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Brasil

Índia nega envio imediato de vacinas; governo admite fracasso na operação e requisita Coronavac

PortalPE10 com informações UOL

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Ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello. – (Foto: Carolina Antunes/PR)

O governo da Índia negou a entrega imediata de um lote de imunizantes da Oxford/AstraZeneca ao Brasil, o que frustrou uma operação montada para buscar o material na Índia ainda neste fim de semana e deve resultar numa derrota política para o Palácio do Planalto

Com o veto da Índia, o presidente Jair Bolsonaro corre o risco de assistir ao início da vacinação no Brasil com a Coronovac, que vem sido utilizada como trunfo do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Na noite de quinta (14), o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, ligou para o chanceler da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, e fez um último apelo pela liberação de 2 milhões de vacinas produzidas pelo Serum Institute.

O lote seria um adiantamento do imunizante que posteriormente será produzida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e que é a grande aposta do governo Bolsonaro na “guerra da vacina” travada com Doria.

No entanto, Araújo ouviu de seu homólogo que a situação só seria resolvida “nos próximos dias”, o que foi entendido no Itamaraty como uma sinalização de que não haverá liberação no prazo desejado pelo Brasil. Não houve compromisso com uma data específica.

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Brasil

Brasil tem mais de 1.300 mortes por Covid-19 e mais de 60 mil casos em 24 horas

Redação PortalPE10

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O Brasil registrou 1.327 mortes pela Covid-19 e 63.908 casos da doença, nesta sexta-feira (26). Com isso, o país alcança 252.988 óbitos e 10.457.794 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

O elevado número de mortesfica aida mais claro na média móvel de óbitos dos últimos sete dias: 1.148. Com isso, o país completa 37 dias com a média acima de 1.000. A média é recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

Na quinta, o país atingiu o recorde da média móvel de mortes, 1.150.

O Brasil enfrenta o seu pior momento na pandemia.

Os dados do país, coletados até às 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

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Brasil

‘Há grande chance de um colapso nacional. A população precisa acordar para a dimensão da nossa tragédia’, diz Miguel Nicolelis

Redação PortalPE10

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Em entrevista exclusiva ao jornal O GLOBO desta sexta-feira, o médico, neurocientista e professor catedrático da Universidade de Duke (EUA) Miguel Nicolelis defendeu um lockdown nacional de 21 dias no Brasil para conter colapso às instituições de saúde com o crescimento de casos de Covid-19 nos últimos dias. “Eu estou vendo a grande chance de um colapso nacional. Não é que todo canto vá colapsar, mas boa parte das capitais pode colapsar ao mesmo tempo, nunca estivemos perto disso”, declarou ao veículo.

Nessa quinta-feira, o Brasil ultrapassou a marca de 250 mil mortos pela Covid-19. Com 1.541 óbitos em 24 horas, segundo maior registro feito pelo Ministério da Saúde desde o início da pandemia.

“Ainda dá tempo de reverter. Estou propondo a criação de uma comissão de salvação nacional, sem Ministério da Saúde, organizado pelos governadores, para resolver a logística. É uma guerra, quando vamos bater de frente com o inimigo de verdade? O Brasil é o maior laboratório a céu aberto para ver o que acontece com o vírus correndo solto. Em segundo lugar, um lockdown imediato, nacional, de 21 dias, com barreiras sanitárias nas estradas, aeroportos fechados. E depois ampliar a cobertura, usando múltiplas vacinas. Não dá para ficar discutindo, assina o contrato e vai em frente, deixa para depois, estamos falando da vida de 1.500 pessoas por dia, são 5 boeings caindo. Vacinação, vacinação, vacinação, testagem e isolamento social. Não tem jeitinho numa guerra. Estamos diante de um prejuízo épico, incalculável, bíblico”, foi enfático o médico ao jornal.

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Brasil

Enfermeira bolsonarista morre após se recusar a tomar Coronavac

Redação PortalPE10

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A enfermeira Priscila Veríssimo, de 35 anos, morreu nessa quarta-feira (24), em Arapicara (AL), após reinfecção da COVID-19.
Ela se recusou a tomar a dose de CoronaVac, a vacina chinesa, a que tinha direito por ser profissional da saúde. Apoiadora de Jair Bolsonaro (sem partido), ela compartilhava frequentemente vídeos do presidente na conta do Facebook.
Priscila era funcionária do Complexo Hospitalar Manoel Andre (CHAMA) e já havia sido infectada uma vez. Por isso, achou que não pegaria a doença novamente e, seguindo o raciocínio do presidente, tinha dúvidas quanto à eficácia da vacina chinesa.
O hospital demitiu a enfermeira por ela se recusar a tomar a vacina e, na semana passada, ela pegou a doença novamente. Com complicações do novo coronavírus, Priscila morreu nessa quarta-feira (24/2), deixando um filho de 2 anos.
A reportagem do Estado de Minas tentou contato com o Hospital em que Priscila trabalhava, mas não teve resposta até o momento.
Além da vacina, ela também compartilhava outros vídeos e imagens envolvendo o nome do presidente. “Atirar a pedra é fácil, conveniente! Difícil é encarar uma guerra desta! FORÇA SENHOR PRESIDENTE! O tempo mostrará”, escreveu em uma das publicações. Até mesmo em assuntos polêmicos, como o aborto.
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