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Política

Marina se lança, de novo, pré-candidata à Presidência

Marina discursou por pouco menos de 30 minutos ao mesmo tempo em que o ex-presidente Lula falava.

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Foto: Reprodução
Pouco mais de quatro meses depois de ter se lançado pré-candidata à Presidência da República, Marina Silva (Rede) se lançou, de novo, neste sábado (7), para a disputa pelo Palácio do Planalto.

“Sou candidata a presidente da República Federativa do Brasil pela terceira vez, em legítima defesa da democracia, da alternância de poder, da justiça como reparação, pela refundação da República”, disse Marina na convenção da Rede, partido que ela criou, em Brasília. 

Marina discursou por pouco menos de 30 minutos ao mesmo tempo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falava do alto de um carro de som em São Bernardo do Campo (SP).

Ministra do Meio Ambiente no governo Lula, ela disse que a prisão do ex-presidente não é motivo de comemoração, mas ponderou simboliza um novo tempo. “O momento não é de celebração, é de tristeza: o ex-presidente da República que poderia estar apto para fazer o que bem quisesse na política sendo interditado pela Justiça por erros que cometeu. Isso não deve ser motivo de celebração. Mas, por outro lado é uma sinalização de que nós podemos começar a ter esperança de que está se iniciando um tempo de que a lei será igualmente para todos”, discursou Marina.

Sobre a possibilidade de herdar votos de Lula com a saída dele da disputa eleitoral, Marina disse que a candidatura dela não depende da participação ou não de outros candidatos. “Os eleitores ainda não tomaram uma posição definitiva. Estamos no começo do processo”, ponderou.

Ela também rebateu o discurso de perseguição da Justiça adotado pelo PT. “Vejo sendo investigadas pessoas do PT, do PMDB, como do PSDB, do DEM, de todos os partidos que têm problemas. […] Todos os direitos de revisão de processo assegurando ampla defesa estão sendo assegurados e, obviamente, chega um momento que as decisões são tomadas e a lei deve ser implementada igualmente para todos”, afirmou a pré-candidata.

Tanto em sua fala para a militância como na entrevista que concedeu após o ato, Marina insistiu na defesa do fim do foro privilegiado e na possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

Ela criticou nominalmente alguns políticos, inclusive o senador Aécio Neves (PSDB-MG), a quem se aliou no segundo turno da disputa presidencial de 2014.

“Que não se permita mais que os Renans [Calheiros], os Aécios [Neves], os [Eliseus] Padilhas e os [Michel] Temers fiquem impunes sob o manto do foro privilegiado”, afirmou Marina.

Como vacina a críticas de que se aliou a alvos de investigações, ela disse que, em 2014, ninguém tinha noção da dimensão dos problemas. “Agora sabemos quem é quem”, disse Marina. Sem citar nomes, ela criticou pré-candidatos à Presidência.

“Tem muitos que não estão disputando a eleição. Estão disputando um salvo-conduto.”

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Pernambuco

No Recife, Ciro Gomes (PDT) oficializa apoio a João Campos (PSB) e realiza agenda

Os políticos realizaram uma mini carreata no bairro de Guabiraba, na Zona Norte do Recife, ainda na manhã do domingo.

PortalPE10 com informações UOL

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Ciro Gomes, vice-presidente do PDT, desembarcou no Recife na manhã deste domingo (22) para realizar uma agenda ao lado de João Campos, candidato à Prefeitura do Recife pelo PSB. O político, que foi candidato à presidência do Brasil em 2018, oficializou o apoio para a chapa do socialista, que tem como vice-candidata Isabella de Roldão, também do PDT. Os políticos realizaram uma mini carreata no bairro de Guabiraba, na Zona Norte do Recife, ainda na manhã do domingo.

A agenda de Ciro Gomes seguirá com reunião com militância na Zona Sul do Recife, um almoço com os prefeituráveis, o deputado federal Wolney Queiroz (PDT), o prefeito do Recife Geraldo Julio (PSB) e governador de Pernambuco Paulo Câmara (PSB), uma gravação com João Campos e Isabella de Roldão, uma outra reunião na Zona Norte e um jantar.

No Recife, Gomes também foi recebido pelo deputado estadual Zé Queiroz (PDT), Alberes Lopes e Fábio Fiorenzano (esposo de Isabella de Roldão). Na circulação pelo bairro de Guabiraba, João Campos foi recebido por militância, apoiadores e representantes políticos.

Em 2018, Ciro Gomes teve um total de 148.655 votos na metrópole pernambucana. O que, por sua vez, pode ajudar na corrida de João Campos pelos votos desse segundo turno, principalmente dos indecisos. O que ainda não se sabe, no entanto, é se esse apoio faz costuras para as eleições de 2022.

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Política

TSE encontra R$ 60 milhões em irregularidades nas contas de candidatos

A informação faz parte de uma investigação realizada pelo núcleo de inteligência da Justiça Eleitoral.

Redação PortalPE10

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Tribunal Superior Eleitoral, TSE - (Foto: Divulgação/Agência Brasil)

Tribunal Superior Eleitoral, TSE – (Foto: Divulgação/Agência Brasil)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encontrou indícios irregularidades no valor de R$ 60 milhões nas prestações de contas de candidatos às eleições municipais deste ano. A informação faz parte de uma investigação realizada pelo núcleo de inteligência da Justiça Eleitoral.

A maior parte das irregularidades envolve doações feitas por pessoas que não têm emprego formal. Nesse caso, houve 9.068 casos que somaram R$ 33 milhões. Também foram registrados R$ 17 milhões em repasses incompatíveis com a renda e 15 doadores que aparecem como falecidos em um sistema de controle de óbitos.

O TSE também encontrou 1.289 prestadores de serviços que são beneficiários do Bolsa Família, além de 1.227 doadores que recebem outros benefícios sociais do governo. 925 empresários que são parentes de candidatos receberam R$ 1,6 milhão das campanhas.

As irregularidades encontradas pelo grupo inteligência da Justiça Eleitoral serão enviadas para providências dos tribunais regionais eleitorais e do Ministério Público.

O grupo é composto por representantes do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Receita Federal, Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério da Cidadania, entre outros.

*As informações são da Agência Brasil

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Brasil

Ciro Gomes (PDT) e Carlos Lupi (PDT) chegam no Recife para apoiar campanha de João Campos (PSB)

Ao que tudo indica, o apoio do partido neste segundo turno pode sinalizar um possível apoio do PSB ao PDT nas eleições presidenciais de 2022.

PortalPE10 com informações UOL

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Brasilia DF 06 08 2018 O PDT anuncia Kátia Abreu para vice de Ciro GomesO PDT deve anuncia a senadora Kátia Abreu (TO) como candidata a vice-presidente na chapa de Ciro Gomes na disputa presidencial da eleição de 2018.foto Marcelo Camargo/Agencia Brasil

Acompanhado de Carlos Lupi (PDT), Ciro Gomes (PDT) desembarca no Recife. O pdtista chegará na capital pernambucana neste domingo, onde, segundo informações, deve oficializar o apoio à candidatura do socialista João Campos (PSB) e tentará angariar mais votos para o prefeiturável. Ciro cumprirá uma agenda conjunta com o presidente do PDT-PE, Wolney Queiroz – que assumiu a sigla no Estado pós destituição do Deputado Federal Túlio Gadelha. O horário ainda não foi divulgado. Ao que tudo indica, o apoio do partido neste segundo turno pode sinalizar um possível apoio do PSB ao PDT nas eleições presidenciais de 2022.

Em entrevista ao jornal O Globo, Lupi confirmou sua vinda ao Recife. “Vamos lá [no Recife] no domingo. Temos uma programação. Como há restrições por conta da Covid, a gente vai fazer apenas algumas visitações com o João em alguns bairros, mas vamos também gravar [o programa de TV] para ele”, assinalou o presidente da nacional da sigla ao Globo.

Vale ressaltar que Ciro Gomes obteve, em 2018, um total de 148.655 votos na metrópole pernambucana. O que, por sua vez, pode ajudar na corrida pelos votos do segundo turno, principalmente dos indecisos. Não à toa, Ciro faz parte do mesmo partido da vice-candidata de Campos (PSB), Isabella de Roldão (PDT).

É importante lembrar que, em várias capitais brasileiras, o PDT adotou uma linha independente, mas não vem descartando alianças regionais. Muito pelo contrário, em alguns locais específicos, a sigla segue em busca de reforço. Como é o caso do que vem sinalizando ao quinto maior colégio eleitoral do País. A aliança, conforme apontam especialistas, tem um objetivo principal: angariar aliados para a disputa presidencial em 2022.

Desde 2018, o presidenciável Ciro Gomes (PDT) vem se afastando do espectro de um dos principais partidos de esquerda do Brasil, o Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo especialistas, esse distanciamento do PT “Tudo indica que a esquerda não deve ir unida no pleito de 2022 contra o Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) – que deve ser o principal candidato da direita ideológica… O Ciro quer liderar essa candidatura mais à esquerda. O apoio no Recife tem ligação direta com 2022”, pontua o cientista político Rodolfo Marques.

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