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Política

PSB oficializa nome de Paulo Câmara para disputar governo de Pernambuco

Presente ao encontro, Eduardo Campos alfinetou o governo Dilma.

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Candidato ao Governo de Pernambuco, Paulo Câmara, discursa na convenção do PSB. (Foto: Katherine Coutinho / G1)

O PSB confirmou, em convenção realizada neste domingo (15), o nome de Paulo Câmara para concorrer ao governo de Pernambuco nas eleições de outubro. Na chapa, o candidato a vice será Raul Henry (PMDB), enquanto o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB) postula o cargo de senador pela Frente Popular.

A Frente Popular no estado conta com o apoio de 21 partidos: PSB, PMDB, PSD, PCdoB, DEM, SDD, PDT, PR, PTC, PTN, PPL, PV, PPS, PHS, PSL, PTdoB, PRP, PSDB, PMN, PSDC e PROS. A convenção oficializou ainda a candidatura de 96 deputados estaduais e 48 deputados federais, além de um número ainda não computado de candidatos cuja documentação foi entregue neste domingo (15), segundo a coordenação de campanha.

Paulo Câmara chegou pouco antes das 16h, acompanhado do pré-candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, da pré-candidata a vice-presidente, Marina Silva, além de Raul Henry e Fernando Bezerra Coelho.

Durante o discurso, o candidato do PSB ao governo de Pernambuco prometeu a continuidade das ações do atual governo e citou que aprendeu com o ex-governador Miguel Arraes que ‘a gente faz o que é possível e o povo nos ensina a fazer o impossível’. A jornalistas, Câmara apontou a educação e a saúde como pontos principais a serem abordados, caso seja eleito.

“Nós estamos fechando o programa de governo agora durante essa pré-campanha, que vai até o dia 5 de julho, mas já temos algumas diretrizes para complementar a rede saúde do nosso estado, com a construção de alguns hospitais e UPAs com mais exames, cirurgias. Temos também uma questão fundamental para o estado de Pernambuco, que é a melhoria da educação: fazermos com que a experiência exitosa da educação em tempo integral atinja todos os alunos da nossa rede estadual, como também a qualificação profissional de escolas técnicas

Último a discursar, Campos voltou a tecer críticas ao governo Dilma Rousseff (PT) e a afirmar que “é a primeira vez na redemocratização brasileira que o país vai ser entregue a um sucessor pior do que foi recebido”. “Hoje já não possuo cargo nenhum, mas com a graça de Deus exerci esses cargos e soube honrá-los. […] É com esse respeito que eu afirmei que não fico mais em um projeto comandado por um bocado de raposa que já roubou o que tinha que roubar, que já tomou o que tinha que tomar, que não vai dar ao Brasil nada de novo”, apontou, durante o discurso.

Campos ainda pediu que haja respeito durante a campanha e apontou que alguns adversários vêm tentando mudar o foco do debate, saindo da política.”Vamos respeitar os nossos adversários. Vocês vejam, desde o começo do ano que eles cutucam de um lado, cutucam do outro, chutam acolá, estão feito ‘menino buchudo’ querendo chamar a atenção. A gente não vai entrar nessa, nós vamos dialogar com o povo”, garantiu.

A homologação dos candidatos foi feita em convenção estadual com a presença de mais de 10 mil delegados e militantes no salão do Clube Português, no bairro do Derby, região central do Recife. Nas faixas e cartazes espalhados pelo local, era possível ver o rosto de Paulo Câmara com o pré-candidato do PSB à presidência da República, Eduardo Campos, e a pré-candidata a vice, Marina Silva. O candidato ao Senado, Fernando Bezerra Coelho, também contou com faixas e cartazes. A decoração contou ainda com faixas com frases de Pelópidas Silveira, Fernando Lyra, Ariano Suassuna, entre outros.

O evento contou com apresentação de orquestras de frevo e maracatus. Participaram da convenção políticos locais como o atual governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB), o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), entre outros.

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Política

Eleitor que não votou no primeiro turno tem até quinta-feira para justificar voto

Justificativa para não votar deve ser feita pelo aplicativo e-Título. Para quem faltou no segundo turno, prazo vence em 28 de janeiro.

PortalPE10 com informações G1

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(Foto: Aldo V. Silva / Arquivo JCS)

(Foto: Aldo V. Silva / Arquivo JCS)

Os eleitores que não votaram no primeiro turno das Eleições 2020 têm até 14 de janeiro para justificar a ausência para a Justiça Eleitoral.

Neste ano, por conta da pandemia, a justificativa deve ser feita pelo aplicativo e-Título ou por meio do Sistema Justifica. No caso de ausência no segundo turno, o prazo expira em 28 de janeiro.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), caso o eleitor não tenha smartphone ou acesso à internet, o processo pode ser feito, excepcionalmente, em qualquer seção eleitoral.

É possível justificar ausência em qualquer local de votação do país no dia da eleição e em postos da Justiça Eleitoral até 60 dias após cada turno. Caso o eleitor esteja fora do país, o cidadão tem até 30 dias contados da data de retorno ao Brasil.

A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu. Assim, se ele deixou de votar no 1º e no 2º turno, terá que justificar a ausência em ambos, separadamente.

Prazos para justificativa

1º turno: 14 de janeiro.
2º turno: 28 de janeiro.
Download do e-Título
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Multa e consequências

O eleitor que não justificar a ausência dentro do prazo estipulado pelo TSE terá que pagar multa para regularizar a situação. A multa é de R$ 3,50 por turno.

Enquanto estiver em débito com a Justiça Eleitoral, ele não pode, por exemplo, tirar ou renovar passaporte, receber salário ou proventos de função em emprego público, prestar concurso público e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo – entre outras consequências.

Aquele eleitor que não votar por três eleições seguidas, não justificar nem quitar a multa devida terá sua inscrição cancelada. A regra não vale para eleitores que não são obrigados a votar, como analfabetos, maiores de 16 e menores de 18, e maiores de 70 anos.

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Entretenimento

Carlos Villagrán, o “Kiko” de Chaves, se candidata a governador no México

No próximo dia 6 de junho de 2021, o México realiza eleições que definiram uma série de cargos de nível federal e local.

Redação PortalPE10

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Carlos Villagrán (Foto: Reprodução)

O ator Carlos Villagrán, mais conhecido como o Kiko, do seriado Chaves, anunciou sua tentativa de entrar no mundo da política, tornando-se pré-candidato a governador e também à prefeitura em Querétaro, no México.

No próximo dia 6 de junho de 2021, o México realiza eleições que definiram uma série de cargos de nível federal e local, variando de quantidade de acordo com cada estado. O Partido Querétaro Independiente, ao qual Villagrán se filiou, deve decidir os candidatos finais até o próximo dia 8 de fevereiro.

“Depois de 50 anos fazendo as pessoas rirem, me encontro em outra plataforma, que me traz uma tremenda honra”, afirmou o ator durante coletiva de imprensa, segundo edição local da Forbes.

Em entrevista ao site ADN Informativo no último dia 8 de janeiro Connie Herrera Martínez, presidente do partido, comentou a candidatura de Kiko.

“Alguns tem lhe criticado muito por ser um ator, porém o homem é um extraordinário estudioso, comprometido, e sua profissão não implica que não tenha um conhecimento sólido a respeito das necessidades”, avaliou.

Recentemente, no último mês de abril, Carlos Villagrán chamou atenção por um discurso conspiracionista dado em entrevista à TV mexicana, em que chegou a alegar que “a covid-19 não existe”.

*Com informações Exame.

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Brasil

Ex-prefeita de Novo Lino é acusada de calote milionário em aposentados

Redação PortalPE10

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A Procuradoria-Geral de Justiça acatou a denúncia de um suposto calote milionário aos cofres do Fundo de Aposentados e Pensões da cidade de Novo Lino.

A denúncia foi publicada na manhã desta quarta-feira (06/01) no Diário Oficial do Ministério Público de Alagoas (MP-AL). De acordo com o documento, o dossiê encaminhado a PG está sendo analisado.

Trata-se de uma denúncia contra a ex-prefeita do município, Luciene Maria Ferreira (PSDB-AL), a Lucia de Vasco, que não realizava os repasses previdenciários mensalmente, como é exigido por lei.

Os levantamentos descritos na denúncia mostram que, apenas em 2017, o rombo aos cofres ocasionados pela falta do repasse dos valores chegou a R$ 771.966,92, e os números só cresceram desde então.

Em 2018, por exemplo, o valor chegou a R$ 865.963,09. e em 2019, R$ 278.827,03. Já no ano passado, o salto total do devedor chegou a R$ 977.570,62. O débito chega a mais de R$ 2,8 milhões.

Início da gestão:

A gestão de Lucia de Vasco teve início conturbado devido à oposição apresentar um documento pedindo que sua candidatura fosse inelegível apontando que ela (Lucia) seria analfabeta.

Na época, a prefeita eleita no município foi submetida a um teste de escolaridade, que mesmo com os resultados considerados “péssimos”, conseguiu comprovar que sabia ler e escrever.

Os resultados do exame fiz com que o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) optasse por manter seu mandato como prefeita da cidade de Novo Lino.

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