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Isenção de impostos prometida por Bolsonaro só dará alívio de R$ 0,34 no preço do diesel, que já subiu R$ 0,56 este ano

PortalPE10 com informações UOL

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O anúncio feito pelo presidente Jair Bolsonaro de isentar a cobrança de PIS e Cofins no preço do diesel por dois meses está longe de absorver a alta no preço do combustível neste ano. De acordo com cálculos do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo (Ineep), da Federação Única dos Petroleiros (FUP), a redução no preço final é de cerca de R$ 0,34 com a isenção dos impostos federais.

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No ano, o diesel acumula alta de R$ 0,56. Ou seja, absorve pouco mais da metade do aumento desde janeiro.

Ontem à noite, Bosonaro disse ainda que “algo vai acontecer” na estatal, em resposta ao reajuste promovido na gasolina e no diesel na parte da manhã.

Segundo a Petrobras, os impostos federais, como PIS e Cofins, além do Cide (que está zerado desde 2018), representam 8% no preço final do diesel vendido no posto. O diesel conta com três reajustes no ano, cujo preço médio subiu de R$ 2,02 para R$ 2,58 por litro nas refinarias.

Segundo economistas, a isenção de dois meses terá um impacto nas contas públicas de cerca de R$ 3 bilhões.

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Escalada da pandemia: Brasil bate novo recorde e acumula 10 mil mortes por Covid-19 em uma semana

Redação PortalPE10

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A patient suspected of having COVID-19 is received at the HRAN Hospital in Brasilia, Brazil, Wednesday, March 3, 2021. The number of new COVID-19 cases in Brazil is still surging, with a new record high of deaths reported on Tuesday. (AP Photo/Eraldo Peres)

O Brasil registrou 1.498 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas. Com isso, neste sábado (6), o país registrou mais de 10 mil mortes pela doença em sete dias. É a primeira vez desde o início da pandemia que isso acontece.

Na última semana, o país completou ainda sete dias seguidos com novos recordes de média móvel de mortes, com o último alcançado neste sábado (6), de 1.455. O recorde anterior era de 1.423.

Dessa forma, o país completa 45 dias com média móvel acima de 1.000. O número de casos nas últimas 24 horas foi de 67.477.

Como tem ocorrido, o elevado número de mortes é acompanhado por altas taxas de contaminação. Os últimos três dias fazem parte do ranking de datas nas quais foram registrados mais casos da Covid. Na última sexta-feira (5), foram 75.337 casos, no dia 3 foram 74.376 e no dia 4 foram 74.285.

O dia 8 de janeiro, com 84.997 infecções, ainda lidera o ranking, mas nele ocorreu uma revisão de dados do Paraná que elevou artificialmente o dado geral de casos do país.

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Major Olímpio piora da Covid e é levado para UTI

PortalPE10 com informações G1

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O senador Major Olímpio (PSL-SP), de 58 anos, foi diagnosticado com Covid-19 e está internado desde terça-feira (2) no Hospital São Camilo, em São Paulo. Segundo a assessoria do parlamentar, ele foi levado para uma unidade de tratamento intensivo (UTI) do hospital nesta sexta (5), “por conta da gravidade do quadro”.

“A assessoria do senador Major Olimpio agradece as orações pela sua recuperação e informa que o senador não está intubado. Os médicos o transferiram para a UTI por conta da gravidade do quadro, mas não houve necessidade de intubação. Vamos continuar em oração por todos que foram acometidos por essa doença”, disse o comunicado oficial do gabinete do parlamentar.

O hospital não divulgou o estado de saúde dele, seguindo orientação da família. Através das redes sociais, entretanto, o senador disse nesta quinta-feira (4) que está “evoluindo satisfatoriamente”.

“Gostaria de agradecer todos vocês pelas mensagens de carinho e orações pela minha recuperação. Segundo o médico, meu quadro está evoluindo bem apesar da gravidade e tenho fé que em breve estou de volta ao combate! Estou internado em razão da Covid-19, mas tenho fé que em breve estarei recuperado. Minha solidariedade a todos os brasileiros neste momento difícil. Juntos vamos vencer”, afirmou o senador em suas redes sociais nesta quinta (4).

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Ministério da Saúde inclui professores no grupo prioritário da vacina contra a Covid

Informação foi divulgada nesta sexta-feira (5/3). Campanha abrangerá docentes e funcionários de escolas e universidades, públicas e privadas.

Redação PortalPE10

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(Foto: Gustavo Moreno/Especial Metrópoles)

O Ministério da Saúde (MS) incluiu professores e funcionários de escolas públicas e privadas (do ensino básico e superior) na lista de grupos prioritários para a imunização contra a Covid-19. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (5/3), pelo Ministério da Educação (MEC).

De acordo com o MEC, a inclusão foi realizada após o ministro da Educação, Milton Ribeiro, enviar um ofício à Casa Civil solicitando a entrada dos professores na lista de grupos prioritários. Os profissionais da área aparecem no documento oficial do Plano de Vacinação Contra a Covid-19, disponível na página da Saúde.

Segundo o documento, fazem parte desse grupo “todos os professores e funcionários das escolas públicas e privadas do ensino básico (creche, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio, profissionalizantes e EJA) e do ensino superior”.

Para serem vacinados, os profissionais deverão apresentar um documento que comprove vínculo ativo com a escola ou uma declaração emitida pela instituição de ensino. As informações são do Metrópoles.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sinalizou interesse em vacinar professores, após pressão de políticos e profissionais da área. Em reunião com a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), no dia 24 de fevereiro, o titular da Saúde disse aos gestores municipais que, no mês de março, adicionaria funcionários da educação aos grupos prioritários.

Apesar do anúncio do Ministério da Educação, a Saúde informou, em nota, que professores sempre fizeram parte do grupo prioritário, mas que, no momento, não há previsão de datas para iniciar a imunização desses profissionais. Segundo a pasta, “não há ampla disponibilidade da vacina no mercado mundial”.

“Neste momento, não há ampla disponibilidade da vacina no mercado mundial, e por isso a pasta definiu a priorização da vacinação para determinados grupos, considerando a necessidade de preservação do funcionamento dos serviços de saúde; a proteção dos indivíduos com maior risco de desenvolver formas graves da doença; a proteção dos demais indivíduos vulneráveis aos maiores impactos da pandemia; além da preservação do funcionamento dos serviços essenciais”, informou.

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