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Cotidiano

PF prende seis pessoas e apreende sete quilos de crack em PE

Além do material, a polícia apreendeu dois revólveres, munições, além de dinheiro

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A Polícia Federal realizou a apreensão de mais de sete quilos de crack e prendeu seis pessoas suspeitas de tráfico de drogas na última sexta-feira (9), no bairro de Pau Amarelo, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. Segundo a polícia, com a apreensão da droga, foi evitado que 30 mil pedras de crack fossem comercializadas.

Foram presos Ricardo Pereira Rego, de 36 anos, Wycttor Marques Dourado, de 24 anos, Jefferson de Sousa Matos, de 31 anos, Rafael Jeronimo da Silva, de 24 anos, Danylo Machado Milha, de 25 anos, e Wilson Evangelista da Silva, de 39 anos. Jefferson já foi preso por roubo com emprego de arma de fogo e havia sido condenado há oito anos e oito meses em regime fechado. Ele estava em liberdade condicional desde o final de 2013. Wilson respondeu processo em 2010 por denunciação caluniosa.

As prisões aconteceram por conta de investigações realizadas pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). Segundo a polícia, Ricardo seria um dos principais traficantes em atuação no município de Paulista. Na casa onde os homens foram presos, foram apreendidos sete tabletes de crack, que totalizou pouco mais de sete quilos, dois revólveres calibre 38 com 29 munições de diversos calibres, três motos, um carro, além de 100 gramas de cocaína, e cerca de R$ 35 mil.

Todos os homens receberam voz de prisão em flagrante e levados para a Superintendência da Polícia Federal. Ele foram autuados por tráfico e associação, bem como porte ilegal de arma de fogo de uso permitido (artigo 33 e 35 da Lei 11.343/06 e Artigo 14 da Lei 10.826/03). Caso sejam condenados, poderão pegar penas que variam de cinco a 29 anos de reclusão. Após as praxes processuais, foram submetidos a exame de corpo de delito no IML e em seguida encaminhados para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, onde ficarão à disposição da Justiça.(FolhaPE)


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Cotidiano

Rede Globo cogita Ivete Sangalo para substituir Fausto Silva

Apresentador vai deixar a emissora até o final deste ano.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

Após o anúncio da saída de Fausto Silva da Rede Globo, de pois de 32 anos no ar, muitos nomes começaram a ser cotados para substituir o apresentador. De todos os nomes cogitados, o favorito seria o da cantora Ivete Sangalo. As informações são do colunista Fefito, do UOL.

A baiana já possui experiência no comando de atrações televisivas, como o programa Estação Globo. Ivete também foi jurada do The Voice Brasil.

Os outros nomes cogitados pela direção global são Xuxa Meneghel, Eliana e Marcos Mion. Nenhuma decisão foi tomada por enquanto porque a grade de programas da emissora para 2022 ainda não foi fechada.

Uma outra hipótese é que atrações jornalísticas e esportivas ganhem mais espaço aos domingos, tendo outros nomes para assumir a programação dominical.

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Brasil

Brasil está entre os 20 países que mais vacinaram contra a Covid

País já vacinou mais de 700 mil pessoas.

Redação PortalPE10

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(Foto: Aluísio Moreira/SEI)

Apesar da pandemia de Covid-19 forte, o Brasil segue avançando no combate à doença. E até esta terça-feira (26), o país já vacinou mais de 800 mil pessoas contra a doença, o que coloca o Brasil entre os 20 países do mundo que mais imunizaram sua população.

De acordo com dados divulgados pela Universidade de Oxford, o Brasil se encontra em 16º lugar na lista.

Até o momento, o Brasil já vacinou cerca de 0,33% da população. A vacinação no país começou no dia 18.

*Com informações Pleno.News

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Brasil

São Paulo confirma três casos de variante da Covid vinda do Amazonas

Nova cepa do vírus surgiu em Manaus em dezembro e vem se disseminando rapidamente pela capital amazonense.

Redação PortalPE10

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Com 48 horas de infecção, células começam a apresentar prolongamento que pode contribuir com o avanço da Covid; em azul, as partículas virais — Foto: LMMV/IOC/Fiocruz, LVRS/IOC/Fiocruz e Nulam/Inmetro

A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo confirmou, na terça-feira (26), três casos importados de Covid-19 no Estado causados pela nova variante brasileira do coronavírus, identificada pela primeira vez no Amazonas e que vem sendo apontada como uma das razões para a explosão de casos da doença em Manaus.

Esses são os primeiros registros da nova variante fora do Amazonas. De acordo com a secretaria, a confirmação foi feita por meio de sequenciamento genético feito no Laboratório Estratégico do Instituto Adolfo Lutz, que é referência nacional e vinculado à pasta estadual.

– O vírus foi sequenciado a partir de amostras com resultados positivos de exames processados pelo Centro de Virologia de três pessoas que tiveram Covid-19 e passaram por atendimento em serviços da rede pública de saúde em São Paulo, com histórico de viagem ou residência em Manaus – disse a pasta, em nota.

Segundo estudos feitos por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e Fiocruz Amazonas, a cepa teria surgido em Manaus em dezembro e vem se disseminando com rapidez na capital amazonense. A variante, chamada de P.1, tem mutações importantes na proteína spike, responsável por permitir a entrada do patógeno nas células humanas.

A P.1 é derivada de uma das variantes predominantes no país, a B 1.1.28. É provável que ela tenha maior poder de transmissão por causa da mutação N501Y, presente também nas variantes identificadas no Reino Unido e na África do Sul.

– Essas mutações poderiam estar associadas a um maior potencial de transmissão, apesar de ainda não haver comprovação científica de que esta variante seja mais virulenta ou transmissível em comparação a outras previamente identificadas – informou a secretaria.

Outra mutação que causa preocupação é a E484K, já associada em estudos a um potencial de escapar de anticorpos, o que pode favorecer reinfecções e até afetar a eficácia de vacinas. Novas pesquisas estão sendo feitas para determinar se a variante brasileira e as demais são mais contagiosas, letais ou se afetariam o desempenho dos imunizantes.

Os sequenciamentos realizados pelo Lutz foram depositados no banco de dados online e mundial Gisaid (Iniciativa Global de Compartilhamento de Todos os Dados sobre Influenza). De acordo com a secretaria, eles têm alta qualidade e confiabilidade, correspondendo a 99,9% do genoma do vírus.

*Com informações Estadão.

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