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Brasil

Média de mortes por covid-19 no Brasil cai 10,35% em uma semana

Dados são da Fundação Oswaldo Cruz.

Marcos Philipe Passos

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Média de mortes por covid-19 no Brasil cai 10,35% em uma semana. (Foto: Adão de Souza/PBH)

Média de mortes por covid-19 no Brasil cai 10,35% em uma semana. (Foto: Adão de Souza/PBH)

A média diária de mortes por covid-19, de acordo com a média móvel de sete dias, no Brasil chegou a 687,86 casos ontem (25), segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Houve queda de 10,35%, ou 79,23 registros a menos, em relação à sexta-feira anterior (18), quando haviam sido registradas 767,29 mortes.

A média móvel de sete dias é calculada somando-se o número de mortes nesse intervalo de tempo (o dia de referência mais os seis dias anteriores) e dividindo-se o total por sete. Com isso, é possível reduzir o impacto de oscilações diárias.

Esse é o menor número médio de mortes desde o dia 9 de setembro (682,86). O pico de mortes (1.095,14) foi atingido em 25 de julho. Desde então, apresentou tendência de queda (com oscilações e leves altas) até o dia 9 de setembro. Depois disso, as mortes voltaram a aumentar até chegarem a 814,57 no último dia 15 e depois caíram novamente.

A média diária, de acordo com a média móvel de sete dias, de novos casos é de 27.587,86. Também aqui há uma tendência de queda, mas desde o dia 16 de setembro, quando foram registrados 31.374,86 novos casos.

Entre os estados, há aqueles que apresentaram na última semana altas e aqueles que apresentaram queda. Entre as quedas, destacam-se Rondônia (-46%), Pará (-43,34%), Santa Catarina (-26,17%) e Rio Grande do Sul (-20,26%).

Entre as altas ocorridas do dia 18 de setembro até ontem aparecem Paraíba (17,5%), Sergipe (15,29%), Espírito Santo (12,44%). Roraima e Rio Grande do Norte não tiveram seus dados divulgados ontem.

Com informações Agência Brasil*

Brasil

Candidato a vereador mata esposa a facadas após briga por geladeira aberta

Adílio Sérgio Gomes (PSDB), de 40 anos, cometeu crime na noite do domingo (18/10) na zona rural de Bandeira do Sul, em Minas Gerais

Lucas Passos

Publicado

REPRODUÇÃO/FACEBOOK

O candidato a vereador Adílio Sérgio Gomes (PSDB), de 40 anos, matou a esposa a facadas depois de uma discussão por conta da porta da geladeira aberta. O crime ocorreu no domingo (18/10), na residência do casal em Bandeira do Sul (MG).

A filha do casal informou à polícia que os pais passaram o dia em um sítio na zona rural da cidade. Quando retornaram para casa, ela ouviu a mãe, Roberta Camile Araújo Silva, gritando. As informações são do portal IG.

Adílio desferiu 13 facadas contra a esposa no quintal da casa. A filha encontrou o corpo. Uma equipe médica do Pronto Socorro Municipal foi chamada, porém a mulher já estava morta quando chegaram.

A mãe do candidato, que também estava na casa no momento do crime, passou mal após o ocorrido. Uma vizinha que encontrou com Adílio pouco tempo depois que ele esfaqueou a esposa contou aos policiais que o homem sugeriu que ela fosse até a casa da família para “ver a besteira que ele tinha feito”.

Segundo a polícia, o casal é conhecido na cidade e tem três filhos. Nas redes sociais, eles se mostravam muito felizes e sempre mostravam os passeios juntos.

A família explicou que as brigas entre o casal eram comuns, inclusive com agressões físicas. Após o crime, Adílio fugiu e ainda não foi encontrado O caso será investigado pela Polícia Civil e o suspeito deve responder por feminicídio.

REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

Fonte: Metrópoles

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Brasil

Com sintomas de depressão, alagoana desaparece ao visitar parentes em Pernambuco

Com sintomas de depressão, alagoana desaparece ao visitar parentes em Pernambuco

Marcelo Passos

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Há sete dias familiares da dona de casa Josefa Cristina da Silva, de 52 anos, estão aflitos. A mulher saiu de casa, em Girau do Ponciano, no Agreste de Alagoas, para visitar parentes na cidade de Taquaritinga do Norte, em Pernambuco, e desde último dia 13 está desaparecida.

De acordo com a filha mais velha de Josefa, Tâmara Teresa da Silva, ela foi vista pela última vez quando foi deixada por parentes em uma parada de ônibus, onde embarcaria num transporte com destino ao município de Arapiraca.

“Ela pegou um transporte para ficar numa parada em Caruaru e lá pegaria outro para Arapiraca, para que pudesse seguir até a cidade de Girau, mas a informação que temos é de que minha mãe sequer chegou em Arapiraca”, disse.

Depressão após a pandemia

Tâmara contou ao site TNH1 que Josefa passou a apresentar sintomas de depressão neste período de pandemia da Covid-19 e que também sofre de problemas crônicos de saúde, como a diabetes. “Ela também não enxerga bem e tudo isso tem nos preocupado muito”, lamentou.

Sem histórico de sumiço

Josefa Cristina, segundo a filha, não tem histórico de passar dias sem contato com a família. “Julgando pela ligação que tenho com a minha mãe, ela jamais ficaria tanto tempo sem fazer contato. Somos dois filhos em São Paulo e outros dois em Alagoas e todos estão sem notícias e aflitos”, afirmou.

Familiares de Josefa Cristina procuraram a polícia, no último dia 16, para registrar o boletim de ocorrência do desaparecimento na delegacia de Taquaritinga do Norte.

Quem tiver informações que possam ajudar a localizar a senhora Josefa Cristina, pode entrar em contato com familiares nos números (11) 97034-1605, (82) 99980-7469 e (82) 99952-0378.

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Brasil

STF confirma não ser obrigatório portar título de eleitor para votar

Obrigatoriedade foi estabelecida na minirreforma eleitoral

Marcelo Passos

Publicado


O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, que o eleitor não pode ser impedido de votar caso não tenha em mãos o título de eleitor, sendo obrigatória somente a apresentação de documento oficial com foto.

Com a decisão, os ministros do Supremo tornaram definitiva uma decisão liminar concedida pelo plenário às vésperas da eleição geral de 2010, a pedido do PT. O julgamento de mérito foi encerrado ontem (19) à noite no plenário virtual, ambiente digital em que os ministros têm um prazo, em geral, de uma semana, para votar por escrito.

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Em uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI), o PT havia questionado a validade de dispositivos da minirreforma eleitoral de 2009 (Lei 12.034), que introduziu na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) a exigência de apresentação do título de eleitor como condição para votar.

Os ministros entenderam, agora de modo definitivo, que exigir que o eleitor carregue o título de eleitor como condição para votar não tem efeito prático para evitar fraudes, uma vez que o documento não tem foto, e constitui “óbice desnecessário ao exercício do voto pelo eleitor, direito fundamental estruturante da democracia”, conforme escreveu em seu voto a relatora ministra Rosa Weber.

A ministra acrescentou que a utilização da identificação por biometria, que vem sendo implementada nos últimos anos pela Justiça Eleitoral, reduziu o risco de fraudes, embora a identificação por documento com foto ainda seja necessária como segundo recurso.

Ela destacou também que, desde 2018, o eleitor tem também a opção de atrelar uma foto a seu registro eleitoral no aplicativo e-Título, e utilizar a ferramenta para identificar-se na hora de votar, o que esvaziou ainda mais a utilidade de se exigir o título de eleitor em papel.

“O enfoque deve ser direcionado, portanto, ao eleitor como protagonista do processo eleitoral e verdadeiro detentor do poder democrático, de modo que a ele não devem, em princípio, ser impostas limitações senão aquelas estritamente necessárias a assegurar a autenticidade do voto”, escreveu Rosa Weber, que foi acompanhada integralmente pelos demais ministros.

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