Nos siga nas redes sociais

Política

Jair Bolsonaro processa Ciro Gomes por calúnia e injúria

Após processar o deputado federal Jean Wyllys, Jair Bolsonaro presta queixa com as mesmas acusações.

Avatar

Publicado


Foto: Reprodução
Depois de ter processado o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) por calúnia e injúria, o pré-candidato a Presidência da República Jair Bolsonaro (PSC) tem como alvo o também presidenciável Ciro Gomes (PDT). Bolsonaro entrou com uma queixa-crime no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) contra Ciro pelos mesmos crimes imputados a Jean Wyllys, supostamente cometidos durante entrevista concedida pelo pedetista ao programa “Pânico no Rádio”, da Rádio Jovem Pan. As informações são da Revista Exame. 

Segundo a defesa de Jair Bolsonaro, a calúnia se deve ao fato de que Ciro associou o recebimento de um repasse de R$ 200 mil de Bolsonaro a “lavagem de dinheiro”. O PP, seu partido na época, repassou a quantia por meio de doações da JBS. Ele chegou a devolvê-lo, mas recebeu logo após o mesmo valor vindo de fundo partidário.

“Eu, se tô indignado, o cara depositou na minha conta sem a minha autorização, eu devolvo pra ele, e mando ele pastar, pra não dizer aquela outra frase que termina no monossílabo tônico. Não, o que ele faz, ele devolve para o partido, que na mesma data entrega R$ 200 mil pra ele. O nome disso é lavagem de dinheiro. Simples assim”, afirmou Ciro durante o programa. 

O crime de injúria, segundo a defesa, é referente a declaração de Ciro de que Bolsonaro seria um “moralista” de goela. O parlamentar “sentiu-se frontalmente ofendido em sua dignidade, da qual é bastante cioso, pois sempre manteve coerência entre discurso e conduta pessoal, sobretudo como ferrenho opositor da corrupção e defensor de conceitos conservadores”, diz trecho da queixa-crime. 

O primeiro juiz do TJPS descartou a acusação de calúnia. No seu entendimento, Ciro se expressou mal a classificar como “lavagem de dinheiro”, uma vez que os recursos do fundo partidário não tinham origem ilícitas. O magistrado enviou o caso para o juizado especial. O juiz do juizado, por sua vez, alegou que não cabe a ele fazer o julgamento. Com isso, caberá ao tribunal determinar quem tem jurisprudência para julgar o caso.

Jean Wyllys 

Com base em uma entrevista realizada de agosto de 2017 para o jornal O Globo, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma queixa-crime contra o parlamentar Jean Wyllys (PSOL-RJ), por calúnia e injúria. As informações são do jornal O Globo. Durante a entrevista, Wyllys se dirige ao deputado federal como ‘fascista’, ‘racista’, ‘burro’, ‘corrupto’, ‘ignorante’, ‘desqualificado’ e ‘canalha’, entre outros.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Eleitor tem 60 dias para justificar ausência em votação

É necessário documento que comprove impossibilidade de comparecer.

Redação PortalPE10

Publicado

Tribunal Superior Eleitoral, TSE - (Foto: Divulgação/Agência Brasil)

Tribunal Superior Eleitoral, TSE – (Foto: Divulgação/Agência Brasil)

O eleitor que não compareceu às eleições realizadas no último domingo (30) tem até 60 dias para justificar a ausência na Justiça Eleitoral. A justificativa deverá conter a documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito.

A requisição pode ser feita por meio do aplicativo de celular e-Título, pelo Sistema Justifica ou por meio do comparecimento a um cartório eleitoral para a entrega do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que pode ser preenchido aqui . O requerimento pode ser enviado pelos correios ao juiz da zona eleitoral na qual o eleitor for inscrito, acompanhado da documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. Veja a relação das zonas eleitorais.

O eleitor que deixou de votar e não justificou a ausência no dia da eleição poderá apresentar justificativa até 14 de janeiro de 2021 (ausência no primeiro turno) e até 28 de janeiro de 2021 (ausência no segundo turno).

O acolhimento ou não da justificativa apresentada ficará a critério do juiz da zona eleitoral em que o eleitor for inscrito. Enquanto não regularizar sua situação com a Justiça Eleitoral, o eleitor não poderá, entre outras coisas, obter passaporte ou carteira de identidade e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial.

*Com informações Agência Brasil

Continuar Lendo

Brasil

Prefeito eleito em Goiânia está intubado com Covid e ainda não sabe da vitória

Neste domingo, o seu vice Rogério Cruz (Republicanos) foi votar acompanhado da esposa e do filho de Maguito.

Redação PortalPE10

Publicado

(Foto: Reprodução)

O candidato Maguito Vilela (MDB) foi eleito prefeito de Goiânia (GO) neste domingo (29). Maguito, que levou 52,60% dos votos válidos, derrotou o adversário, Vanderlan Cardoso (PSD), que conquistou 47,40% do eleitorado da capital goina. Foram 277.497 votos no total.

Aos 71 anos, o prefeito eleito ainda não sabe o resultado das eleições, pois, há mais de um mês, está internado em tratamento da Covid-19. Ele está sedado e entubado na UTI do Hospital Albert Einstein São Paulo.

Neste domingo, o seu vice Rogério Cruz (Republicanos) foi votar acompanhado da esposa e do filho de Maguito.

“Acabei de votar. Eu estava em São Paulo com Maguito, mas como ele vem melhorando, meu coração pediu para eu vir aqui votar e agradecer as orações”, disse Flávia, em vídeo publicado nas redes sociais.”Eu sei que Maguito, quando voltar, vai retribuir carinho trabalhando por Goiânia, lutando por Goiânia como está lutando pela vida dele”, acrescentou.

*Com informações Diário de Pernambuco.

Continuar Lendo

Política

PT não elege prefeito em capitais pela primeira vez desde 1985

A primeira vitória do PT em uma capital, na história, foi em Fortaleza (CE), com Maria Luiza Fontenele, em 1985.

Redação PortalPE10

Publicado

(Foto: Reprodução)

Pela primeira vez na sua história, o PT não terá prefeito em nenhuma das capitais. Com a derrota de Marília Arraes no Recife e João Coser em Vitória neste domingo, o Partido dos Trabalhadores termina as eleições 2020 sem comandar, desde 1985, uma capital do país.

A primeira vitória do PT em uma capital, na história, foi em Fortaleza (CE), com Maria Luiza Fontenele, em 1985. De lá até as eleições de 2016, sempre teve representantes nos poderes municipais – aquele ano havia sido o pior pleito do PT na conquista de prefeituras.

A sigla do ex-presidente Lula passa por uma crise desde a Operação Lava Jato e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.

Em Vitória, Coser foi derrotado pelo bolsonarista Lorenzo Pazolini (Republicanos) por 58,50% a 41,40%. Já Marília perdeu para o primo João Campos, que pertence ao PSB, outro partido identificado com a esquerda. Campos teve 56,01% dos votos, contra 43,99% da petista. O PT fez uma força-tarefa para eleger Marília, com participação direta do ex-presidente Lula na campanha, enquanto Campos obteve apoio de partidos de centro-direita no segundo turno.

*Com informações Sobral Online.

Continuar Lendo

Mais Lidas

Copyright © 2013 - 2020 PortalPE10. Todos os direitos reservados.