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Brasil

“Senti como se eu fosse menos gente”, diz jovem barrado de entrar em mercado por usar short curto

Pascoal de Oliveira diz que foi vítima de homofobia por segurança do Big Bompreço no último sábado (19)

Marcelo Passos

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Pascoal fazia exercício físico antes de ir ao mercado
(Foto: Acervo pessoal)

Era uma noite de sábado (19/09), no bairro de Itapuã, quando o estudante de psicologia Pascoal de Oliveira, 25 anos, foi ao supermercado Big Bompreço de Itapuã comprar farinha láctea com roupa de ginástica, após fazer exercícios físicos. Só que, para sua surpresa e indignação, um funcionário disse que ele não poderia entrar no estabelecimento pois seu short era curto demais. Além do que, na lógica do colaborador da empresa, Pascoal é homem, e homem não poderia estar ali de shortinho.

“Senti como se eu fosse menos “gente” do que os que estavam ali. Nunca passei por isso. Espero que seja reparado judicialmente porque um pedido de desculpas não chega nem perto de compensar o constrangimento que sofri”, desabafou Pascoal ao Site Correio da Bahia, após a empresa se desculpar pela atitude do funcionário, terceirizado.

No sábado, ao sair do mercado, o estudante pediu uma explicação para o guarda, que deu a seguinte resposta: “O senhor, até esse momento, é homem, então tem que ajeitar seu short. Homem tem que estar composto, temos várias crianças ali”.

O estudante rebateu a fala do segurança ao perguntar por que existiam mulheres com shorts até menores que o que estava usando e não foram impedidas de frequentar aquele espaço. Nesse momento, o funcionário sugeriu até mesmo que Pascoal não fosse homem. “O senhor quer me dizer alguma coisa, que não seja o senhor como eu, homem? Você quer me dizer alguma coisa contrária, a gente muda. Mas o senhor tem que estar dentro da realidade, o senhor é homem”, declarou o funcionário. Pascoal processará os dois funcionários do mercado por homofobia, além do próprio Walmart, que pertence à rede BIG Bompreço. As informações são do Correio da Bahia

Brasil

Brasil registra primeiro caso confirmado de covid-19 em gato

Infecção de uma fêmea foi descoberta em Cuiabá, no Mato Grosso; situação acende alerta para o risco de transmissão entre humanos e animais.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Reprodução/Facebook)

(Foto: Reprodução/Facebook)

Uma gata de poucos meses é o primeiro animal a testar positivo para o novo coronavírus no Brasil. O caso foi descoberto em Cuiabá, no Mato Grosso. Ela não tem sintomas da covid-19 e foi infectada por seus donos este mês, durante o isolamento social. Mais dois contágios suspeitos, de outro gato e um cachorro, também estão sendo investigados. As informações são do Jornal Opção.

A gata teve o diagnóstico confirmado por meio do teste de biologia molecular RT-PCR, considerado padrão ouro para detectar a infecção pelo novo coronavírus, feito pela pesquisadora Valéria Dutra, professora da Faculdade de Medicina Veterinária da UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso).

Em seguida, ela enviou o material para a UFPR (Universidade Federal do Paraná), que coordena uma pesquisa sobre covid-19 em animais de estimação.

O caso reacende o alerta para a possível transmissão do vírus de pessoas para animais. Em laboratório, a China mostrou a possibilidade de gatos contagiarem outros felinos. Entretanto, não se sabe se isso acontece com facilidade e se esses animais podem infectar seres humanos.

O CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), dos Estados Unidos, informa que ainda são necessárias mais informações sobre o vírus, mas “parece que ele pode se espalhar de pessoas para animais em algumas situações, especialmente após contato próximo com uma pessoa doente”.

Ainda de acordo com o órgão, há poucos relatos de cães e gatos de estimação infectados com o coronavírus em todo o mundo e não existem evidências de que os animais desempenhem um papel significativo para disseminá-lo.

*Com informações R7

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Brasil

Homem espanca sobrinho ao descobrir que o jovem é gay

De acordo com a polícia, o homem teria ficado revoltado ao receber a informação e começou a xingar e bater na vítima. Uma foto mostra as costas do rapaz com escoriações.

Marcos Philipe Passos

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(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

Um homem de 35 anos, que não teve a identidade revelada, espancou o sobrinho depois que o jovem contou à família que era gay. O caso aconteceu em Porto Velho, em uma casa no bairro Nacional, segundo o site JH Notícias.

De acordo com a polícia, o homem teria ficado revoltado ao receber a informação e começou a xingar e bater na vítima. Uma foto mostra as costas do rapaz com escoriações.

Ao perceber que o sobrinho havia chamado a polícia, o homem teria fugido e ainda não foi encontrado.

*Com informações Revista Fórum

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Brasil

Candidato a vereador mata esposa a facadas após briga por geladeira aberta

Adílio Sérgio Gomes (PSDB), de 40 anos, cometeu crime na noite do domingo (18/10) na zona rural de Bandeira do Sul, em Minas Gerais

Lucas Passos

Publicado

REPRODUÇÃO/FACEBOOK

O candidato a vereador Adílio Sérgio Gomes (PSDB), de 40 anos, matou a esposa a facadas depois de uma discussão por conta da porta da geladeira aberta. O crime ocorreu no domingo (18/10), na residência do casal em Bandeira do Sul (MG).

A filha do casal informou à polícia que os pais passaram o dia em um sítio na zona rural da cidade. Quando retornaram para casa, ela ouviu a mãe, Roberta Camile Araújo Silva, gritando. As informações são do portal IG.

Adílio desferiu 13 facadas contra a esposa no quintal da casa. A filha encontrou o corpo. Uma equipe médica do Pronto Socorro Municipal foi chamada, porém a mulher já estava morta quando chegaram.

A mãe do candidato, que também estava na casa no momento do crime, passou mal após o ocorrido. Uma vizinha que encontrou com Adílio pouco tempo depois que ele esfaqueou a esposa contou aos policiais que o homem sugeriu que ela fosse até a casa da família para “ver a besteira que ele tinha feito”.

Segundo a polícia, o casal é conhecido na cidade e tem três filhos. Nas redes sociais, eles se mostravam muito felizes e sempre mostravam os passeios juntos.

A família explicou que as brigas entre o casal eram comuns, inclusive com agressões físicas. Após o crime, Adílio fugiu e ainda não foi encontrado O caso será investigado pela Polícia Civil e o suspeito deve responder por feminicídio.

REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

Fonte: Metrópoles

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