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Justiça manda soltar empresário que matou esposa a facadas após briga por jogo de futebol

Érica era palmeirense e o marido, corintiano. O Palmeiras venceu a partida. O crime ocorreu após uma suposta briga por futebol no apartamento do casal.

Redação PortalPE10

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Érica Fernandes, torcedora palmeirense que foi morta pelo marido corinthiano Leonardo Souza Ceschini — (Foto: Arquivo pessoal)

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou nesta quinta-feira (25) a soltura do empresário Leonardo Souza Ceschini, de 34 anos, réu confesso do assassinato a facadas da esposa, a representante comercial Érica Fernandes Alves Ceschini, em dia 31 de janeiro, um dia após a final da Copa Libertadores entre Palmeiras e Santos.

Érica era palmeirense e o marido, corintiano. O Palmeiras venceu a partida. O crime ocorreu após uma suposta briga por futebol no apartamento do casal no bairro São Domingos, Zona Oeste da capital. As informações são do G1.

Na decisão que mandou soltar o marido, assassino confesso, a juíza Giovanna Christina Colares, da 5ª Vara do Júri de São Paulo, entendeu que houve excesso de prazo na manutenção da prisão preventiva. Ela afirmou que o Ministério Público foi alertado várias vezes de que deveria oferecer a denúncia no prazo estabelecido pela legislação.

“Verifico que já se encontra em muito ultrapassado o prazo para o oferecimento da denúncia, estabelecido no artigo 46 do Código de Processo Penal, razão pela qual a prisão do indiciado representa nítido constrangimento ilegal, devendo ser imediatamente relaxada, consoante artigo 5º, inciso LXV, da Constituição Federal, que dispõe que a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária”, escreveu a magistrada na decisão.

Quinze dias antes, porém, a mesma juíza havia rejeitado um outro pedido de habeas corpus da defesa do empresário, que alegava problemas de saúde. Na decisão anterior, Giovanna determinou que o réu continuasse preso e que tivesse acesso a consultas médicas regulares na penitenciária em que está preso na capital paulista.

O G1 pediu a posição do MP sobre a decisão da magistrada, alegando excesso de prazo na ação, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

A Polícia Civil investiga se, após o assassinato, o sogro da vítima furtou do apartamento o carro dela, duas TVs, um micro-ondas, eletroeletrônicos e joias. O furto teria sido cometido enquanto o corpo da representante comercial era velado e sepultado no dia 1º de fevereiro.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado por parentes da representante comercial assassinada, o sogro de Érica e outras pessoas levaram os bens que estavam dentro do apartamento onde o casal morava com os filhos gêmeos de 2 anos.

Até o celular da vítima e documentos das crianças foram levados por uma mulher que seria advogada da família do marido, ainda segundo a polícia. As crianças estão provisoriamente com os avós maternos.

O crime

Leonardo matou Érica no dia seguinte à vitória do Palmeiras, na Taça Libertadores da América, em 30 de janeiro, em São Paulo. A Polícia Militar (PM) foi chamada pelos vizinhos do casal, e quando chegou ao prédio encontrou a mulher caída no chão da cozinha do apartamento. Foi realizado atendimento, mas a representante comercial não resistiu e morreu. Ela tinha 34 anos.

O empresário Leonardo, também de 34 anos, foi preso em flagrante e indiciado por homicídio doloso contra a esposa. Segundo a PM, após dar duas versões diferentes para o crime, ele confessou ter matado a esposa após “desavenças devido cada um ser torcedor de time de futebol diferente”.

Leonardo havia dito inicialmente Érica tinha esfaqueado ele e cometido suicídio. Depois falou que ela o feriu com a faca e que ele conseguiu pegá-la e a esfaqueou com “vários golpes que causaram a morte dela”.

Aline também espera que Leonardo seja julgado rapidamente pela Justiça por causa do assassinato da irmã. “Queremos justiça. O que nos faz perceber que tudo isso não são meros juízos de valor e sim fatos. “

A família de Érica não acredita que o motivo do crime tenha sido briga por causa de times rivais de futebol, como está no boletim de ocorrência do caso.

“Não sabemos ao certo, porém não acreditamos que foi futebol. Leonardo se aproveitava muito financeiramente de minha irmã pelo fato de ela ganhar muito mais que ele”, afirmou Aline. “Minha irmã chegou a comentar com minha mãe que ela estava cansada e pretendia se separar. Só queremos que ele pague pelo que fez.”

Roubo dos pertences da vítima

Além do crime, A Polícia Civil investiga o furto dos bens da representante comercial Érica Fernandes Alves Ceschini. O sogro da vítima e pai do assassino, Alexandre Estevam Ceschini, é o principal suspeito de levar o carro dela, duas TVs, um micro-ondas, eletroeletrônicos e joias. O furto foi cometido enquanto o corpo da representante comercial era velado e sepultado no dia 1º de fevereiro.

Até a última atualização desta reportagem, os bens da vítima ainda não tinham sido devolvidos. Também não foi informado o porquê de eles terem sido levados. O assassino, no entanto, continuava preso, mas permanecia internado num hospital por causa dos ferimentos. A faca que ele usou foi apreendida.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado por parentes da representante comercial assassinada, o sogro de Érica e outras pessoas levaram os bens que estavam dentro do apartamento onde o casal morava com os filhos gêmeos de 2 anos.

Até o celular da vítima e documentos das crianças foram furtados por uma mulher que seria advogada da família do marido, ainda segundo a polícia. Os meninos estão provisoriamente com os avós maternos.

Procurado pelo G1, o autônomo Alexandre não havia comentado o assunto até a publicação desta reportagem. Por telefone, o sogro de Érica havia dito pela manhã que não poderia falar. “Estou dirigindo. Só poderei falar ao final da tarde”, falou na terça-feira (8).

A reportagem não conseguiu contato com a mulher citada no registro policial feito no 33º Distrito Policial (DP), Pirituba, como sendo a advogada responsável por levar do imóvel o telefone de Érica e documentos dos filhos.

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Caso Henry: após enterrar o filho, Monique procurou cursos de inglês e de culinária, diz polícia

PortalPE10 com informações G1

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A Polícia Civil descobriu que, após o enterro de Henry Borel, a mãe do menino, Monique Medeiros, procurou cursos de inglês e de culinária. As informações são do G1.

As mensagens foram publicadas na edição desta terça-feira (13) do jornal O Dia. O RJ1 também teve acesso ao conteúdo.

No dia 10 de março, cerca de três horas depois do enterro de Henry, Monique recebeu uma oferta com desconto de 40% para o curso de inglês.

Segundos depois da mensagem chegar, ela responde, perguntando se o curso é presencial.

No dia seguinte ao enterro de Henry, Monique procura por aulas de culinária.

Ela encontra uma professora, numa rede social, e manda uma mensagem privada:

“Boa tarde. Sou Monique Medeiros, tenho interesse em fazer uma aula prática com você. Como faço para entrar na lista de espera? Um grande beijo em seu coração”.

Monique e Dr. Jairinho estão presos desde o dia 8 deste mês por suspeita de homicídio duplamente qualificado. Henry morreu no dia 8 de março.

Embora o inquérito ainda não tenha sido concluído, a polícia acredita que Henry foi assassinado. Falta esclarecer como o crime foi cometido.

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Brasil

Novos lotes do auxílio emergencial 2021 terão dez dias para contestação

Redação PortalPE10

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Trabalhadores que ainda esperam a concessão do auxílio emergencial 2021 devem redobrar a atenção ao Portal de Consultas da Dataprev. De acordo com o Ministério da Cidadania, ainda há bases de dados em processamento pela Dataprev. Ou seja, ainda é possível ampliar o número de beneficiários. E quem não for aprovado nos próximos lotes, ou receber um valor que julga ser menor do que o devido, poderá contestar a decisão.

Cada novo lote de cadastros analisados pela Dataprev tem um prazo, de dez dias, para uma possível contestação. O prazo é contado somente a partir da disponibilização do resultado da análise da elegibilidade no Portal de Consultas. Para trabalhadores que tiveram o resultado divulgado no lote mais recente, no dia 10 deste mês, o período para contestação será de 13 a 22 de abril.

A contestação é feita no mesmo site da consulta. O sistema só vai aceitar critérios passíveis de contestação, que são os que permitem haver atualização de bases de dados da Dataprev. Neste caso, basta clicar em “Solicitar contestação”. Feita a contestação, a Dataprev fará uma reanálise do cadastro com as novas informações do trabalhador. A análise não tem prazo, por isso é importante conferir o site de consultas diariamente. Até as 13h desta segunda, o Portal de Consultas registrou mais de 65,4 milhões de acessos.

O auxílio emergencial 2021 é limitado a uma pessoa por família e só será pago aos trabalhadores que tinham o direito reconhecido em dezembro do ano passado e se encaixa nas regras deste ano. Inicialmente, serão contemplados cerca de 40 milhões de famílias.

São quatro parcelas mensais de R$ 250, em média, exceção às mulheres chefes de família monoparental (criam os filhos sozinhas), que têm direito a R$ 375, e aos indivíduos que moram sozinhos – família unipessoal -, que recebem R$ 150. ​

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Levantamento feito pelo Ministério da Saúde aponta que 1,5 milhão de brasileiros não voltaram para a 2ª dose

PortalPE10 com informações UOL

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(Foto: Leandro de Santana/PJG)

Levantamento feito pelo Ministério da Saúde aponta que ao menos 1,5 milhão de pessoas que tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid não completaram o esquema vacinal com a segunda dose.

Agora, a previsão da pasta é elaborar estratégias com estados e municípios para chegar até os possíveis não imunizados e garantir a proteção desse grupo. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (13).

Segundo a coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunizações), Francieli Fontana, a orientação é que mesmo aqueles que já passaram do prazo para receber a segunda dose ainda busquem a vacinação, sob risco de comprometer a proteção caso não o fizerem.

“Fizemos uma análise para entender as pessoas que deveriam ter completado o esquema vacinal. Mesmo que vença o prazo, a orientação é que completem o esquema. Quem atrasou e não conseguiu ir com 28 dias [da segunda dose da Coronavac] ou 84 dias da AstraZeneca deve comparecer [às salas de vacinação].”

Segundo ela, o balanço considerou essas datas para chegar ao número daqueles que ainda estão sem a segunda.

“Fizemos um levantamento contando esses dias [do prazo para a segunda dose] e temos para completar a segunda dose 1,5 milhão de brasileiros que já deveriam ter completado. Esse é o total que estaria no tempo para a segunda dose; os outros ainda estão no prazo para chegar. Vamos emitir uma lista com números e discutir uma estratégia para buscar essas pessoas”, disse a coordenadora.

 

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