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Mandetta diz que alertou Bolsonaro sobre 180 mil mortes se governo não agisse: ‘Nunca falei em público, mas para ele eu mostrei’

Ex-ministro da Saúde é o entrevistado do ‘Conversa com Bial’ de quinta-feira, 24/9

Marcelo Passos

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Luiz Henrique Mandetta é o entrevistado do ‘Conversa com Bial’ de quinta-feira, 24/9 — Foto: Reprodução/TV Globo

O médico ortopedista, ex-deputado federal e ex-ministro Luiz Henrique Mandetta é o entrevistado do Conversa com Bial de quinta-feira, 24/9. Ele está lançando o livro “Um paciente chamado Brasil: Os bastidores da luta contra o coronavírus”, em que narra como o Ministério da Saúde tentou conter a epidemia da Covid-19 no Brasil durante sua gestão.

No livro e em sua conversa com Pedro Bial, Mandetta recorre ao conceito psiquiátrico das fases do luto para explicar a reação do presidente Jair Bolsonaro na pandemia: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação. Depois de negar a gravidade da situação, sua próxima reação foi a ira:

“Eu simbolizava a notícia e ele ficou com raiva do ‘carteiro’, ficou com raiva do Ministério da Saúde.”

Depois, de acordo com o ex-ministro, veio a fase do apelo a alguma chance ou ao sobrenatural: “Ele se apegou àquela cantilena de pessoas que vão ao seu redor e começam a falar o que ele queria escutar”. Mandetta explica que trabalho psiquiátrico busca chegar logo à fase da aceitação, em que a pessoa age de forma colaborativa, adere ao tratamento, supera a dor e retoma a vida.

“Eu tentava puxar ele logo para a fase proativa. Eu nunca falei em público que eu trabalhava com 180 mil óbitos se nós não interviéssemos, mas para ele eu mostrei, entreguei por escrito, para que ele pudesse saber a responsabilidade dos caminhos que ele fosse optar. Foi realmente uma reação bem negacionista e bem raivosa.”As informações são do G1

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Brasil

Após criticar Coronavac, Secretário de Saúde fura fila no Amapá

O caso entrou para a lista de denúncias de autoridades que furam a fila para receber as primeiras doses em todo o país.

Redação PortalPE10

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Segundo informações do perfil do próprio secretário, ele não é da área de saúde, mas formado em Comunicação e Marketing (Foto: Reprodução)

Circula pelas redes sociais uma foto do secretário de Saúde de Serra do Navio (AP), Randolph Antônio Pinheiro da Silva, se vacinando contra a Covid-19 na primeira fase da campanha de imunização do município. O caso entrou para a lista de denúncias de autoridades que furam a fila para receber as primeiras doses em todo o país.

Conhecido como Randolph Scooth, o secretário recebeu críticas nas redes sociais, uma vez que o primeiro lote de vacinas que chegou à cidade conta com apenas 89 doses, para uma população de 5,4 mil habitantes. Além disso, o político era conhecido por criticar o desenvolvimento da Coronavac publicamente.

“O doente mental quer obrigar nosso povo a usar vacina chinesa”, escreveu na legenda de uma foto em referência ao governador de São Paulo, João Dória (PSDB). Na imagem, há ainda uma crítica ao não uso da cloroquina no tratamento para o novo coronavírus, mesmo que a eficácia do medicamento contra a doença não tenha sido comprovada.

Em outro texto, publicado no mesmo dia, ele argumenta contra o uso da Coronavac: “não somos cobaias”.

Sob investigação

Na quinta-feira (21), o Ministério Público do Amapá (MPAP) abriu inquérito para apurar a responsabilidade de Randolph Scooth no caso. O Plano Nacional de Vacinação prevê que sejam imunizados nesta etapa os profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate à pandemia e os idosos asilados.

“É notória a insuficiência das doses da vacina da Covid- 19 para imunização da população como um todo e por isso as autoridades públicas instituíram a ordem de prioridades. Caso sejam constatados os fatos noticiados, o Ministério Público velará pela restauração da legalidade e responsabilização dos envolvidos”, diz a nota divulgada pela Promotoria de Justiça de Pedra Branca do Amapari.

Pelas redes sociais, Randolph Scooth não se manifestou sobre as críticas em relação à vacinação. A última postagem compartilhada por ele foi na manhã desta sexta-feira (22), com um texto que diz: “Afasta deste lugar toda inveja!”.

O Correio procurou o secretário, mas até a publicação desta reportagem não obteve resposta. O espaço segue aberto, caso ele decida se pronunciar futuramente.

*Com informações Diário de Pernambuco

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Brasil

Avião com 2 milhões de doses da vacina de Oxford chega ao Brasil

Agora, o carregamento seguirá em avião da Azul para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. A aeronave da companhia brasileira deve decolar 20h30 e chegar pouco antes das 22h.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

Chegou ao Brasil nesta sexta-feira (22) o avião transportando 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, produzidas pelo laboratório Sérum, na Índia.

O carregamento foi recepcionado por três ministros. Eduardo Pazuello, da Saúde; Ernesto Araújo, das Relações Exteriores; e Fábio Faria, das Comunicações. Eles estavam acompanhados do embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy.

A aeronave deixou o país asiático por volta das 20h da quinta-feira (21) em direção a Dubai. De lá, o imunizante foi embarcado em um voo comercial da companhia aérea Emirates até o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Agora, o carregamento seguirá em avião da Azul para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. A aeronave da companhia brasileira deve decolar 20h30 e chegar pouco antes das 22h.

A distribuição das vacinas aos estados pelo Ministério deve acontecer no sábado (23) após as caixas passarem por um processo de rotulagem. Segundo a Fiocruz, que será a responsável pelo procedimento, o processo deve durar de três a quatro horas.

*Com informações CNN.

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Brasil

Anvisa aprova por unanimidade uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da CoronaVac

PortalPE10 com informações G1

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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta sexta-feira (22) por unanimidade o uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

O pedido foi feito pelo Butantan na segunda-feira (18). Um primeiro lote com 6 milhões de doses da Coronavac já tinha sido liberado no último domingo (17) para aplicação emergencial.

Essa fração chegou pronta da China e começou a ser distribuída em todo o país pelo Ministério da Saúde nesta semana

O novo pedido de autorização é para o uso emergencial de todas as doses envasadas pelo Butantan. Atualmente, o instituto tem 4,8 milhões de doses prontas aguardando liberação.

 

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