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Sinpol chama atenção para aumento de suicídio de policiais civis no Estado

Redação PortalPE10

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(Foto: Henrique Genecy/Folha de Pernambuco)

O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco vem a público lamentar o segundo suicídio de um Policial Civil em menos de 4 dias. No último domingo (06/12), um Comissário de Polícia tirou a própria vida – ele estava afastado da função. Hoje (10/12) um Delegado de Polícia se matou no final de um plantão na Delegacia de Plantão de Vitória de Santo Antão.

Esses casos extremos – de tirar a própria vida – é a ponta do iceberg de um problema que existe desde sempre e que o Estado joga “pra debaixo do tapete”. A depressão e outros problemas psicológicos fazem parte do dia a dia da vida Policial, porém a própria Instituição não faz questão nenhuma de combater os principais sinais nem orienta os chefes, gestores e os próprios colegas a identificarem que o servidor está precisando de ajuda.

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu a “Síndrome de Burnout” como doença relacionada ao stress do trabalho e entrará no ano de 2022 na Classificação Internacional de Doenças – CID. A lista, elaborada pelo órgão, tem por base as conclusões de especialistas de todo o mundo. A classificação é utilizada para estabelecer tendências e estatísticas de saúde. E os especialistas identificam tal doença com mais características na atividade policial.

Para os especialistas, os Policiais acabam se esforçando muito com o trabalho e, várias vezes, se esquecem dos momentos de descontração e relaxamento. É como se a mente dessas pessoas estivesse alerta o tempo todo, fazendo com que se sintam exaustas. Muitas vezes, o Burnout também está ligado ao fato das pessoas trabalharem em empregos que exigem bastante delas e essa cobrança exacerbada de si mesmo, e pelos superiores, acaba impactando de forma negativa na vida pessoal e profissional.

O SINPOL vem cobrando do Governo do Estado mudanças em procedimentos rotineiros na Polícia Civil, tais como remoções e permutas sem a anuência ou conhecimento do servidor. Para Rafael Cavalcanti, presidente do Sindicato, “muitos servidores ficam frustrados pelo simples motivo de uma remoção ou permuta e muitas vezes ele é o último a saber. É um absurdo que ainda não tenhamos um banco de permutas/remoções na PCPE”.

Também é um absurdo ter metas na Polícia Civil, principalmente porquê os Policiais Civis não trabalham com quantidade de procedimentos e sim com qualidade. A investigação criminal não deve ocorrer de improviso e não raramente as cobranças por remessas de inquéritos policiais, faz com que os procedimentos sejam enviados de todo jeito e que mais tarde retornarão à Polícia Judiciária por ausência de informações cruciais para elucidar crimes. Acrescenta Rafael, “se o Policial não bate a meta, ele vai perder a chefia ou ser transferido para outra delegacia como forma de punição”.

No caso do suicídio do delegado, há relatos de pedidos de remoção para outras delegacias e a Administração Pública sempre negando, levando o Policial Civil a tirar a própria vida dentro da Delegacia de Plantão de Vitória de Santo Antão. Em outras situações, o Estado simplesmente afasta o servidor público, deixa-o à própria sorte e aguarda que ele próprio se cure do dia para a noite. Mais uma vez o SINPOL lamenta a morte dos Policiais nesta semana e espera que o Estado de Pernambuco implemente uma política de saúde pública para os servidores da segurança pública de Recife a Petrolina com a criação de unidades de saúde mental.

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Butantan: 10 mil litros de insumo retidos na China;Atraso pode alterar cronograma de vacinação a partir de junho

Marcelo Passos

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O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse nesta segunda-feira (10) que a lentidão e incerteza na liberação do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) vindo da China — e necessário para produção da vacina CoronaVac — podem afetar o cronograma de vacinação no país a partir de junho.

O Instituto é parceiro do laboratório Sinovac, e responsável pela etapa final de produção da vacina no Brasil.

Nesta segunda (10), o Instituto entregou 2 milhões de doses da vacina ao Ministério da Saúde. Duas novas remessas serão feitas até o final desta semana.

Após os envios, o Instituto precisa receber a matéria-prima para conseguir retomar o envase, que foi suspenso na última quinta (6).

“A partir daí não teremos mais vacina porque não recebemos o IFA para que isso possa ser processado. Situação parecida com essa também é enfrentada pela Fiocruz [responsável pela vacina de Oxford/AstraZeneca]. Que também não teve seu IFA liberado. Preocupa para o cronograma de vacinação, não neste momento, mas a partir de junho, que poderá sofrer algum impacto”, disse Dimas Covas.

Com o envio desta segunda (10), o total de vacinas oferecidas por São Paulo ao Plano Nacional de Imunizações (PNI) chega a 45 milhões de doses desde o início das entregas, em 17 de janeiro.

Na quarta (12), serão destinadas mais 1 milhão de doses e, na sexta (14), 1,1 milhão. Os novos lotes foram envasados com insumo recebido pelo Butantan em abril.

As novas entregas permitirão ao Instituto concluir o primeiro contrato firmado com o governo federal para o fornecimento de 46 milhões de doses, que sofreu atraso de algumas semanas também por causa de problemas com a entrega do IFA vindo da China.

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Justiça absolve Sikêra e diz que é lícito chamar gays de ‘raça desgraçada’

Redação PortalPE10

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O apresentador da Rede TV Sikera Jr. foi absolvido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), em segunda instância, no processo movido pela modelo transexual Viviany Beleboni. A decisão ainda cabe recurso. No ano passado, o apresentador usou a imagem de Viviany ao fazer um comentário sobre um crime cometido por um casal lésbico. Se referindo aos gays, Sikera Jr. mencionou o termo “raça desgraçada” ao exibir a imagem da modelo fazendo uma representação de crucificação na parada LGBT de 2019. Apesar de condenado em primeira instância, o comunicador foi absolvido e o juiz reduziu seu ato a uma crítica, sem intenção de ofensa.
Em primeira instância, Sikêra Jr. foi condenado a pagar R$ 30 mil. De acordo com o Portal Uol, agora, o desembargador Rodolfo Pelizzari disse que o apresentador não teve o intuito de ofender a modelo e sim fazer uma crítica. Segundo ele, o Estado não pode censurar o direito de se dizer o que pensa, por mais que possa “até ser um equívoco crasso”.
O apresentador ainda afirmou que “os homossexuais estão arruinando a família brasileira”. No entanto, Pelizzari não viu ato ilícito na ação. “Em verdade, a crítica foi dirigida à toda a comunidade LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais], de forma genérica. A conduta do apresentador não é ilícita, sendo uma mera crítica por entender que sua religião havia sido ofendida por homossexuais, a quem entende serem avessos a Jesus”.
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Sensitiva diz que teve contato pós-morte com Paulo Gustavo

Lene Sensitiva afirma que teve contato com o ator por intermédio de uma “senhorinha”.

Redação PortalPE10

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(Foto: Divulgação)

A morte do ator Paulo Gustavo, na última terça-feira (4), causou comoção no Brasil. Fãs e artistas que conviveram com o humorista prestaram diversas homenagens ao ator nas redes sociais. Até mesmo uma improvável nota de condolências foi emitida nos perfis oficiais do presidente Jair Bolsonaro.

No sábado (8), quatro dias após o falecimento do ator, uma mulher de Sorocaba, interior de São Paulo, afirma ter entrado em contato com o espírito de Paulo Gustavo. As informações são do Diário Online.

Lene Sensitiva, famosa nas redes sociais, publicou em seu perfil do Instagram que viu Paulo Gustavo, com o auxílio de uma “senhorinha”. O ator teria deixado uma mensagem para os fãs e familiares.

“Eu amo todos vocês, sou grato a todos vocês que fizeram parte da minha vida, que me ajudaram, a me tornar quem eu fui em vida. Eu amo meus filhos, amo meu marido, meus pais e minha família, gratidão”, teria sido a mensagem enviada por Paulo Gustavo.

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