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Planeta dos Macacos: A Guerra mostra símios mais humanos; veja o trailer

Terceiro filme da nova franquia estreia nesta quinta-feira (3/8).

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Em seus mais de 120 anos de história, o cinema criou personagens magníficos – humanos, animais e até robôs –, que os espectadores carregam em seus olhos e corações por toda a vida, como Carlitos, King Kong, Scarlett O’Hara, Tarzan, Hall, R2D2, Dr. Spock e muitos outros. Quem acaba de entrar nesta galeria, sem nenhuma dúvida, é o macaco César, o incrível personagem criado pelo ator inglês Andy Serkis nos três filmes da nova franquia Planeta dos Macacos, o pesadelo distópico idealizado pelo escritor francês Pierre Boule, no romance que ele escreveu em 1963.

Em Planeta dos Macacos: A Origem, o primeiro filme da nova série, realizado em 2011, os olhos dos macacos impressionavam de tal maneira que pareciam devorar a alma dos espectadores, como se viessem cobrar uma dívida ancestral. Desse filme até Planeta dos Macacos: O Confronto, de 2014, César cresceu como líder entre sua raça, embora uma divisão interior, senão uma dívida com seus criadores, o deixasse num permanente desconforto perante os macacos, que sofreram horrores nas mãos dos humanos.

Um dos principais méritos da nova franquia é a perfeita integração entre suas partes. Até agora, os três capítulos se mostraram homogêneos, com Planeta do Macacos: A Guerra chegando ao ápice de uma ideia que funde drama e ação sob uma camada pesada, mas imperceptível, de milhares de efeitos especiais. Da captura de movimentos dos atores – que ganham roupagem digital como símios –, às batalhas nas selvas, tudo converge para o naturalismo.

Mas essa técnica, que se transformou em poeira jogada nos olhos do público infantojuvenil, funciona de outra maneira nas mãos de Matt Reeves. Autor do roteiro – o mais complexo dos três filmes –, o diretor de Cloverfield: Monstro demonstra uma habilidade incrível no andamento de Planeta dos Macacos: A Guerra, além de um completo entendimento emocional dos seus personagens. César, especialmente, que mais uma vez sofre perdas tremendas, ao ponto de se transformar num animal sanguinário.

Na trama, ele lidera um pequeno grupo em retirada. Fogem dos humanos, vítimas de vírus mutante. Numa noite, são atacados por um regimento liderado por um militar conhecido como O Coronel (Woody Harrelson, em seu melhor papel em anos). O saldo é terrível para ele: a mulher é assassinada e seu filho mais novo, Cornelius (Devyn Dalton), é raptado.

DUPLA JORNADA

Como o filme tem um sentido de dupla jornada – tanto no plano geográfico, como no humano –, César e seus companheiros vão encontrar personagens que vão ajudá-lo em sua humanização, ou melhor, em sua compreensão da compaixão, um atributo que ele, enquanto animal, talvez não tivesse. Mas, ao contrário, é esse saber para além da vingança que pontua o seu caminho. Um menina perdida, que já não tem a capacidade de falar e pensar – devido a mutação do vírus, os humanos estão em processo regressivo –, surge para mostrar a Cesar, através da sabedoria de Maurice (Karin Konoval), o macaco que ajuda a manter o grupo unido, que os seres humanos já não são mais o inimigo.

Até mesmo O Coronel, uma figura louca e carismática, decalcada do Coronel Kurtz, do livro O Coração das Trevas (o personagem de Marlon Brando em Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola), não se confirma mais com um antagonista. Mesmo com o sangue fervendo ao ver o homem que matou sua mulher, César supera o ódio ao perceber qual o destino daquele humano que, em algum momento, seria morto (afinal, para os macacos, “humano bom é humano morto”).

Permeado por diálogos críveis e cenas de ação vertiginosas, Planeta dos Macacos: A Guerra é espetáculo cinematográfico que Hollywood anda com dificuldade em realizar. Ao contrário de tantos filmes descartáveis, esse consegue ficar na memória e alimentar discussões. Não deixa de ser um filme de verão, mas sua qualidade e dose de humanidade não são deixadas de lado para conquistar o público a qualquer custo.

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Sean Connery, ícone do cinema e 1º James Bond, morre aos 90 anos

Segundo a BBC, a informação foi confirmada pela família do ator. Em quase 60 anos de carreira, Connery atuou em mais de 90 papéis e venceu mais de 30 prêmios.

Marcelo Passos

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O ator escocês Sean Connery, ícone do cinema e primeiro a interpretar o espião James Bond, morreu aos 90 anos nesta madrugada, segundo a BBC divulgou neste sábado (31). Segundo a família do ator, ele morreu durante o sono, nas Bahamas.

Relembre a carreira de Sean Connery no cinema; veja FOTOS
Com 94 papéis ao longo de mais de 50 anos de carreira, atuou em seis filmes do “007” nas décadas de 1960, 1970 e 1980 e foi apontado em inúmeras enquetes como o melhor James Bond do cinema.

Connery também atuou no drama “Os intocáveis”, de Brian de Palma, pelo qual venceu o Oscar em 1988 na categoria de melhor ator coadjuvante.

O ícone do cinema venceu o Globo de Ouro por três vezes, o Bafta por duas vezes e acumulou mais de 30 prêmios durante a carreira. Em 2000, recebeu o título de cavaleiro da Ordem Britânica da Rainha Elizabeth II.

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Padre Fábio de Melo defende união civil entre homossexuais: ‘É uma questão de justiça’

A fala diz respeito a união civil, reconhecida por lei, não no casamento religioso. No dia, Francisco ainda reforçou: “O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados”.

PortalPE10 com informações G1

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O padre Fábio de Melo se posicionou a favor da declaração do Papa Francisco sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo em uma live no Instagram nesta quinta-feira (29).

“Não cabe a mim como padre, como religioso ficar impondo ao outro uma regra que não me diz respeito. É uma questão de justiça”, declarou.

Fábio de Melo participava de uma live com o empresário Marcus Montenegro na noite de quinta-feira (29) e falava sobre arte, o isolamento social e a relação da igreja com minorias. Durante a transmissão, o empresário questionou qual a posição dele sobre a declaração do Papa defendendo a união civil entre homossexuais.

Papa Francisco se posicionou sobre o assunto no dia 21 de outubro, quando deu uma declaração. “As pessoas homossexuais têm direito de estar em uma família. Elas são filhas de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deverá ser descartado ou ser infeliz por isso”.

A fala diz respeito a união civil, reconhecida por lei, não no casamento religioso. No dia, Francisco ainda reforçou: “O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados”.

Fábio de Melo endossou a posição do pontífice. Ao empresário, explicou que desde 2013 já havia se posicionado publicamente a favor de que a lei reconhecesse a união entre pessoas do mesmo sexo, para que tivessem seus direitos preservados. Disse ainda que à época, a posição teria desagradado uma ala conservadora da igreja.

“Eu fui execrado pela ala mais conservadora da igreja porque eu fiz justamente essa distinção. Nós precisamos saber distinguir o que é uma regra religiosa do que é uma regra civil. Porque somos religiosos nós não temos que impor às pessoas que não são as nossas regras ou impedi-las de terem os seus direitos civis garantidos”, disse.

O sacerdote ainda falou sobre o diálogo com o público transsexual e reforçou que é contra julgamentos. “Jesus queria saber quem era honesto com os sentimentos que tinha, com a vida que vivia. Não existia essa pergunta, de onde você veio? Qual a sua religião. Ou ‘Ah, não posso te ajudar porque você tem uma vida irregular.’ Não. eu não quero essa religiosidade”, disse.

 

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Após um mês de casamento, marido de Gretchen tatua imagem da cantora no braço

Nesta sexta (30), eles comemoram um mês de casamento.

PortalPE10 com informações UOL

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Gretchen, 61, revelou na noite desta quinta (29) que o marido, Esdras de Souza, 47, a surpreendeu ao tatuar uma imagem da cantora no braço. “Não sei nem explicar o que estou sentindo com essa homenagem. Sempre digo que você me surpreende a cada momento. Que sua beleza é única. E sua sensibilidade sem tamanho. Obrigada por esse carinho. Por essa declaração de amor tão linda”, escreveu ela no Instagram, ao lado de uma foto da tatuagem.

Nesta sexta (30), eles comemoram um mês de casamento. À revista Quem, a cantora disse que ficou muito surpresa. “Ninguém nunca disse que queria fazer uma tatuagem para mim, ainda mais com o meu rosto”.

Já Esdras explicou que tinha uma tatuagem no braço direito, e queria fazer uma do lado esquerdo. “Escolhi uma arte, que para mim é muito suprema. Estou realizando esse desejo. Estou fazendo o rosto e o corpo dela, de uma imagem que representa muito para mim”, afirmou ele à revista.

Gretchen conheceu Esdras em Belém, por intermédio de Fafá de Belém. Ela assistiu a uma apresentação do músico e o convidou para participar de um projeto dela, que mesclava saxofone e música eletrônica. A ex-dançarina ficou noiva em maio, justamente no dia em que completava 61 anos. Este é o 18º casamento de Gretchen.

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