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Brasil

Queda de falésia em Pipa: mulher tentou proteger filho e faleceu abraçada a ele; cão da família também morreu

O acidente na falésia em Pipa, Rio Grande do Norte (RN), matou Stella Souza, seu marido, Hugo Pereira, 32, o filho do casal, um bebê de sete meses, e ainda o cachorro da família

PortalPE10 com informações G1

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Testemunhas relataram que Stella Souza, uma das três vítimas do desabamento de uma falésia em Pipa, Rio Grande do Norte (RN), morreu abraçada ao seu filho, um bebê de sete meses, após tenta-lo proteger do acidente, que aconteceu nesta terça-feira, 17. De acordo o portal de noticias G1, Stella, o marido, Hugo Pereira, 32, o filho do casal e o cachorro da família morreram soterrados.

Segundo relatos apurados pela reportagem, as vítimas estavam sentadas perto da falésia quando uma parte dela desabou em cima deles. Um morador da região que estava no momento contou ao G1 que Stella teve como instinto abraçar o filho para tentar protege-lo.

Após o acidente, moradores começaram a escavar a areia para resgatar as vítimas e encontraram Hugo primeiro, localizando em seguida Stella, que estava abraçada com o bebê. Devido à proteção da mãe, a criança foi a que menos se feriu e ainda respirava quando foi encontrada, mas mesmo com o atendimento de uma médica que estava no local e que tentou reanima-lo, o bebê não resistiu e veio a óbito.

Natural de Jundiaí, interior de São Paulo, Hugo morava há algum tempo em Pipa, uma das praias mais famosas do Rio Grande do Norte e distrito do município de Tibau do Sul, a cerca de 100 km de Natal. O homem trabalhava como gerente de recepção em um hotel e havia ido a praia para aproveitar o dia de folga com a família.

De acordo com a reportagem, a prefeitura da região foi procurada e afirmou que o local do desabamento recebe constantemente placas que sinalizam o perigo de desabamento. Além disso, um fiscal da prefeitura teria alertado o casal minutos antes do ocorrido.

Brasil

Assassino de creche em SC pode ter pena próxima dos 100 anos

Tempo de regime fechado máximo previsto na legislação brasileira é de 40 anos.

Redação PortalPE10

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Autor foi identificado como Fabiano Kipper Mai e tem 18 anos. (Foto: Reprodução)

O responsável pelo atentado na creche Pró-Infância Aquarela, em Saudades (SC), foi autuado por cinco homicídios triplamente qualificados, além de tentativa de assassinar uma sexta vítima, que se encontra hospitalizada. Utilizando duas armas brancas, Fabiano Kipper Mai invadiu a escola na terça-feira (4) e tirou a vida de três crianças de menos de dois anos de idade e de duas funcionárias.

De acordo com Alexandre Neuber, advogado consultado pelo portal ND+, a pena do rapaz pode variar muito e chegar até mesmo a 100 anos. Antes, porém, o criminoso deverá passar por exames de sanidade. Caso seja comprovada a presença de distúrbios mentais, ele pode ser classificado como inimputável, ou semi-inimputável, quando há uma reduzida capacidade de compreender o caráter de seus atos. As informações são do PlenoNews.

Se atestado que Fabiano tem condições de responder por seus crimes, ele pode ser sentenciado de 12 a 30 anos por cada uma das vítimas. O juiz pode ainda considerar que houve crime continuado e condená-lo a uma pena mais grave em um dos homicídios. Nesse caso, sua sentença seria aumentada em até metade da pena de um dos assassinatos.

Porém, é importante ressaltar que, de acordo com a legislação brasileira, o tempo de regime fechado máximo é de 40 anos. Após esse tempo, o preso deverá ser libertado.

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina decretou na tarde dessa quarta-feira (5) a prisão preventiva de Fabiano Kipper Mai. Ele se encontra intubado e sedado no Hospital Regional de Pinhalzinho, cidade que fica a 11km do local do ataque. Ele tentou matar a si mesmo, desferindo golpes contra o próprio pescoço, abdômen e tórax.

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Brasil

Operação policial deixa 25 mortos, provoca intenso tiroteio e tem fuga de bandidos no Rio de Janeiro

Policial civil e 24 suspeitos morreram; 2 passageiros foram baleados no metrô. Segundo a polícia, quadrilha investigada por assassinatos, roubos e sequestro de trens aliciou crianças e adolescentes.

PortalPE10 com informações G1

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Suspeito ferido durante operação no Jacarezinho, no Rio — (Foto: Betinho Casas Novas/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Uma operação da Polícia Civil do RJ contra o tráfico de drogas no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, deixou 25 pessoas mortas e provocou um intenso tiroteio no início da manhã desta quinta-feira (6).

Segundo a corporação, o policial civil André Frias, baleado na cabeça, e 24 suspeitos morreram na ação. Dois passageiros do metrô foram baleados dentro de um vagão da linha 2, na altura da estação Triagem, e sobreviveram. As informações são do G1.

Um morador foi atingido no pé, dentro de casa, e passa bem. Dois policiais civis também se feriram. Vídeos registraram o som de rajadas, e explosões de bombas foram registradas em diferentes pontos da favela.

Moradores contaram que não conseguiam sair de casa — como uma noiva de casamento marcado e uma grávida com cesariana agendada, ambas para esta manhã. Devido ao confronto, a Clínica da Família Anthidio Dias da Silveira precisou ser fechada.

Maior nº de mortes, apesar de restrição do STF

Segundo a plataforma digital Fogo Cruzado, que registra dados de violência armada desde julho de 2016, é o maior número de mortes durante uma operação da polícia em uma comunidade desde o início dos levantamentos.

Desde junho do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu operações em favelas durante a pandemia. A decisão permite ações apenas em “hipóteses absolutamente excepcionais”.

Para isso, os agentes precisam comunicar ao Ministério Público sobre o motivo da operação. O G1 perguntou à polícia e ao MP qual foi o motivo apresentado, mas ainda não obteve resposta.

Um advogado da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acompanha o caso.

Aliciamento de crianças e adolescentes

A Operação Exceptis investiga o aliciamento de crianças e adolescentes para ações criminosas, como assassinatos, roubos e até sequestros de trens da Supervia. A polícia afirma que o tráfico da região adota táticas de guerrilha, com armas pesadas e “soldados fardados”.

O Jacarezinho é considerado uma base do Comando Vermelho, a maior facção do tráfico de drogas em atividade no Rio. A comunidade é predominantemente plana, repleta de ruelas e cercada de barricadas instaladas pelo crime — o que dificulta o acesso de blindados, por exemplo.

O Globocop flagrou às 6h45 policiais avançando pelos trilhos da Supervia e do metrô — que cortam o Jacarezinho na superfície — e se abrigando em postes. Helicópteros da polícia, em apoio às equipes em terra, davam rasantes na comunidade.

Às 7h30, criminosos com fuzis foram vistos pulando de laje em laje, em fuga. Os homens passavam as armas de mão em mão pelos muros enquanto corriam pelos telhados das casas.

Durante a operação, não havia movimentação de moradores nas ruas e vielas do Jacarezinho.

A troca de tiros afetou a circulação da Linha 2 do metrô e dos ramais de Saracuruna e de Belford Roxo da Supervia — trens da Central não partiam para esses destinos.

Escutas identificaram 21 criminosos

Com a quebra dos dados telemáticos autorizada pela Justiça, foram identificados 21 integrantes do grupo criminoso, todos responsáveis por garantir o domínio territorial da região com utilização de armas de fogo.

A polícia identificou uma estrutura típica de guerra provida de centenas de “soldados” munidos com fuzis, pistolas, granadas, coletes balísticos, roupas camufladas e todo tipo de acessórios militares.

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Brasil

Jornalista é agredida e agarrada no pescoço após filmar briga generalizada entre times

Profissional de imprensa do ge é confrontada por homem com uniforme do Altos, que toma à força celular de repórter durante tumulto. Equipe registra boletim de ocorrência.

PortalPE10 com informações G1

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Jornalista sofre agressão de homem não identificado durante tumulto entre Altos e Fluminense-PI — (Foto: TV Clube)

A jornalista Emanuele Madeira, do ge, foi agredida por um homem que usava o uniforme do Altos, do Piauí, durante confusão generalizada do clube com o Fluminense-PI após partida da 9ª rodada do campeonato estadual.

Um bate-boca entre o técnico Wallace Lemos, do Flu-PI, e o presidente do Jacaré, Warton Lacerda, desencadeou uma batalha campal na porta dos vestiários do estádio Felipão, em Altos, a 40km de Teresina. Enquanto filmava a briga, a profissional da TV Clube, afiliada da Globo no estado, teve o celular arrancado à força e foi agredida no braço por uma pessoa que depois a agarrou pelo pescoço se recusando a devolver o material de trabalho da jornalista. As informações são do Globo Esporte.

Após se escoltada pela Polícia Militar, a jornalista do ge registrou boletim de ocorrências na Polícia Civil. O Altos negou que a pessoa flagrada usando camisa do clube faça parte do seu estafe. Ele se chama João Paulo dos Anjos. À Polícia Civil, a equipe de reportagem identificou o agressor apenas como “Joãozinho”, como ele é conhecido na cidade. O agressor não foi encontrado para comentar o episódio.

O vídeo gravado pela cronista mostra o bate-boca entre Wallace Lemos e Warton Lacerda, que são contidos por jogadores e funcionários dos dois times. O tumulto abre uma série de agressões físicas e verbais entre os envolvidos. Ao se afastar da aglomeração, a jornalista é confrontada por um homem com uniforme do Altos.

– Ei, ei, não tô sendo filmado aqui, não, moça – ameaça o funcionário.
– Nem toque – responde a jornalista.
– Pois é, pois não venha filmar ninguém aqui, não – diz o homem antes de tomar o celular da cronista.

Para recuperar o material de trabalho, Emanuele Madeira tentou tirar seu celular das mãos do homem, que agarrou a jornalista pelo pescoço. O agressor só entregou o aparelho quando percebeu estar sendo filmado pelo cinegrafista.

– Ele tomou o celular da minha mão, e eu fui para cima dele tentando recuperar. Ele tentou me impedir me afastando de lado. Por conta do cinegrafista ter chegado em cima, ele devolveu meu celular. A intenção dele era apagar o vídeo. Ainda tem a tentativa de obstruir o nosso trabalho – explicou a jornalista.

Altos nega envolvimento no episódio

Procurado após a confusão, o Altos negou ter envolvimento no caso de agressão à jornalista e informou que a pessoa filmada, embora esteja uniformizada, não é funcionária do clube. Warton Lacerda, presidente do Jacaré e um dos personagens do tumulto, informou que o homem “pode ser algum torcedor” que teve acesso ao gramado.

Por conta do protocolo de saúde adotado pela Federação de Futebol do Piauí e do decreto imposto pelo Governo do Piauí, não é permitida a entrada de torcedores em estádios de futebol durante a pandemia. Por conta das restrições, é permitida a entrada apenas de atletas, funcionários de clubes e federação, além da imprensa.

Jogo é ofuscado por tumulto

Dentro de campo, o Altos conquistou uma valiosa vitória no estadual. O time venceu o Fluminense-PI por 2 a 0 e assumiu a ponta da tabela. Os atacantes Klenisson e Betinho foram os autores do gol do jogo.

O Alviverde é o primeiro colocado com 19 pontos, um a mais que o Flu-PI. As duas equipes ocupam atualmente o G-2, a zona de classificação à final do Piauiense. Apenas os dois primeiros jogam a decisão. Restam três rodadas para o fim da primeira fase.

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