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Pernambuco

Pernambuco registra aumento de casos da Covid-19 por duas semanas seguidas; Região Mata Sul piora

Pernambuco tem aumento de 27% de casos graves de covid-19, com piora em quase todas as regiões

PortalPE10 Com informações FolhaPE

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Em coletiva no fim da tarde desta quinta-feira (3), o secretário estadual de Saúde, André Longo, informou que Pernambuco apresentou aumento nos registros da Covid-19 nas últimas duas semanas. De acordo com Longo, o aumento foi registrado em três das quatro macrorregiões do Estado.

Os números de casos graves de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) confirmados para a Covid-19 nas últimas três semanas epidemiológicas (semana 46, 47 e 48) foram de 512, 580 e 653 na última.

“Observamos, por duas semanas seguidas, uma oscilação para cima, fato que não ocorria já há algum tempo”, informou André Longo. De acordo com o secretário, o aumento correspondeu a 13% entre a semana 46 e 47 e um aumento de 27% entre a semana 47 e 48.

O secretário informou que o aumento de casos foi puxado pelo Agreste do Estado. “A região teve um comportamento pior quando comparada com a semana epidemiológica 47, chegando a 50% de aumento, embora o número de casos absolutos não seja tao grande”, salientou.

Mesmo puxado pela região macrorregião 2, onde fica o Agreste, o aumento só não foi registrado em uma das macrorregiões do Estado. De acordo com Longo, apenas a macrorregião 3, do Sertão Central, apresentou redução nos casos confirmados da Covid-19 nas últimas duas semanas.

O boletim semanal Infogripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou que em Pernambuco “há ao menos uma macrorregião estadual com tendência de curto e/ou longo prazo de aumento com sinal moderado (probabilidade > 75%) ou forte (probabilidade > 95%) de crescimento”.

Longo negou que haja uma segunda onda em Pernambuco e categorizou os aumentos como oscilações comuns. “Ressalto que as oscilações ainda não configuram uma segunda onda, mas merecem atenção e reforço na adoção dos cuidados por parte de todos. O Governo do Estado continuará monitorando os dados com transparência e não iremos nos furtar a tomar medidas mais rígidas caso os adoecimentos e casos graves apresentem uma tendencia clara e permanente de crescimento”, ressaltou.

Pernambuco

Paulo Câmara decreta novas restrições em 53 cidades de Pernambuco

Redação PortalPE10

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Após reunião do Comitê de Enfrentamento à Covid-19, neste sábado (15.05), o Governo de Pernambuco anunciou novas medidas restritivas para a 2ª Macrorregião de Saúde, que engloba a IV e V Geres, com sedes em Caruaru e Garanhuns, respectivamente. O novo decreto voltado para a região do Agreste, que será publicado na próxima segunda-feira (17.05), começa a valer a partir da próxima terça (18.05) e segue até o dia 31 de maio. 

Durante a semana, as atividades econômicas deverão ser encerradas às 18h. Nos finais de semana, apenas supermercados, feiras livres de produtos alimentícios, farmácias, padarias e postos de gasolina poderão abrir as portas. O Polo de Confecções deverá ficar fechado aos sábados, domingos e segundas. 

“Nos reunimos hoje com os secretários estaduais, após o encontro que tivemos com todos os prefeitos e prefeitas do Agreste, na tarde da última sexta-feira, e verificamos um aumento na velocidade do número de internações e de procura pelas instituições de saúde naquela região. Isso tem nos preocupado, pois todos nós sabemos que enquanto a vacinação não chegar a todos os pernambucanos, é necessário tomar medidas restritivas para diminuir a circulação do vírus. Precisamos cada vez mais trabalhar para salvar a vida dos pernambucanos”, afirmou Paulo Câmara. “Serão 14 dias com essas novas medidas e vamos observar, ao longo desse período, as próximas etapas necessárias”, acrescentou. 

De acordo com o secretário estadual de Saúde, André Longo, foi observado um comportamento da pandemia, no Agreste, diferente de outras partes do Estado. “O que nós detectamos, nessas últimas duas semanas, foi uma aceleração maior naquela região, destoando do restante do Estado, onde temos um platô ainda em níveis elevados. Os patamares de crescimento de demandas lá superaram os 44%, enquanto no resto do Estado ficou na casa dos 9%”, comparou. “É muito importante que seja feito um esforço por todos esses 53 municípios, reforçando o cuidado, com o uso correto da máscara, cobrindo a boca e o nariz, sempre que precisar sair de casa. O ideal é que as pessoas possam ficar em casa, além de manter o distanciamento social possível e sempre higienizar as mãos com água e sabão, ou utilizando o álcool em gel”, reforçou Longo. 

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Pernambuco

Prefeita de Caruaru pede que Governo estadual priorize vacinas contra covid-19 para cidades do Agreste

Redação PortalPE10

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A prefeitura de Caruaru, Raquel Lyra, anunciou na tarde desta sexta-feira (14), que encaminhou um ofício para o Governador de Pernambuco, Paulo Câmara, solicitando a priorização de vacinas contra covid-19 para as cidades do Agreste do estado.

De acordo com a gestora, Caruaru continua com leitos de covid-19 lotados. Nessa quinta-feira (13), o Governo estadual realizou uma coletiva informando sobre a situação crítica nessa região e anunciou a possibilidade de decretar novas medidas restritivas nos municípios que compõem a IV e V Regionais de Saúde, com sedes em Caruaru e Garanhuns.

Em um vídeo publicado nas redes sociais de Raquel Lyra, a prefeita afirma que as medidas são insuficientes diante da situação. “Medidas isoladas apenas em nossa região já nos mostraram que não são suficientes para avançarmos. O meio mais eficaz de combatermos o vírus é a vacina.”, disse a prefeita.

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Pernambuco

Nas últimas duas semanas, as solicitações de UTI no Agreste subiram 44%

Redação PortalPE10

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UTI para a COVID-19 do hospital Gilberto Novaes, em Manaus - AFP/Arquivos

UTI para a COVID-19 do hospital Gilberto Novaes, em Manaus – AFP/Arquivos

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta sexta-feira (14), 2.975 casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 165 (5,5%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 2.810 (94,5%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 437.783 casos confirmados da doença, sendo 42.320 graves e 395.463 leves, que estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.
Além disso, o boletim registra um total de 373.453 pacientes recuperados da doença. Destes, 24.722 eram pacientes graves, que necessitaram de internamento hospitalar, e 348.731 eram casos leves.
Também foram confirmados laboratorialmente 43 novos óbitos (23 femininos e 20 masculinos), ocorridos entre os dias 28/12/2020 e 13/05/2021. As novas mortes são de pessoas residentes dos municípios de Araçoiaba (1), Belém de São Francisco (1), Belo Jardim (1), Buíque (1), Camaragibe (4), Carpina (1), Caruaru (2), Condado (1), Dormentes (1), Garanhuns (2), Ibimirim (1), Itacuruba (1), Jaboatão dos Guararapes (1), Moreno (1), Passira (1), Petrolina (4), Recife (14), Salgueiro (1), Santa Cruz do Capibaribe (1), São Lourenço da Mata (2) e Tacaratu (1). Com isso, o Estado totaliza 14.841 mortes pela doença.
O governador Paulo Câmara coordenou, na tarde desta sexta-feira (14), reunião por videoconferência com o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota, e prefeitos do Agreste para compartilhar os últimos dados da pandemia na região. Nas últimas duas semanas, o número de solicitações de UTI subiram 44% nos municípios da 2ª Macrorregião de Saúde, que engloba a maior parte do Agreste.
“A aceleração da doença na 2ª Macrorregião tem nos preocupado. Casos e solicitações de leitos de UTI têm aumentado em um movimento diferente do restante do Estado. Conversamos com os prefeitos para deixá-los a par da situação e informar que o Gabinete de Enfrentamento está avaliando as medidas a serem tomadas, inclusive com a possibilidade de novas restrições”, detalhou Paulo Câmara na reunião, da qual participaram cerca de 90 gestores, entre prefeitos e secretários municipais de saúde.
O secretário de Saúde do Estado, André Longo, explicou que os índices de casos e solicitações de UTI são os primeiros a demonstrar oscilação quando há aceleração da doença. E que uma sequência de semanas de aumento só pode ser interrompida com um conjunto de ações. “Casos e demandas de UTI aparecem antes do aumento de óbitos. Estamos totalmente focados no detalhamento dos dados da 2ª Macro, para definir como vamos interromper essa nova aceleração”, pontuou.
André Longo frisou ainda que ações com efeitos a curto prazo são necessárias neste momento. “Um incremento da vacinação é o que todos queremos para o Estado inteiro, mas isso só traria efeitos mais de um mês adiante, porque os efeitos da imunização só são sentidos 15 dias depois de as pessoas tomarem a segunda dose da vacina. Estamos considerando ações mais imediatas”, concluiu o secretário.
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