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SC e PR terão temporais neste fim de semana

As fortes chuvas que caem no Paraná desde o fim de semana passado já atingiram 580.780 moradores e deixaram 13 mortos.

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Foto: Agência Gazeta do Povo / Estadão  Com pelo menos 400 mil pessoas prejudicadas por enchentes e deslizamentos de terra no fim de semana passado, Santa Catarina voltou ao estado de alerta sobre a possibilidade de chuvas nos próximos dias. 

  A região do Planalto Norte ainda não se recuperou dos estragos: os municípios de Mafra e Canoinhas ainda estão alagados. Segundo a Defesa Civil Estadual, 42 cidades foram afetadas, 30 decretaram situação de emergência, duas estão em estado de calamidade pública, 50 milpessoas foram desalojadas, 6 mil desabrigadas, 28 ficaram feridas e duas morreram.

A previsão para este fim de semana é da chegada de uma nova frente fria vinda do Rio Grande do Sul. De acordo com o gerente de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil, Frederico Rudorff, a chuva poderá cair com maior intensidade na área entre os dois Estados. “Ao se aproximar de Santa Catarina, a frente fria perde força, o que não vai evitar chuva em várias regiões, mas com volume menor.”

As previsões do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina apontam para um maior volume no Planalto e Litoral Sul e Oeste e Meio-Oeste. “Em 24 horas espera-se que o acúmulo supere 100 mm, o equivalente ao esperado para 15 dias”, afirmou o meteorologista Marcelo Martins. 

As fortes chuvas que caem no Paraná desde o fim de semana passado já atingiram 580.780 moradores e deixaram 13 mortos. Até esta sexta, a expectativa era de que os prejuízos cheguem a R$ 1 bilhão. 

O levantamento da Defesa Civil aponta 4.448 pessoas desabrigadas e 32.374 ainda desalojadas. Foi decretado estado de emergência em mais 17 municípios e, com isso, subiu para 147 cidades o número de localidades nessa situação. 

Para o capitão Eduardo Gomes Pinheiro, que está à frente da prevenção de desastres no Estado, os problemas provocados pelas chuvas poderiam ser menores caso houvesse atitudes mais proativas em cada município. “Apesar das mudanças ocorridas na legislação, ainda não há essa preocupação das administrações com a prevenção de acidentes e desastres.”

Em União da Vitória, onde estão 12 mil desalojados, a Prefeitura decretou toque de recolher às 20 horas, por causa da série de roubos a residências.

Fonte: Agência Gazeta do Povo / Estadão 

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Enem será reaplicado no Amazonas em fevereiro, decide Justiça

Um decreto do governo estadual já havia suspendido a prova nos dias 17 e 24 de janeiro por causa do avanço na pandemia de coronavírus.

Redação PortalPE10

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(Foto: Shutterstock)

Decisão da Justiça federal do Amazonas desta sexta-feira (15) autorizou o Inep (Instituto nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) a reaplicar o Enem no estado nos dias 23 e 24 de fevereiro. Após recurso do governo federal, o Tribunal Regional da 1ª Região manteve a suspensão das provas no estado nas datas oficiais, dias 17 e 24 de janeiro, mas autorizou a reaplicação no próximo mês.

Na primeira decisão, o exame só poderia ocorrer após o término do estado de calamidade pública. O Inep argumentou à Justiça que, sem a definição de uma data, não poderia organizar a reaplicação em tempo hábil.

Um decreto do governo estadual já havia suspendido a prova nos dias 17 e 24 de janeiro por causa do avanço na pandemia de coronavírus.

A Prefeitura de Manaus já havia informado que não cederia as escolas para a aplicação do exame. A situação do sistema de saúde na capital amazonense é de colapso, com falta oxigênio para atender pacientes internados e até bebês prematuros, que têm sido transferidos para outros estados.

A cidade amazonense de Parintins também havia publicado decreto suspendendo a prova, o que foi reforçado pelo ato do governo estadual. Em Rondônia, as cidades de Cerejeiras e Rolim de Moura também decidiram por barrar a prova no local. Segundo o Inep, não há, até agora, outras cidades que tenham tomado decisões similares.

Todos os anos o governo organiza uma pequena reaplicação no mesmo dia em que a prova é ofertada a pessoas privadas de liberdade. Neste ano, por causa da pandemia, quem estiver contaminado pela Covid-19 também pode requerer fazer a provas em fevereiro.

O Inep garante a reaplicação para um pequeno grupo, disse à reportagem o presidente do Inep, Alexandre Lopes. “O que a gente tem procurado conversar com os estados e municípios é que tenham muito cuidado e responsabilidade a tomar uma decisão porque há um limite de capacidade de realizar as provas de reaplicação”, diz. “Não é possível fazer um Enem inteiro.”

Decisão da Justiça federal de São Paulo permitiu a realização do exame em todo país nas datas previstas, dias 17 e 24 de janeiro. No entanto, a própria decisão ponderou que decisões de estados e municípios relacionadas ao nível da pandemia teriam de ser respeitadas.

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Luciano Huck convoca panelaço contra governo Bolsonaro: ‘Brasil sufocado’

PortalPE10 com informações UOL

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O apresentador e possível candidato às eleições presidenciais em 2022, Luciano Huck, convocou um panelaço contra o governo Jair Bolsonaro (sem partido) nesta sexta-feira (15/01) às 20h30. Ele publicou uma imagem em sua conta no Twitter que está circulando nas redes sociais, citando o colapso nos hospitais de Manaus e responsabilizando o governo.

“Sem oxigênio, sem vacina e sem governo. Panelaço, sexta, 20h30. Brasil sufocado”, diz a imagem compartilhada pelo apresentador.

Mais cedo, Huck compartilhou um vídeo em que explica as dificuldades logísticas para o transporte de cilindros de oxigênio para o Amazonas.

 

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Índia nega envio imediato de vacinas; governo admite fracasso na operação e requisita Coronavac

PortalPE10 com informações UOL

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Ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello. – (Foto: Carolina Antunes/PR)

O governo da Índia negou a entrega imediata de um lote de imunizantes da Oxford/AstraZeneca ao Brasil, o que frustrou uma operação montada para buscar o material na Índia ainda neste fim de semana e deve resultar numa derrota política para o Palácio do Planalto

Com o veto da Índia, o presidente Jair Bolsonaro corre o risco de assistir ao início da vacinação no Brasil com a Coronovac, que vem sido utilizada como trunfo do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Na noite de quinta (14), o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, ligou para o chanceler da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, e fez um último apelo pela liberação de 2 milhões de vacinas produzidas pelo Serum Institute.

O lote seria um adiantamento do imunizante que posteriormente será produzida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e que é a grande aposta do governo Bolsonaro na “guerra da vacina” travada com Doria.

No entanto, Araújo ouviu de seu homólogo que a situação só seria resolvida “nos próximos dias”, o que foi entendido no Itamaraty como uma sinalização de que não haverá liberação no prazo desejado pelo Brasil. Não houve compromisso com uma data específica.

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