governo do estado, não é permitida a participação de candidatos com mais de 60 anos de idade, gestantes, puérperas ou que estejam em outro grupo de risco da Covid-19.

Para se inscrever, é preciso preencher um formulário de inscrição e anexar documentos como RG, CPF, comprovante de residência, certificado reservista ou licença de incorporação militar para candidatos do sexo masculino, e documento de comprovação de requisito para a função.

As vagas são para unidades de saúde em diferentes cidades do estado. A relação de cargos e locais pode ser consultada no edital.

A seleção é feita por meio de uma única etapa, que consiste na avaliação curricular dos candidatos. A divulgação do resultado preliminar da avaliação ocorre no dia 28 de janeiro. Os recursos podem ser enviados até 29 do mesmo mês. Já a divulgação dos recursos e o resultado final da avaliação estão previstos para o dia 3 de fevereiro.

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Cotidiano

Governo de Pernambuco proíbe som em bares, boates, restaurantes e praias por 30 dias

Redação PortalPE10

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Pernambuco decidiu, nesta quarta-feira (13), proibir som, ao vivo ou mecânico, em bares, restaurantes, praias, bares boates e em qualquer outro local que possa provocar aglomerações de pessoas. A medida, válida a partir da sexta-feira (15), foi tomada devido a um aumento no número de casos graves de Covid-19 e de internações de pacientes com suspeita ou contaminados com coronavírus.

Em pronunciamento transmitido pela internet, o secretário estadual de Saúde, André Longo, voltou a prometer que o governo fecharia as praias, caso houvesse aglomerações na orla, no fim de semana. Ele disse que, caso haja descumprimento das regras de prevenção no sábado (16) e no domingo (17), o litoral será fechado já na terceira semana de janeiro.

“A partir de sexta-feira, vamos proibir por 30 dias a utilização de som de qualquer natureza em bares, restaurantes e similares, inclusive no comércio de praia, porque isso tem contribuído para aglomerações nas faixas de areia. Além disso, qualquer tipo de som, como paredões mecânicos ou orquestras, poderão ser alvo de apreensão pelo poder público”, disse André Longo.

No dia 6 de janeiro, devido à piora da pandemia, o governo proibiu eventos com mais de 150 pessoas. O estado justifica as ações de endurecimento das regras de prevenção à Covid-19 por causa do aumento de internações.

Há, atualmente, mais de 1,7 mil pacientes internados nas redes pública e privada, sendo 1.055 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

“Tivemos o registro de novo aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) no estado. Na primeira semana de 2021, foram 806 casos, 20% a mais que a última semana de 2020 e 1% a mais que a semana anterior, 15 dias atrás. Houve, também, aumento nas solicitações de leito entre a primeira semana de 2021 e a última de 2020, com 5% de acréscimo nas UTI e 14% de enfermaria”, declarou.

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Cotidiano

Coronavac tem eficácia geral de 50,4% no estudo feito pelo Butantan

Marcelo Passos

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Após uma controvérsia acerca dos números divulgados na semana passada, o Instituto Butantan detalha neste momento que a vacina Coronavac tem eficácia geral de 50,38% contra a Covid-19.

O dado foi informado à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no pedido de registro emergencial da vacina, e está acima dos 50% requeridos universalmente para considerar um imunizante viável.

À primeira vista, parece um dado muito inferior aos 78% de prevenção de casos leves e 100% de pacientes moderados, graves ou mortos evitados pela Coronavac revelados pela Folha na semana passada.

Mas ele inclui aquelas pessoas que foram infectadas pelo novo coronavírus e não tiveram sintomas que necessitaram de atenção no estudo de fase 3 comandado pelo Butantan no Brasil, no qual a vacina de origem chinesa foi testada num grupo de 13.060 voluntários.

​Foram infectadas ao longo do ensaio, iniciado em julho, 218 pessoas. Dessas, cerca de 160 tinham recebido placebo e 60, a Coronavac.

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