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Cotidiano

Microcefalia chega há 1.185 notificações em Pernambuco

Relatório da Secretaria de Saúde mostrou também aumentos de dengue

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Pernambuco tem 1.185 casos notificados de microcefalia. A informação é da Secretaria Estadual de Saúde, que divulgou nesta terça-feira (5) boletim atualizado sobre a doença. Do total de casos notificados entre 1º de agosto de 2015 e 2 de janeiro de 2016, 444 atendem aos parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS) para microcefalia, que identifica a malformação em bebês com perímetro cefálico igual ou menor que 32 centímetros. Ao todo, 94 casos foram confirmados com a microcefalia e 61 foram descartados – levando em consideração o resultado dos exames de imagem dos bebês.

Dos 444 casos que atendem aos parâmetros da OMS, 435 foram detectados no pós-parto e seis detectados intraútero (feto com microcefalia). Também foram registrados três casos de bebês natimortos e um que veio a óbito logo após o nascimento – todos diagnosticados com microcefalia e que estão tendo a causa dos óbitos investigadas.

Desde que a notificação de casos de gestantes com exantemas foi tornada obrigatória, no período de 2 de dezembro de 2015 a 2 de janeiro de 2016, 49 municípios do Estado notificaram 349 casos de gestantes com esse quadro clínico.

Dengue

Até o dia 26 de dezembro, foram notificados 140.872 casos de dengue em 185 municípios, sendo 50.036 confirmados. O valor representa aumento de 622,46% em relação ao mesmo período de 2014, quando foram notificados 19.499 casos suspeitos, com 7.028 confirmados.

Também foram notificados 168 casos de dengue com agravamento, com 130 confirmações. No mesmo período de 2014, foram 108 confirmações. Até o momento, 106 óbitos suspeitos foram notificados, sendo 31 confirmados, 9 descartados e os demais em investigação. No mesmo período de 2014, houve a notificação de 66 óbitos suspeitos, sendo 46 confirmados.

Chikungunya

Até o dia 26 de dezembro, foram notificados 2.550 casos suspeitos de chikungunya, sendo 446 confirmados (3 importados, 2 no município de Iguaraci e 1 em Itaíba, todos com infecção no estado da Bahia; e 443 confirmados autóctones, sendo 220 na Região Metropolitana do Recife). Já foram descartados 590 casos.

Em 2014, foram notificados 23 casos de chikungunya, com 19 descartados e 4 confirmações (um de ocorrência em Brejo Santo/CE e outro do município de Feira de Santana/BA, além de dois casos da Colômbia).

Zika

Desde o início das notificações obrigatórias de zika (a partir de 10 de dezembro), até o dia 26 do mesmo mês, foram notificados mil casos da doença. Foram confirmados 14 casos de zika nos municípios de Olinda (3), Recife (8), Jaboatão dos Guararapes (1), Frei Miguelinho (1) e Goiana (1). Já foram descartados 12 casos.

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Cotidiano

Apac renova alerta de chuvas moderadas a fortes em Pernambuco

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) renovou neste domingo (11), o alerta para a possibilidade de chuvas moderadas a fortes na Região Metropolitana do Recife, Agreste, Zona da Mata Sul e Zona da Mata Norte de Pernambuco. A previsão é válida até as 17h01 desta segunda-feira (12). As informações são do Diário de Pernambuco.

A Defesa Civil do Recife também informou que mantém um plantão permanente, podendo ser acionada pelo telefone 0800.081.3400. A ligação é gratuita e o atendimento 24h. A orientação é que, em caso de necessidade, moradores de locais de risco procurem abrigos seguros e acionem o órgão.

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Brasil

Filho recebe notícia da morte do pai ao voltar do enterro da mãe

Irmã e cunhado estão na UTI, também com Covid-19.

Redação PortalPE10

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Manoel e Noemi falecerem em um intervalo de 24 horas no início desta semana.(Foto: Arquivo Pessoal)

Everton de Souza Patrício, de 35 anos, perdeu o pai e a mãe em 24 horas por complicações da Covid-19 em Criciúma, Santa Catarina. Uma das irmãs de Everton, de 49 anos, e o cunhado estão em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) também por causa da Covid. As informações são do NE10 Interior.

A mãe, Noemi Terezinha Patrício, de 71 anos, morreu na segunda-feira (5) às 13h45 e o pai, Manoel Valdemir Patrício, de 75 anos, faleceu na terça-feira (6). O casal estava casado há 52 anos, eles foram enterrados lado a lado no Cemitério Municipal de Criciúma. Segundo Everton, o pai não ficou sabendo do falecimento da mulher.

“Enterramos ela no dia 6, e quando eu cheguei em casa para descansar um pouco, o telefone tocou informando que meu pai tinha falecido também. É uma tragédia, é muita dor”, afirma o filho. “Nenhum dos dois ficou sabendo que o outro morreu, nenhum deles sofreu com essa notícia. Deus levou os dois juntos para um não sofrer sem o outro”, completou.

O filho contou que o pai foi o primeiro a apresentar os sintomas. A família chegou a tentar tirar a mãe da residência, para evitar que ela fosse infectada, mas ela dizia que não deixaria o esposo sozinho com a Covid-19.

Manoel e Noemi ficaram cerca de 15 dias internados com o novo coronavírus. Apesar de terem se recuperado, tiveram de enfrentar sequelas graves relacionadas à doença e precisaram, novamente, ser hospitalizados.

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Cotidiano

Família quebra porta de hospital e arrasta maca com corpo de morto por Covid-19 até cemitério

Familiares não concordaram com os protocolos de sepultamento para evitar contaminação pelo coronavírus.

Redação PortalPE10

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Família arrastou a maca com cadáver até o cemitério. (Reprodução)

Uma família quebrou as portas de um hospital, retirou o corpo de um parente morto por Covid-19 e arrastou a maca com o cadáver pelas ruas até o cemitério. O caso aconteceu na última quinta-feira (8), no município de Fundación, em Magdalena, na Colômbia. As informações são do NE10 Interior.

Segundo o site colombiano de notícias RCN, os familiares de Ramón Eliecer Quintero, de 59 anos, não concordaram com o diagnóstico médico e com os protocolos de sepultamento – que são restritos devido ao risco de contaminação pelo novo coronavírus. Eles decidiram levar o corpo do falecido embora, sem a permissão do hospital.

O corpo foi levado de maca por familiares ao longo de sete quarteirões até o cemitério, conforme mostram as imagens que repercutem nas redes sociais.

“Peço desculpas ao município, não somos vândalos, mas como pobres temos que agir assim para que eles nos escutem”, disse Rosa Katherine Quintero, a filha mais velha, ao jornal “El Heraldo”. Em nota, o Hospital San Rafael repudiou o episódio.

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