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Pernambuco registra primeira morte de paciente com H1N1 este ano

Secretaria Estadual de Saúde informou que a vítima tinha comorbidade (existência de duas ou mais doenças)

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Pernambuco registrou a primeira morte por contaminação da gripe H1N1 este ano. A vítima foi um homem de 45 anos que foi diagnosticado, no dia 16 de abril, com Síndrome Respiratória Aguda Grave. Desde então, ele estava internado no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), mas morreu na última terça-feira (24). 

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou a morte, nesta sexta-feira (27), por meio de nota. A pasta também informou que a vítima tinha comorbidade (existência de duas ou mais doenças). Isto pode ter contribuído para o agravamento do quadro de gripe. 

O Laboratório Central de Pernambuco (Lacen), após coletar amostras para realizar análises, confirmou que o paciente havia contraído a gripe H1N1. Somente neste ano, Pernambuco aplicou 368 mil doses da vacina, que garante proteção contra três tipos de vírus Influenza (H1N1, H3N2 e B).

O órgão acrescenta que, junto à unidade de saúde e ao município de origem do paciente (Recife), por meio da secretaria municipal de Saúde, investiga o caso do homem, que tinha comorbidade (doença crônica), o que pode ter contribuído para o agravamento do quadro de gripe.

A influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém contaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto a boca, olhos e nariz. No ano passado, foram vacinados 2.345.477 pernambucanos (100,6% do público total de 2.329.874).

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Cotidiano

Consumo de bebidas alcoólicas cresce entre as mulheres

O corpo leva de 1 a 3 horas para metabolizar uma dose de álcool no organismo.

Redação PortalPE10

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(Foto: Fábio Alves / Unsplash)

O consumo de bebidas alcoólicas entre as mulheres tem se tornado cada vez mais frequente. Segundo dados levantados pela Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) revela que 17% das mulheres com mais de 18 anos de idade, consumiram bebidas alcoólicas uma vez ou mais por semana em 2019. O estudo foi realizado com base no estado de saúde, estilo de vida, saúde bucal e doenças crônicas destas pessoas.

Para Alfredo Almeida Pina Oliveira, especialista em práticas de promoção da saúde e coordenador do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Enfermagem da Universidade UNG, apesar do consumo do álcool ser muito comum, existem problemas que podem ser reduzidos ou evitados. Os riscos dependem de diversos fatores como a quantidade de álcool consumida, padrão de consumo, vulnerabilidade (genética, psicológica, social), presença de doenças prévias ou uso de medicamentos, outros hábitos de saúde, entre outros.

“Sabe-se que o consumo nocivo do álcool está fortemente relacionado com cerca de 200 tipos de doenças, lesões resultantes de violência e acidentes de trânsito e morte”, explica. Os principais problemas de saúde associados ao álcool são: transtornos por uso do álcool, suicídios, violência doméstica, lesões no trânsito, epilepsia, cirrose hepática, câncer (boca, esôfago, intestino, mama), pancreatite, tuberculose e hipertensão (pressão alta).

Algumas doenças são totalmente atribuíveis ao álcool, como por exemplo, a síndrome de dependência do álcool, enquanto outras têm uma grande parcela atribuível ao álcool, como é o caso da cirrose (em 48% de todos os casos de cirrose estima-se que a causa seja o consumo de álcool). No caso de lesões no trânsito, câncer de boca e pancreatite, mais de 25% dos casos são atribuíveis ao álcool.

“O consumo de álcool causa prejuízos não apenas à saúde de quem bebe, mas também de seus familiares. Problemas de relacionamento, violência, negligência, gastos e perda de patrimônio e da sociedade como um todo, acidentes de trânsito, prisão e redução da produtividade no trabalho”, disse o especialista.

O corpo leva de 1 a 3 horas para metabolizar uma dose de álcool, o tempo é maior em pessoas que apresentam uma menor quantidade de enzimas ou menor quantidade de água no organismo. Por exemplo, mulheres e indivíduos que apresentam alguns problemas de saúde ou fazem uso de determinados medicamentos.

O álcool é processado no organismo mais lentamente do que é absorvido, de modo que além da quantidade total de álcool é importante controlar a velocidade e a forma do consumo. O beber pesado episódico (BPE), também conhecido pelo seu termo em inglês como “bingedrinking”, corresponde à ingestão de quatro doses ou mais em pelo menos uma ocasião no último mês, pode aumentar o impacto negativo do álcool nos órgãos e sistemas.

* Da Assessoria de Imprensa

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Cotidiano

Trump diz que deixará Casa Branca se vitória de Biden for confirmada

Quando perguntado se deixaria a Casa Branca caso o Colégio Eleitoral confirme a vitória de Biden, Trump respondeu: “Certamente irei. E vocês sabem disso”.

Redação PortalPE10

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MANDEL NGAN / AFP

O presidente americano, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (26) que deixará a Casa Branca se Joe Biden for confirmado oficialmente como o vencedor das eleições, mas repetiu que pode nunca não admitir a derrota.

Trump liderou uma empreitada sem precedentes ao contestar os resultados da eleição de 3 de novembro, espalhando teorias insanas sobre cédulas roubadas e lançando contestações legais sem fundamento que foram rejeitadas por tribunais de todo o país.

Ao responder às primeiras perguntas de jornalistas desde a eleição, o presidente chegou mais perto de aceitar que teria apenas um mandato antes da posse de Biden, em 20 de janeiro.

Quando perguntado se deixaria a Casa Branca caso o Colégio Eleitoral confirme a vitória de Biden, Trump respondeu: “Certamente irei. E vocês sabem disso”.

Mas, “se o fizerem, terão cometido um erro”, afirmou, acrescentando que “será uma coisa muito difícil de admitir”.

“Esta foi uma grande fraude”, declarou Trump sobre o resultado da eleição, novamente sem fornecer qualquer evidência.

Durante a coletiva de imprensa nesta quinta, feriado de Ação de Graças, ele comparou a infraestrutura de votação dos EUA à “de um país do terceiro mundo”.

O presidente eleito Biden disse na quarta-feira que os americanos “não aceitarão” tentativas de sabotar o resultado da eleição.

*Com informações AFP

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Morre Diego Maradona após parada cardiorrespiratória, diz jornal

Maior jogador da história do futebol argentino sofreu uma parada cardiorrespiratória em sua casa em Tigre, segundo o jornal argentino ‘Clarín’.

Redação PortalPE10

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Maradona com sua companheira, Rocio Oliva, durante jogo da Copa Davis — Foto: Darko Bandic/AP

Maior jogador da história do futebol argentino, Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira (25) aos 60 anos.

Maradona sofreu uma parada cardiorrespiratória em sua casa em Tigre, segundo o jornal argentino “Clarín”.

*Com informações G1

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