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Política

Sem citar Campos, João Lyra adota discurso de agradecimento a Dilma Rousseff

João Lyra faz agradecimentos ao investimento do governo federal

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Roberto Stuckert Filho/PR: Serra Talhada - PE, 14/04/2014. Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de inauguração da 1ª etapa e ordem de serviço da 2ª etapa da Adutora Pajeú e lançamento do edital do Ramal do Agreste. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB), manteve uma postura institucional durante a passagem da presidente Dilma Rousseff (PT) pelo Sertão do Pajeú e dedicou o discurso, que teve pouco mais de cinco minutos, para agradecer aos investimentos do governo federal no Estado. Ele citou a geração de mais de seis mil empregos no Estaleiro Atlântico Sul, numa rememoração à agenda do início do dia, em Suape, e agradeceu “em nome do povo sertanejo” às obras da Adutora do Pajeú.

Apesar de ser aliado do ex-governador Eduardo Campos, um dos principais adversários de Dilma na disputa presidencial, Lyra manteve uma postura protocolar e optou por defender as conquistas petistas no Estado do que defender o legado socialista.

João Lyra faz agradecimentos ao investimento do governo federal. Foto: Eduardo Braga/SEI

“É uma alegria recebê-la aqui no Sertão. Gostaria de agradecer a honraria de seu governo e dizer que essa relação institucional entre o seu governo e o de Pernambuco haverá de perdurar enquanto tivermos à frente da gestão”, afirmou Lyra, citando as medidas lançadas pela gestão federal para “aplacar o sofrimento dessa gente que há tantos e tantos anos reclama por serviços públicos de qualidade”.

Lyra e Dilma participaram da entrega de um dos trechos da Adutora do Pajeú. Em março de 2013, a presidente veio ao Estado para inaugurar uma das três etapas da obra. Na ocasião, também foi assinada a ordem de serviço para a segunda etapa do sistema e o lançamento do edital de licitação do Ramal do Agreste.

A primeira etapa do sistema, que contou com R$ 200 milhões em investimentos e tem extensão total de 198 quilômetros, vai captar água do São Francisco, no Lago de Itaparica, no município de Floresta, e levar até a cidade de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú. A obra beneficia cerca de 177 mil pessoas de sete municípios de Pernambuco: Floresta, Serra Talhada, Calumbi, Flores, Carnaíba, Afogados da Ingazeira e o distrito de Canaã, em Triunfo.

com jc

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Brasil

Às vésperas das eleições municipais, cresce a violência contra candidatos

Dados de 2016 a 2020 mostram que os crimes contra candidatos e pré-candidatos políticos quase triplicaram em 4 anos

PortalPE10 com informações G1

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Adriano Sousa Magalhães, candidato do Solidariedade a prefeito do município de Dom Eliseu que foi assassinado
Imagem: Divulgação

A violência que ameaça a democracia: os crimes contra candidatos e pré-candidatos políticos triplicam em apenas 4 anos.

Adriano Magalhães, candidato à prefeitura do município de Dom Eliseu pelo partido Solidariedade, foi morto no sul do Pará. Ele, duas irmãs e assessores tinham acabado de sair do comício e iam jantar às margens da BR-010. Ninguém viu de onde partiu o tiro que matou Adriano. Era a primeira vez que ele participava de uma eleição. Advogado, tinha sido secretário municipal por dois anos. A família diz que Adriano não tinha inimigos.

A morte de Adriano nem chegou a entrar nas estatísticas da pesquisa sobre violência na política, conduzida pelas organizações não-governamentais Terra de Direitos e Justiça Global.

O estudo reuniu dados de janeiro de 2016 a primeiro de setembro de 2020. Foram mapeados 327 casos de violência contra políticos eleitos, candidatos e pré-candidatos, que incluem ameaças, agressões e ofensas. Mas é o aumento de assassinatos e atentados que mais assusta: 125, em 24 estados do Brasil. E a violência vem crescendo. De 2016 para 2019, o número de crimes deste tipo quase triplicou. Com o início da campanha eleitoral, pelo menos, outros 7 casos de mortes e atentados foram registrados, depois que a pesquisa foi concluída.

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Pernambuco

Juiz eleitoral proíbe uso de carro de som para acompanhamento de militantes

Prática já é vedada pela legislação eleitoral e estava sendo realizada por candidatos.

Marcos Philipe Passos

Publicado

(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

O juiz da propaganda eleitoral de Caruaru, Eliziongeber Freitas, proibiu a utilização de carro de som para acompanhamento de militantes, cabos eleitorais e contratados para distribuição de material de campanha.

De acordo com o juiz, alguns candidatos estariam praticando a irregularidade, já proibida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“A resolução 23.610, que regulamenta a propaganda eleitoral, proíbe a utilização de carro de som quando desvinculado de comício, passeata ou carreata. A ocorrência desses eventos tem que ser comunicada à Polícia Militar para que ela tome as medidas necessárias com relação ao local do evento e a questão do trânsito”, explicou.

Sanção

Ainda de acordo com o juiz, alguns candidatos “estão utilizando os cabos eleitorais ou os militantes, e fazendo passeata dentro da cidade e nos bairros com carros de som nesses eventos, o que é proibido”.

A pena para quem descumprir a determinação é apreensão do carro de som. Já o candidato pode ser multado e até incluído na lei de inelegibilidade.

*Com informações NE10 Interior

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Cotidiano

Em comício, Obama diz que Casa Branca errou na gestão da pandemia

“Essa pandemia teria sido difícil para qualquer presidente administrar”, mas “a ideia de que, de alguma forma, a Casa Branca fez algo além de arruinar tudo é tola”, continuou.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)

(Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)

O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, atacou neste sábado (24) o atual presidente Donald Trump por sua gestão da pandemia da covid-19, durante um evento de campanha em apoio ao candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden.

“Oito meses após o início desta pandemia, o número de novos casos continua batendo recordes”, disse o ex-presidente durante um comício democrata realizado em Miami, na Flórida, dez dias antes das eleições de 3 de novembro.

“Essa pandemia teria sido difícil para qualquer presidente administrar”, mas “a ideia de que, de alguma forma, a Casa Branca fez algo além de arruinar tudo é tola”, continuou.

Diante de um público que chegou de carro para um comício realizado na modalidade “drive-in”, Obama, o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, criticou Trump por não ter um plano de combate à pandemia.

“Donald Trump não vai nos proteger agora, de improviso. Ele sequer é capaz de tomar as precauções mais elementares para se proteger”, disse ironicamente, três semanas após a hospitalização do presidente republicano, que contraiu o vírus.

“Ele sequer reconhece que há um problema”, continuou Obama, em resposta às declarações feitas neste sábado por Trump, que durante um comício na Carolina do Norte previu que, no dia seguinte à eleição, não se falará mais sobre a pandemia.

Este é o segundo ato em poucos dias em que Obama participa em apoio ao seu ex-vice-presidente.

Em Miami, Obama pediu a mobilização massiva do eleitorado democrata da Flórida, um estado-chave que o apoiou em 2008 e 2012, mas no qual Trump venceu em 2016.

“Você me escolheu duas vezes, Flórida. Agora peço que escolha Joe”, concluiu.

*Com informações AFP

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