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Cotidiano

Projeto Adam, da Microsoft, promete reconhecer e classificar objetos com precisão

Projeto Adam

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 Você vê um pássaro passeando pelo seu jardim, mas não sabe a qual espécie ele pertence. O que você faz? Tira o smartphone do bolso, aponta a câmera do dispositivo para o animal e aguarda a resposta, simples assim. Ok, parece bom demais para ser verdade, mas a Microsoft Research está trabalhando em um projeto de inteligência artificial chamado Adam que pode tornar funcionalidades como esta reais.

Buscas baseadas em fotos não são novidade. O próprio Google já suporta este tipo de pesquisa há tempos (vá ao Google Imagens e clique no ícone da câmera no campo de busca para testá-la, se você nunca o fez). Só que nenhum dos sistemas atuais é desenvolvido o suficiente para ser utilizado em larga escala. Com o Project Adam, a Microsoft tenta avançar um passo gigantesco em relação às técnicas de reconhecimento de imagens atuais.

A ideia não é apenas identificar objetos, ambientes e afins, mas também classificar e contextualizar as informações capturadas. Em outras palavras, não basta reconhecer um cachorro em uma foto, é importante que se saiba a qual raça o animal pertence; de igual forma, não é suficiente informar que há uma escultura na imagem, mas quem é o seu autor e qual o nome da obra. A Microsoft explica que este tipo de tecnologia poderá ter uma série de utilidades.

Quando o usuário tirar a foto de um prato, por exemplo, o sistema será capaz de identificar cada alimento presente e estimar a quantidade de calorias existente ali ou informar as suas propriedades nutricionais. Sem fazer muito esforço, nós mesmos já podemos encontrar outras aplicações: se você estiver na frente de um cinema, pode apontar o smartphone para o cartaz de um filme para saber se vale a pena assistí-lo, por exemplo. Sendo este um projeto de inteligência artificial, você já deve ser sacado o “segredo”: o Adam utiliza um sistema de redes neurais para aprender a reconhecer padrões com o passar do tempo, tal como o faz o cérebro humano.

Mais precisamente, o Project Adam utiliza uma técnica algorítmica chamada “Deep Learning” (Aprendizagem Profunda) que analisa em níveis uma série de dados para aprender a distinguir padrões. A Microsoft entende que o sucesso do projeto depende não só da sua precisão na identificação de imagens, como também do tempo de resposta e de sua escalabilidade. É um tanto quanto óbvio: se o Adam for uma futura função do Windows Phone, por exemplo, é necessário apresentar resultados de maneira rápida ao usuário e suportar uma grande quantidade de consultas simultâneas.

Para tanto, além de apostar em uma estrutura baseada nas nuvens, a Microsoft está implementando uma técnica assíncrona de análise de imagens. Isso significa que o sistema será capaz de dividir a carga de processamento em vários blocos e fazer com que cada parte seja executada de maneira independente da outra. Graças a isso, o Project Adam conseguirá ser até 50 vezes mais rápido que sistemas de reconhecimento de imagem atuais e apresentar resultados duas vezes mais precisos, segundo os pesquisadores envolvidos com a iniciativa.

Na primeira fase, a Microsoft Research está preocupada justamente em fazer com que o Project Adam seja eficiente no reconhecimento. Para ser treinado, o sistema conta com uma base inicial de 14 milhões de imagens divididas em 22 mil categorias. Na etapa seguinte, a empresa pretende aperfeiçoar a contextualização. Assim, o Adam poderá responder a perguntas relacionadas a uma foto, por exemplo. Sim, isso significa que, dependendo de seu sucesso, o Adam poderá até ser incorporado à assistente de voz Cortana.

Só não sabemos quando: a própria Microsoft reconhece que a iniciativa está em fase bastante embrionária. 

 

 

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Brasil

Brinquedo trava e deixa pessoas de cabeça para baixo a 18m de altura

Os usuários ficaram presos, nessa posição, por quase 10 minutos, até que o brinquedo voltasse a funcionar.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução)

Uma falha em um brinquedo de parque de diversões na Praia Grande, litoral de São Paulo, fez com que diversas pessoas ficassem presas de cabeça para baixo por quase 10 minutos. Segundo oYupie! Park, responsável pelo brinquedo, uma oscilação de energia foi a causa do problema.

O brinquedo, que se chama Kamikaze, eleva os usuários a uma altura de até 18 metros de altura, realizando diversos giros. Durante um dos passeios na noite de segunda-feira (25/1), a pane fez com que a atração parasse justamente quando parte as pessoas estavam em um dos pontos mais altos da oscilação, de cabeça para baixo.

Os usuários ficaram presos, nessa posição, por quase 10 minutos, até que o brinquedo voltasse a funcionar. Bombeiros que estavam de prontidão, então, ajudaram as pessoas a sair do equipamento. Ninguém se machucou.

*Com informações Correio Braziliense

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Brasil

Facebook terá que indenizar usuária brasileira que teve conta hackeada

Em sua defesa, o Facebook afirmou que a criação e o cuidado com a senha são de responsabilidade do usuário, e que não houve falha na prestação do serviço, não existindo dano a ser indenizado.

Redação PortalPE10

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(Foto: Tecnologia PT)

O Facebook Brasil foi condenado a indenizar uma usuária que teve sua conta no Instagram — rede social que pertence à empresa — invadida por hackers. A juíza do 6º Juizado Especial Cível de Brasília, responsável pelo processo, entendeu que houve falha na prestação do serviço, caracterizada pela exposição dos dados pessoais.

Segundo a vítima, o perfil havia sido criado em 2015 para divulgar os produtos que comercializa. Em agosto do ano passado, porém, a conta foi invadida por terceiros, que alteraram a foto, apagaram as postagens e impediram o acesso da antiga dona, que entrou em contato com a plataforma. Como resposta, a conta foi excluída, mas a usuária afirma ainda que, após o incidente, vários clientes cancelaram as encomendas, uma vez que acreditaram que se tratava de um perfil clandestino. Ela deu início, então, ao trâmite judicial, pedindo que a empresa fosse condenada a reativar o conteúdo integral do perfil, além do pagamento dos danos sofridos.

Em sua defesa, o Facebook afirmou que a criação e o cuidado com a senha são de responsabilidade do usuário, e que não houve falha na prestação do serviço, não existindo dano a ser indenizado.

A juíza responsável pelo caso, no entanto, destacou que houve negligência da empresa com a segurança das informações dos seus consumidores. “O sofrimento e angústia decorrente da usurpação de sua conta na rede social por terceiros, prejudicando seu meio de sustento e divulgação publicitária de sua empresa é evidente, sendo passível de violação dos direitos da personalidade, revelando-se suficientes para imputar à requerida o dever de indenizar o dano moral causado”, concluiu.

O Facebook foi condenado a pagar à autora a quantia de R$ 3 mil por danos morais. Além disso, foi determinado também o restabelecimento da conta hackeada nas mesmas condições em que se encontrava antes da invasão. A empresa ainda pode recorrer à sentença.

*Com informações Correio Braziliense

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Cotidiano

Para virar ‘alienígena’, francês faz cirurgia para remover parte do lábio superior

Nessa segunda-feira, 25, o francês novamente se tornou assunto, ao compartilhar um “meme” com suas versões de perfil em quatro redes sociais diferentes.

Redação PortalPE10

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(Foto: Reprodução/Instagram)

Em sua busca incessante por se tornar uma criatura de “outro mundo”, um francês viralizou nas redes sociais, recentemente, ao realizar um procedimento cirúrgico para a remoção de parte do lábio superior. Em seu perfil do Instagram, Anthony Loffredo conta que seu objetivo é se tornar o que ele classificou como “alienígena preto”.

Esta, aliás, não é a primeira cirurgia de transformação corporal que o rapaz realizou. Ao longo dos anos, Loffredo já removeu as orelhas e a ponta do nariz através de procedimentos estéticos, compartilhando todos os resultados com seus seguidores.

Nessa segunda-feira, 25, o francês novamente se tornou assunto, ao compartilhar um “meme” com suas versões de perfil em quatro redes sociais diferentes.

(Foto: Reprodução/Instagram)

Segundo o tabloide britânico “Daily Star”, o rapaz de 32 anos ressaltou que ainda não está satisfeito com as modificações. Em uma conversa em vídeo com o portal, ele disse que seu próximo projeto é substituir a pele por metal.

*Com informações GMC Online.

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