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Brasil

Polícia investiga caso de menina de 10 anos grávida; suspeito é irmão

Segundo a delegada titular da Delegacia Especializada de Polícia (DEP), exames médicos indicaram que a menina está com aproximadamente 20 semanas de gestação.

Marcos Philipe Passos

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Delegacia em Manacapuru, no Amazonas Foto: Divulgação/Polícia Civil

Delegacia em Manacapuru, no Amazonas. – (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A avó de uma criança de 10 anos estranhou as alterações no corpo da neta e a levou para a delegacia, na noite da última sexta-feira, dia 9, suspeitando de uma gravidez. Segundo a delegada titular da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Manacapuru (AM), a 68 quilômetros de Manaus, Roberta Merly, exames médicos indicaram que a menina está com aproximadamente 20 semanas de gestação.

A Polícia Civil do Amazonas informou, em um comunicado emitido nesta quarta-feira, dia 11, que a criança recebeu atendimento de uma equipe multidisciplinar do Serviço de Atendimento às Vítimas de Violência Sexual (Savvis), quando relatou ter sido abusada pelo próprio irmão, de 17 anos.

Após o atendimento psicológico, a vítima e os familiares foram encaminhados ao Instituto da Mulher para acompanhamento especializado.

Segundo Roberta Merly, as investigações seguem para apurar se há outras pessoas envolvidas no crime. Caso seja comprovada a autoria através de exame de DNA, o suspeito responderá por ato infracional análogo ao crime de estupro de vulnerável e o procedimento será encaminhado à Justiça.

Em entrevista à emissora local “TV A Crítica”, Merly explicou que a interrupção da gravidez é amparada pela legislação brasileira neste caso, por tratar-se de um crime de estupro de vulnerável.

“Está previsto em lei em decorrência do abuso sexual. Ela foi vítima de estupro de vulnerável e ela é encaminhada para Manaus para realizar o procedimento”, afirmou a delegada.

*Com informações Extra

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Brasil

Trabalhador que se negar a tomar a vacina contra covid-19 poderá ser demitido por justa causa no Brasil

PortalPE10 com informações UOL

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O Brasil iniciou neste domingo (17) a vacinação contra a covid-19. Por enquanto, apenas profissionais de saúde serão imunizados, mas o plano nacional de vacinação prevê a aplicação de doses em todos os brasileiros, que desejarem, nos próximos meses.

Apesar de o governo federal ter dito que a vacina não será obrigatória, especialistas dizem que os trabalhadores que não forem imunizados poderão ser advertidos e até demitidos por justa causa. O mesmo pode ocorrer se o profissional se recusar a seguir os protocolos de segurança, como o uso de máscaras, por exemplo.

Especialistas destacam que as empresas precisam garantir um ambiente seguro aos seus trabalhadores e, por isso, podem incluir em seu PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) tanto o uso de máscaras quanto a vacinação obrigatória.

O advogado trabalhista Estacio Airton de Moraes, do escritório Faiock Advocacia, diz que o empregador não pode exigir a vacina, mas pode determinar que para trabalhar naquele ambiente o seu colaborador tenha que apresentar um comprovante de vacinação.

“Se o trabalhador não vacinado insistir em ir ao local de trabalho, ele pode ser alvo das punições previstas em lei, desde advertência, suspensão e demissão por justa causa”, diz Moraes.

“O próprio STF já decidiu que a vacina pode ser obrigatória, mas não compulsória. Significa dizer que ninguém pode ser vacinado à força, mas a pessoa pode ser privada de entrar em algum lugar ou ter algum benefício, por exemplo, sem a vacina”, diz a advogada trabalhista Gislaine Santos, do escritório VAS Advogados.

“O STF deu autonomia aos governos estaduais decidirem sobre a obrigatoriedade. Se o Estado definir que é obrigatório, a empresa pode exigir a vacina e quem se recusar pode ser demitido até por justa causa”, explica a advogada trabalhista Vivian De Camilis, do escritório Innocenti Advogados.

Os especialistas destacam que em caso de demissão por conta da não comprovação da vacina, dificilmente o trabalhador conseguirá reverter a demissão na Justiça do Trabalho.

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Brasil

Após novas falhas do governo Bolsonaro, governadores se articulam para ter vacina por conta própria

PortalPE10 com informações UOL

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Pazuello

As sucessivas falhas do governo Jair Bolsonaro no planejamento nacional de vacinação contra o coronavírus fizeram governadores retomar articulações para buscar saídas que não dependam do governo federal. Querem saber por escrito de Eduardo Pazuello (Saúde) qual é o teto de vacinas que pretende comprar, dando liberdade para que possam correr por fora. Nos bastidores, governadores negociam diretamente com laboratórios, mas não conseguem concretizar as aquisições.

No ano passado, a postura negacionista do governo já tinha levado estados a buscar alternativas. Em outubro, no entanto, Pazuello apareceu e deu declaração assertiva de que o ministério compraria todas as vacinas que fossem aprovadas pela Anvisa, o que deu certa tranquilidade aos gestores.

O fracasso do voo para a Índia, as promessas em vão e os problemas diplomáticos com a China tiraram de novo as esperanças.

Nos bastidores, governadores relatam que têm tentado fazer as compras, mas os fornecedores estão cobrando valores muito altos ou querendo vender em quantidades muito grandes, inviabilizando as aquisições, por ora.

A ideia de ter por escrito o número máximo de vacinas que o governo pretende comprar é para os estados terem um documento para convencer as fornecedoras a fazerem vendas individuais.

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Brasil

Médico de 28 anos morto por Covid ficou quase um mês internado; ‘Lutou até o final’, diz irmã

PortalPE10 com informações G1

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Médico de 28 anos morreu após complicações de Covid-19 — Foto: Reprodução/Facebook

Médico de 28 anos morreu após complicações de Covid-19 — Foto: Reprodução/Facebook

O médico Gillian Vitor Reis, que morreu aos 28 anos por Covid-19 em São José do Rio Preto (SP), ficou internado por quase um mês em um hospital da cidade até não resistir às complicações que a doença causou nos pulmões, segundo afirmou a irmã Giovana Reis.

Segundo a jovem, ele deixou de ter melhoras após ter pneumonia e precisou ser entubado.

“Teve pneumonia e, de lá para cá, não teve melhora. Ele lutou até o final para não precisar ir para a UTI e ser entubado, pois sabia de todos os procedimentos que passaria. Mas não teve jeito, os pulmões não respondiam ao tratamento”, conta.
De acordo com a irmã, Gillian se formou em 2018 e trabalhou na região noroeste paulista nas cidades de Auriflama, Pereira Barreto Murutinga do Sul e Sud Mennucci. Em outubro de 2019, ele passou a morar em Salvador (BA), onde trabalhava na UTI para pacientes com Covid.

“Desde o começo da pandemia ele trabalhava na UTI da Covid. No começo, acho que todos ficaram com medo do desconhecido, mas ele sempre dizia que, se ele como médico não enfrentasse, quem iria?”, afirma.

A irmã conta que em 13 de dezembro o médico foi se encontrar com a família em Bandeirantes d’Oeste, distrito de Sud Mennucci. Cinco dias depois, em 18 de dezembro, ele fez uma tomografia após sentir falta de ar e constatou que os pulmões estavam comprometidos. Em seguida, já foi internado.

“Foi um susto. Aliás, está sendo. Ele era muito querido por todos. O apelido dele era ‘doutor anjo’. Recebi muitas mensagens e orações de pessoas que nunca vi na vida e de outros lugares durante os 25 dias internado até o falecimento dele.”

 

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