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Jair Bolsonaro causa polêmica ao defender que PM ‘mate mais’

Um vídeo publicado pelo parlamenar Eduardo bolsonaro (PSC-SP)

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Um levantamento da 9ª edição do Anuário de Segurança Pública apontou que mais de três mil pessoas foram assassinadas por policiais no Brasil, apenas em 2014. Diante disso, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) alegou que bandeiras dos direitos humanos não combatem a violência, como são defendidas pela Anistia Internacional, segundo informações do Portal Exame.

 

Um vídeo publicado pelo parlamenar Eduardo bolsonaro (PSC-SP), filho de Jair Bolsonaro, causou polêmica ao mostrar o deputado do PP afirmando que “violência se combate com violência”. “Eu acho que essa Polícia Militar do Brasil tinha que matar é mais. Quase metade dessas mortes são em combate, em missão. Então, a Anistia Internacional está na contramão do que realmente precisa a segurança pública do nosso País”, assegurou o parlamentar sobre questionamentos de que a polícia brasileira é a que mais mata no mundo.

    Jair Bolsonaro aponta que é preciso “dar segurança jurídica” para que a polícia possa trabalhar. “Esses canalhas tinham que ensinar na prática como o policial militar tem que agir. O policial vai ter que decidir entre reagir e ir pra cadeia e não reagir e ir para o cemitério. Esse pessoal da Anistia, se um dia eu tiver um mandato presidencial, vocês não vão mais interferir na nossa vida interna aqui do nosso país. O marginal só respeita o que ele teme”, admitiu.


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Cotidiano

Pernambuco registra menor número de casos confirmados de Covid-19 em 24h desde 8 de abril

É o menor número confirmado em 24 horas desde o dia 8 de abril, quando o Estado havia confirmado 49 casos.

João Marcelo Passos

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, neste domingo (27), 76 novos casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 24 (31,6%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e os outros 52 (68,4%) são leves, ou seja, pacientes que não demandaram internamento hospitalar. Agora, Pernambuco totaliza 145.016 casos confirmados, sendo 26.222 graves e 118.794 leves, que estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Além disso, o boletim registra um total de 126.916 pacientes recuperados da doença. Destes, 16.470 eram pacientes graves, que necessitaram de internamento hospitalar, e 110.446 eram casos leves.

Também foram confirmados laboratorialmente 18 óbitos (sendo 10 do sexo feminino e 8 do sexo masculino). Os novos óbitos confirmados são de pessoas residentes nos municípios de Bezerros (1), Cabo de Santo Agostinho (1), Camaragibe (1), Caruaru (3), Goiana (1), Igarassu (2), Itambé (1), Petrolina (1), Quipapá (1), São Lourenço da Mata (1), São Vicente Ferrer (2), Timbaúba (1), Toritama (1) e Vitória de Santo Antão (1). Com isso, o Estado totaliza 8.174 mortes pela doença.

Do total de mortes do informe de hoje, apenas duas (11,1%) ocorreram neste mês de setembro. Oos outros 16 óbitos (88,9%) aconteceram entre 08/05 e 12/08.

Os pacientes tinham idades entre 21 e 90 anos. As faixas etárias são: 20 a 29 (1), 60 a 69 (5), 70 a 79 (5), 80 anos ou mais (7). Dos 18 pacientes que vieram a óbito, 10 apresentavam comorbidades confirmadas: doença cardiovascular (6), diabetes (3), hipertensão (2), doença respiratória (2), câncer (1), doença neurológica (1), imunossupressão (1) e doença de Alzheimer (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um não tinha comorbidades e os demais estão em investigação.

Com relação à testagem dos profissionais de saúde com sintomas de gripe, em Pernambuco, até agora, 21.777 casos foram confirmados e 36.025 descartados. As testagens entre os trabalhadores do setor abrangem os profissionais de todas as unidades de saúde, sejam da rede pública (estadual e municipal) ou privada. O Governo de Pernambuco foi o primeiro do país a criar um protocolo para testar e afastar os profissionais da área da saúde com sintomas gripais.

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Cotidiano

Após aparecer beijando seio da namorada durante sessão virtual, deputado renuncia ao cargo

A cena, que estava ao vivo, rapidamente vou compartilhada nas redes e viralizou.

Marcos Philipe Passos

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Após aparecer beijando seio da namorada durante sessão virtual, deputado argentino renuncia. (Foto Reprodução/Redes Sociais)

Após aparecer beijando seio da namorada durante sessão virtual, deputado argentino renuncia. (Foto Reprodução/Redes Sociais)

O deputado argentino Juan Ameri, da coalizão Frente de Todos, renunciou ao cargo nesta sexta-feira (25) após protagonizar uma cena íntima com a namorada durante uma sessão virtual da Câmara, na última quinta-feira (24). Durante a videoconferência, a mulher senta no colo do parlamentar e os dois começam a trocar carícias. Ele, então, abaixa a blusa dela e dá um beijo no seio da companheira. A cena, que estava ao vivo, rapidamente vou compartilhada nas redes e viralizou.

A Câmara aprovou a renúncia de Ameri nesta sexta-feira e divulgou o resultado em um comunicado pelo Twitter.

Logo após o incidente, o presidente da Casa, Sergio Massa, interrompeu a sessão, que tratava do pagamento de pensões a aposentados, e anunciou a suspensão do deputado, alegando que a situação havia “extrapolado as normas de convivência”.

Ameri, que faz parte da coalizão do presidente, Alberto Fernández, e de sua vice, Cristina Kirchner, disse estar “arrependido e muito envergonhado” e alegou que achava que, no momento da cena, estava sem conexão de internet.

“Estávamos em sessão, minha internet havia caído e minha parceira tinha acabado de sair do banheiro. Perguntei como estavam suas próteses, porque há dez dias ela colocou um implante mamário”, explicou Amerim, que completou: “Ela me disse que estavam bem e me mostrou as cicatrizes. Eu perguntei: “posso dar um beijo?”. E dei um beijo no peito dela. Só isso.

Antes da renúncia do deputado ser aceita, a coalizão Frente de Todos divulgou uma nota sobre o incidente, dizendo que houve uma falta de respeito com o povo argentino e com o Congresso, além de pedir penalidades contra o deputado.

“Como representantes do povo, não podemos permitir uma irresponsabilidade dessa magnitude”, disse o comunicado.

Sessões parlamentares virtuais se tornaram comum devido à pandemia do novo coronavírus e já flagraram outras parlamentares em situações inusitadas pelo mundo. Em junho, o irlandês Luke Ming Flanagan aparentava não estar usando calças enquanto discutia questões políticas com seus colegas do Parlamento Europeu.

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Ataque com arma branca deixa dois feridos perto da antiga sede do Charlie Hebdo em Paris

Quase seis anos após o atentado ao Charlie Hebdo, um ataque com arma branca deixou dois feridos nesta sexta-feira (25) perto da antiga sede do semanário satírico em Paris

Lucas Passos

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© Alain JOCARD   Bombeiros carregam ferido perto da antiga sede da revista satírica Charlie Hebdo após ataque com faca em Paris, em 25 de setembro de 2020

Quase seis anos após o atentado ao Charlie Hebdo, um ataque com arma branca deixou dois feridos nesta sexta-feira (25) perto da antiga sede do semanário satírico em Paris. Um “suspeito” foi rapidamente preso pela polícia e uma segunda pessoa foi posteriormente detida.

A promotoria antiterrorista francesa anunciou que assumirá a investigação, aberta por “tentativa de homicídio vinculada a um ato terrorista” e “associação criminosa terrorista”.

Os dois feridos trabalham para uma produtora, a Premières Lignes, e “não correm risco de morte”, informou o primeiro-ministro Jean Castex, que chegou ao local do ataque no início da tarde.

“É tão trágico ver novamente as imagens de um ataque na (rua) Nicolas Appert, cinco anos e meio depois daquele contra Charlie. Essa violência é um perigo para todos nós, na França e em outros lugares”, reagiu no Twitter o secretário-geral da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), Christophe Deloire.

© Viken KANTARCI   Duas pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira durante um ataque com arma branca perto da antiga sede da revista de sátiras Charlie Hebdo, em Paris. O suposto agressor foi detido.

Jean Castex expressou o “compromisso inabalável” do governo “com a liberdade de imprensa e sua vontade resoluta de lutar contra o terrorismo”.

– Principal autor detido –

A redação do Charlie Hebdo, instalada em local mantido em segredo e sob alta proteção desde o ataque islamita que dizimou sua equipe, expressou no Twitter “seu apoio e solidariedade aos ex-vizinhos e companheiros da PLTVfilms e às pessoas afetadas por esse ataque odioso”.

© Geoffroy van der Hasselt   Um soldado e dois agentes da polícia perto do local de ataque

“O autor principal foi preso e encontra-se sob custódia policial”, explicou o procurador de Paris, Rémy Heitz, presente no local.

Ele não revelou mais detalhes sobre sua identidade ou motivação, acrescentando que uma segunda pessoa foi presa para verificar suas “relações com o autor principal”.

O principal suspeito foi preso na Place de la Bastille, perto do local de ataque, segundo a sede da polícia.

A rua Nicolas Appert, onde ficava a revista satírica, está bloqueada, com policiais armados posicionados no local.

“Dois colegas fumavam um cigarro perto da entrada do prédio, na rua. Eu ouvi gritos. Fui até a janela e vi um dos meus colegas, manchado de sangue, sendo perseguido por um homem com um facão na rua”, testemunhou um funcionário da Agence Premières Lignes, que tem sede na rua.

“Por volta do meio-dia saímos para almoçar num restaurante. Quando chegamos, a dona começou a gritar ‘corram, corram’, tem um atentado… A gente correu e se escondeu dentro da nossa loja com quatro clientes”, contou à AFP Hassani Erwan, de 23 anos, um cabeleireiro.

“Extremamente chocado com o atentado assassino perto das antigas instalações do #CharlieHebdo, em um bairro de Paris que já pagou um alto preço pela violência terrorista”, reagiu no Twitter a presidente da região Île-de-France, Valérie Pécresse.

– Ameaças recentes –

O ataque ocorre em um momento em que a equipe do Charlie Hebdo é alvo de novas ameaças desde que republicou as charges Maomé em 2 de setembro, por ocasião da abertura do julgamento, programado até 10 de novembro, dos ataques de janeiro de 2015.

Após uma breve suspensão do julgamento, a audiência desta sexta-feira foi retomada sem qualquer menção pelo Tribunal Especial de Paris sobre este ataque, de acordo com um jornalista da AFP.

No início da semana, a diretora de recursos humanos do Charlie Hebdo, Marika Bret, precisou deixar sua casa por causa de ameaças consideradas graves.

Após as ameaças, o ministro do Interior, Gerald Darmanin, pediu a “reavaliação das ameaças que pesam sobre jornalistas e colaboradores do Charlie Hebdo”.

Uma centena de meios de comunicação (jornais, revistas, canais de televisão e estações de rádio) publicaram uma carta aberta na quarta-feira pedindo aos franceses que se mobilizem em favor da liberdade de expressão.

Em 7 de janeiro de 2015, os irmãos Said e Cherif Kouachi atacaram a redação do Charlie Hebdo, matando 12 pessoas, incluindo os famosos cartunistas Cabu e Wolinski, antes de fugirem.

Sua jornada assassina terminou em uma gráfica em Dammartin-en-Goële, no subúrbio parisiense, onde se refugiaram antes de serem mortos pelo GIGN, o grupo de intervenção da gendarmaria francesa.

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