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Pastor que matou esposa para se ver livre do adultério é condenado a 22 anos de prisão

Pastor decidiu matar esposa para se livrar do adultério

Marcelo Passos

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Pastor decidiu matar esposa para se livrar do adultério
(foto: Redes Sociais/reprodução )

Um pastor acusado de matar e ocultar o corpo da esposa foi condenado nesta sexta-feira (25) a 22 anos e seis meses de prisão em regime fechado. O caso aconteceu em 2017 em Passos, no Sudoeste de Minas. Gilberto Adriano de Oliveira responde pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e fraude processual.

Apesar da pandemia do novo coronavírus, o júri popular aconteceu de maneira presencial no Fórum de Passos com a presença de sete jurados. O julgamento durou cerca de 10 horas. O juiz liberou a entrada de cinco familiares da vítima e do réu.

O corpo de Elaine Aparecida Barros foi encontrado envolvido em um lençol, em um canavial na saída da cidade sentido a São João Batista do Glória.

De acordo com o boletim de ocorrência, o corpo tinha sinais de violência e estava sem as roupas íntimas. Na época, Gilberto disse para a polícia que havia deixado a esposa em um posto de saúde e precisou voltar em casa para buscar a carteira de identidade, que Elaine havia esquecido. A vítima ficou desaparecida por três dias. Gilberto foi preso no dia 2 de março e encaminhado ao presídio de Passos.

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Brasil

Butantan diz que só entrega vacinas à Saúde quando souber plano de uso

Na semana passada, o Butantan e o Ministério de Saúde enfim assinaram um contrato prevendo a compra de 46 milhões de doses da Coroanvac para o governo federal, com opção para mais 54 milhões até o fim do ano.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

O Instituto Butantan respondeu ao ultimato do Ministério da Saúde sobre a Coronavac afirmando que não teria como entregar as 6 milhões de doses do imunizante ao governo federal porque não há um plano para distribui-las entre os estados.

A escalada indica uma judicialização da questão, restando saber qual lado sacará a arma primeiro. A pasta de Eduardo Pazuello havia enviado na tarde desta sexta (15) um ofício ao Butantan dizendo que as vacinas teriam de ser entregues imediatamente, uma vez que foram adquiridas para o Plano Nacional de Imunização.

Ao mesmo tempo, contudo, ocorreu uma reunião entre secretários estaduais de Saúde com o ministério. A expectativa era de que fossem especificadas as cotas iniciais de vacina para cada estado, mas apenas generalidades do plano nacional foram colocadas.

Entre secretários, houve incômodo. Quando foi divulgado o ofício da Saúde requisitando a entrega imediata das vacinas, o comentário no grupo foi o de que estava em curso uma tentativa de confisco político.

O Butantan quer saber quantas doses da vacina ficarão em São Paulo, uma vez que não faria sentido, em sua argumentação, enviar todo o lote para depois retornar parte para o estado.

O ministério passou o segundo semestre ignorando a oferta de incorporação da Coronavac ao calendário nacional. O imunizante, feito pela chinesa Sinovac em cooperação com o Butantan, é aposta do governador João Doria (PSDB), rival direto do presidente Jair Bolsonaro.

Depois de idas e vindas, a pasta aceitou o imunizante no programa nacional. Antes previa várias outras vacinas ainda não existentes no país, inclusive a da AstraZeneca/Oxford, que havia encomendado.

Na semana passada, o Butantan e o Ministério de Saúde enfim assinaram um contrato prevendo a compra de 46 milhões de doses da Coroanvac para o governo federal, com opção para mais 54 milhões até o fim do ano.

Há no estado 6 milhões de vacinas prontas para uso emergencial e outras 4,5 milhões sendo processadas. A rigor, elas são da Saúde, mas há detalhes a considerar. Primeiro, o contrato prevê um plano, e ele não existe. Segundo, o governo ainda não pagou por esse primeiro lote de 6 milhões de vacinas.

No ano passado, contrato entre o estado de São Paulo e a Sinovac custou US$ 90 milhões (quase R$ 500 milhões) aos cofres paulistas, prevendo 46 milhões de doses e transferência tecnológica. Assim, a área jurídica do governo estadual já se prepara para cenários em que possa ser acionada no Supremo Tribunal Federal, que até aqui tem se posicionado contra Bolsonaro no manejo da pandemia.

*Com informações FolhaPress

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Brasil

Cantor Gusttavo Lima envia cilindros de oxigênio para Manaus

Redação PortalPE10

Publicado


O cantor sertanejo Gusttavo Lima postou na manhã deste sábado (16) em suas redes sociais uma imagem de um Boeing carregado com cilindros de oxigênio doados, com destino à cidade de Manaus. De acordo com o artista, foram embarcados 150 cilindros.

“Carga feita… Um Boeing lotado de OXIGÊNIO com destino a Manaus!!!”, escreveu Lima em publicação em sua conta no Twitter neste sábado. Na sexta, o artista já havia informado aos seguidores que estava fazendo os arranjos para o envio da carga.

“Estamos desenhando toda a logística e sábado estará chegando em Manaus 150 CILINDROS de OXIGÊNIO”, escreveu.

Diversos artistas e famosos se manifestaram nos últimos dias informando que fariam doações e ajudariam a capital amazonense, que vive um novo colapso de seus hospitais enquanto os números de infectados por coronavírus no estado batem novos recordes.

Nos últimos dias, tanto pacientes internados por conta da Covid-19 quanto por outras doenças passaram a sofrer com a falta de oxigênio nos estabelecimentos de saúde da capital.

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Brasil

Governo aumentou imposto sobre cilindro de oxigênio três semanas antes de colapso no AM

PortalPE10 com informações UOL

Publicado

O governo Jair Bolsonaro (sem partido) elevou a tarifa de importação de cilindros usados para armazenamento de gases medicinais no fim do ano passado —poucos dias antes de o sistema de saúde de Manaus (AM) entrar em colapso por falta de oxigênio.

Em março de 2020, início da pandemia do coronavírus, a alíquota do imposto de importação foi zerada para esses produtos e demais itens hospitalares, como parte da estratégia de enfrentamento da Covid-19.

Porém, em decisão do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do dia 24 de dezembro, o governo acabou com a isenção da cobrança para parte dessa lista de bens usados em hospitais. Assim, a importação de cilindros de ferro voltou a ser taxada em 14% e os de alumínio, em 16%.

Na prática, isso torna a entrada dos recipientes de armazenamento de gases medicinais no país mais cara.

A Camex é ligada ao Ministério da Economia e responsável por fixar e alterar alíquotas do imposto de importação.

Procurado, o Ministério da Economia disse que a Camex “delibera com base nas recomendações do Ministério da Saúde, que é autoridade finalística sobre o assunto no âmbito do governo federal”. O Ministério da Saúde não havia respondido até a última atualização deste texto.

No mesmo ato, a Camex também retirou a isenção do imposto de importação para outros produtos usados na área de saúde, embora o número de casos e de mortes por Covid-19 tenha voltado a subir desde o fim do ano passado.

Perderam o benefício: sabão medicinal, desinfetante para dispositivos médicos, saco de eliminação de resíduos de risco biológico, cortinas estéreis usadas em salas de cirurgias, torniquete para coleta de sangue, máscaras, luvas, bomba de ar elétrica, gazes, compressas, filtro de ventiladores médicos, partes de aparelhos de monitoramento de sinais vitais, sensores de oxigênio, entre outros produtos.

A alíquota do imposto de importação para todos esses itens também deixou de ser zero a partir do fim do ano passado.

Apesar de não renovar a isenção tarifária de produtos considerados essenciais para o enfrentamento da crise sanitária, o presidente concedeu uma série de benesses a setores da sua base de apoio ao longo da pandemia.

Em outubro, Bolsonaro anunciou um corte de imposto sobre videogames. A tarifa de importação para esses produtos já havia sofrido redução no ano anterior. A nova iniciativa baixou a alíquota de 32% para 22% para partes acessórios de consoles e de 16% para 6% no caso de máquinas de jogos com tela incorporada. O impacto é estimado em R$ 36 milhões neste ano e R$ 39 milhões em 2022.

No mês seguinte, foi a vez de uma redução das tarifas de importação de brinquedos. A medida foi criticada por empresários do setor, que temem uma perda de competitividade do Brasil em relação à China.

Em dezembro, o presidente anunciou que o governo decidiu zerar a tarifa de importação sobre armas de fogo, como revólveres e pistolas. Sobre a decisão, o ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou que o custo anual da medida, de R$ 200 milhões, é baixo e não viola as ações da pasta, mas reconheceu que a isenção concedida em meio à pandemia gerou ruídos.

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